Frases sobre Pão
Padaria Doce
Ontem, fui à padaria e chegando lá pedi dois reais de pão. Na vitrine, comecei a reparar um pão doce que nunca tinha visto antes, para mim era novo, pois nunca o tinha notado ali.
Mas ontem acordei e fui à padaria comprar pão, e ele estava lá. Doce como mel, atrativo como as estrelas em sua constelação e chamativo como um meteoro caindo no chão.
Hoje, acordei entediado e com muita fome fui novamente comprar mais pães. Chegando lá, o pão doce estava mais bonito, atrativo e chamando atenção. Foi aí que decidi perguntar à atendente se era novo aquele pão. Ela olhou para mim e com olhar de questionamento me perguntou: "Você nunca viu ele por aqui? É o tradicional da casa."
Mas ontem acordei e fui à padaria comprar pão, e ele estava lá. Doce como mel, atrativo como as estrelas em sua constelação e chamativo como um meteoro caindo no chão.
Achei estranho, sabe? Logo eu, observador, nunca ter percebido... E fui embora mesmo sem levar o pão, porém pensando o quão bom poderia ser aquele pão.
Mas ontem acordei e fui à padaria comprar pão, e ele estava lá. Doce como mel, atrativo como as estrelas em sua constelação e chamativo como um meteoro caindo no chão.
Chegando em casa, fiquei ansioso para voltar na padaria e olhar se aquele pão ainda estava por lá. E advinha? Para minha felicidade, ele estava lá. Só que havia um problema: ele era caro demais para levar. Fiz várias ofertas, só que todas foram recusadas, deixando apenas a incerteza se um dia aceitariam.
Mas ontem acordei e fui à padaria comprar pão, e ele estava lá. Doce como mel, atrativo como as estrelas em sua constelação e chamativo como um meteoro caindo no chão.
Meu único medo é que alguém assim como eu o observe tanto assim... E o adquira. Espero que não seja tarde demais para baixarem seu preço e eu finalmente conseguir levá-lo.
Porque ontem acordei e fui na padaria comprar pão, e ele estava lá. Doce como mel, atrativo como as estrelas em sua constelação e chamativo como um meteoro caindo no chão.
Imagina a situação. Num domingão, se acordou um gaúcho magrão, passou a chimia no pão e ligou a televisão, pra ele foi diversão. Mais tarde, assou um churrascão, e mais tarde, emendou num bailão do Canção. (Canção Nativa).
Outra semana se inicia sem mudar nada! A peleja pela vida, pelo pão, abrigo, conforto físico e para alma. Não"> Não muda a certeza que só Deus é o verdadeiro pai que nos auxilia nas batalhas diárias. A ti que recorreremos sempre, para implorar suas bênçãos e agradecer sua bondade. Obrigada (pai), por tudo que vem ti. Zelai pelas nossas famílias e amigos. Amém!
A Dádiva
Numa casa pobre,
onde o chão é frio
e a mesa tem mais remendos que pão,
uma mulher cozinha.
Não tem quase nada —
só dois filhos de olhos grandes
e um coração que lhe sobra no peito.
Então frita esse coração
como se fosse alimento.
Fá-lo sem pensar em sacrifício,
sem esperar glória,
sem procurar virtude.
Fá-lo porque é o que há a fazer.
E ao dar-se assim,
inteira,
sem palavras grandes
nem promessas de eternidade,
torna-se mais livre
do que todos os senhores do mundo.
Os filhos olham
e não sabem ainda
que assistem a um milagre:
não o da multiplicação dos pães,
mas o da multiplicação do amor.
Ela,
sem o saber,
ensinou-lhes tudo.
Poema - Traficantes Da Fé
Jesus nasceu na simplicidade
Tinha humildade
Dividia o pão
Não fazia acepção
Quando pregava
Não cobrava
Em todo lugar teve
Não só em quatro paredes
Curava os doentes
Que não eram clientes
Rei que usou coroa de espinhos
É o único caminho
Que leva o homem até Deus
Alertou sobre os fariseus.
Os traficantes da fé
Agem de má fé
Traficando a palavra
Politizando a marcha
Fazendo propaganda eleitoral no culto
Em troca de dinheiro público
Santiago, Macedo, Soares e Malafaia
O número é grande dessa máfia
A outra também denunciarei
O Papa é tratado como um rei
Mas dentro de um império
O dízimo vira mistério
Não é distribuído para os pobres
Aliás, os fiéis tomem calotes.
