Palavra Sábia
Às vezes vejo muita omissão na sabedoria, penso que o bom mesmo é ter conhecimento, que além de estimular a busca por novos conhecimentos, torna-se suficiente para não permitir que nos sintamos perfeitos e diferencialmente melhores.
SABES
Queria escrever-te
- Talvez um verso
Dizer-te o quanto te amo
------------------
Tu sabes que cada verso
Que faço é só para ti
------------------
É como se o amanha não existisse
Apenas hoje meu amor.
ƸӜƷ ✿ ❤
ƸӜƷ ✿
O mais importante não é saber qual o dia que Cristo voltará, porém é viver preparado para o seu retorno e buscá-lo como se fossemos a última geração, pois não temos o controle do futuro, mas podemos decidir o presente.
JUNTOS
Não importa
que você esteja
do outro lado da tela.
O que importa
é saber que abrimos
a mesma porta
e que podemos
sair por ela
e deixarmos juntos
a vida bem mais bela.
mel - ((*_*))
Sabe porque o Dick Vigarista NUNCA vai ganhar a corrida maluca?
- Porque ao invés de TENTAR VENCER, ele perde tempo tentando atrasar a vida dos outros.
“Todas as manhãs a gazela acorda sabendo que tem que correr mais veloz que o leão ou será morta. Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deve correr mais rápido que a gazela ou morrerá de fome. Não importa se és um leão ou uma gazela: quando o Sol desponta o melhor é começares a correr”. Provérbio africano
(do livro em PDF: A confissão da leoa)
EU CUMPRI MINHA PROMESSA
Você não sabe, mas apaguei todas as nossas conversas, excluí teu contato e te mando ir para o inferno todos os dias, antes de dormir e quando acordo.
Mesmo assim, de vez em quando visito teu perfil no facebook na esperança de ver alguma postagem relacionada a mim. Idiotice! Você banca o racional, o responsável, o maduro; não publicaria nada que mostrasse seus sentimentos sobre um término lá.
E eu te odeio por isso.
Hoje foi um desses dias em que lutei, lutei e fui cair no teu perfil. Você não costuma postar muitas coisas. Difetente de mim que quanto mais aflita, mais postagens.
Checando tua timeline, chorei. Ah, fraqueza dos infernos! Você não é bonito, nem alto — tenho queda por homens altos —, nem esbelto… O que diabos eu vi em você?
Mas enfim, vi tua primeira postagem sobre nós dois, nas entrelinhas. Vi aquela mensagem (um texto do Frederico Elboni) que eu enviei para você e você gostou tanto que publicou. Vi a música que cantou para mim. E vi, do nada, em vinte e quatro horas, o nosso fim.
Você voltou a ser seco, frio, mórbido.
É isso que não entendo. Como você, logo você que esbanjava amor, calor e afeto, ter se afastado em vinte e quatro horas? Meu. Deus. É isso que dói.
Você prometeu sinceridade mas não cumpriu suas promessas. O que aconteceu? O que aconteceu com você? O que você fez do nós que criamos? O. Que. Houve?
Às vezes fico imaginando — já que o dia dos namorados está próximo — você chegando, com uma rosa na mão, aquele sorriso gostoso no rosto e um “eu te amo” nos lábios. Imagino você me abraçando e pedindo perdão pela brincadeira, mas queria fazer surpresa e achou que esse “falso término” cairia bem.
Eu te xingaria, choraria desesperadamente e diria que não consigiria te perdoar. Diria que foi cruel, que eu sofri, isso não se faz!
Você iria sorrir e aceitar minhas agressões, porque você sabe que mereceu.
No meio disso tudo, teus olhos vidrados nos meus, você pediria para namorar comigo e me beijaria da forma que prometeu.
Um beijo leve, sereno, cheio de desejo e sentimento. Um turbilhão de energias nos envolveriam por inteiro e estaríamos unidos pela mistura das nossas áureas.
O beijo seria doce e demorado e eu choraria te beijando. Choraria por medo, por não compreender o que você fez, tentando – desesperadamente – encontrar explicação. E você me confortaria com a tua calmaria tão intensa e linda.
Em meio a este beijo, tão cheio de tudo, você iria sorrir e morder meu lábio, exatamente como gosta de fazer. Entregue a lembranças, eu também iria sorrir e te beijar com mais ânimo.
Sem nos afastarmos por completo, você secaria meu rosto molhado com uma de suas mãos, acariciando-o e beijaria meu cabelo. Você me faria sorrir sem palavras.
“Dali pra frente tudo seria doce, doce até não enjoar” e nós voltaríamos a ser nós. Independente de qualquer espaço que possa ter existido entre nós.
Mas cá estou eu, digitando este texto dramático, com cara de idiota e lembrando que tudo o que eu digitei não vai acontecer. Eu preciso, Sr. Batman, esquecer que prometi ser tua Catwoman. Preciso.
Preciso prometer para outro super-herói as coisas que prometi para você. Porque eu cumpri minha promessa, querido. Eu costumo cumpri-las.
SABE AQUELE MOMENTO DA VIDA QUE "TANTO FAZ"?
Tanto faz estar com você ou não. Até porque o início foi incrível, mas a esta altura você já me esgotou.
Tanto faz agradar você ou o resto do mundo. Eu nunca vou conseguir ser perfeita e olha, não quero nem tentar.
Tanto faz se você entendeu bem o que eu quis dizer ou não. Sou responsável pelo que digo, não pelo que entendem.
Tanto faz se me chamam de louca. E se eu for mesmo? No que isso te diz respeito? Minha loucura me fez feliz até hoje e se algo aqui desestabilizou minha paz, foi vo^!
Tanto faz tanta coisa, sabia? Tanto faz você ou outro e tanto faz os outros também.
Ando numa fase que se bobear estou mando um “vai pro inferno!” facinho. Porque pra mim tanto faz se forem mesmo ou não.
QUERO ENVIAR UMA CARTA
Acho que sou meio antiquada, sabe?