Comércios disfarçados de igrejas
Dízimo virando lucro dessas empresas
Já dizia Rubens Alves
"Deus nos deu asas
Mas as religiões inventaram gaiolas"
Então te falo agora
Em vez de dar dízimo para as igrejas
Vai ao mercado e compra cestas
Distribui para quem está precisando
De lá em cima ele está olhando
E ficará mais contente
Irmãos espiritismo, católicos ou crentes
Jesus nos deixou o livro bíblico
Nele tá o início.
Jesus nasceu na simplicidade
Tinha humildade
Dividia o pão
Não fazia acepção
Quando pregava
Não cobrava
Em todo lugar teve
Não só em quatro paredes
Curava os doentes
Que não eram clientes
Rei que usou coroa de espinhos
É o único caminho
Que leva o homem até Deus
Alertou sobre os fariseus.
Me ofereceram "o pão que o diabo amassou", mas fui mais forte e preferi ficar em jejum, me alimentei espiritualmente por um tempo e na estatísticas deles, eu não fui mais um.
2 de abril de 2025
Til
No til não há pressa.
Também não há urgência.
É um sinal menor,
mas que carrega pão,
mãe,
irmão.
Sem ele, o mundo seria mais seco.
Seria são demais.
Seria não.
Til é curva que não encurva.
É nariz da língua,
sorriso discreto no rosto da letra.
Ninguém repara —
até que falta.
E quando falta,
tudo desafina.
Poderíamos viver sem ele?
Claro.
Como se vive sem o silêncio.
Mas é no til que a fala respira.
E a palavra se lembra de ser palavra.
"Meio de Caminho"
Um calça o saber,
o outro, o pão.
Um pisa o chão frio da ciência,
o outro, o chão duro da vida.
Branco de esperança,
preto de persistência.
Ambos não brilham por si,
mas pelo fim que sustentam.
Dois sapatos, um destino:
ser ponte onde não havia caminho.
Essência é de dentro. Não se iluda, o pão não deixa de ser pão por ter sido confeccionado numa forma de bolo!🧐
Hoje, o homem despertou com a luz dentro.
Fez aliança com o pão e a terra,
com os irmãos de fé e o vinho da memória.
Ofertou palavras ao vento —
sementes lançadas na praça cega.
Caminhou como quem interroga o mundo com os pés.
Levava livros na bolsa como quem carrega feridas santas.
E encontrou portas fechadas para o verbo.
Mas ainda assim, cantou.
No espelho do cotidiano,
viu o riso fácil dos que nunca beberam da fonte.
E se perguntou:
vale a pena ser fonte num deserto de pressa?
Ao fim do dia, não teve respostas.
Mas teve o gesto.
E o gesto é o que fica
quando o mundo esquece o nome do poeta.
Hoje acordei, coloquei requeijão no meu pão e comi. O engraçado da história é que eu nunca gostei de requeijão antes, mas hoje é diferente. E assim é a vida. Somos mutáveis e que bom que permanecemos assim. É animador quando a gente se interessa por outras coisas, outras possibilidades e outras pessoas. Não tornando quem é importante na nossa vida, como alguém cíclico, mas agregando os novos. Dizem que amar de verdade é assim: descobrir o novo no outro todos os dias e amar como se fosse a primeira vez. Não sei se posso classificar você como o meu requeijão da manhã, mas você sempre esteve ali e eu não soube ver a beleza, a delicadeza, a inteligência e a composição maravilhosa que você é. E agora, agora chegou o momento de reconhecer que te ter é bom. Te olhar é bom, te sentir é bom, ver seus olhos castanhos pousarem sobre mim, é bom, te tocar é bom, falar de você pra outras pessoas, é bom. Te ver fazer questão de mim é bom, te analisar de longe é bom, te ouvir falar com tanta sabedoria é bom, te ver sorrir é bom e ver nisso a possibilidade de te amar é bom, é muito bom, sim.
Somos mutáveis/ Setembro 2022
É teu o primeiro e último pensamento meu.
O verso de amor que rabisco no papel de pão.
O sorriso bobo no meu rosto quando sonho contigo.
A felicidade que sinto pelo simples fato de você existir.
A alegria que contagia tudo, quando você está.
Então meu bem.
Para de bancar o desentendido.
A gente não está só se pegando.
Existe algo bem mais sério envolvido nisso.
Nosso passado está aí para nos contestar.
Esse trem é amor, não há mais como negar.
Até o pobre do meu coração tão distraído.
Entendeu que a função dele é te amar.
E vive espalhando com a ajuda do vento.
Quando alguém pergunta de você.
Que está namorando, namorando.
Não está pegando, nem ficando.
Só amando.
Sempre.
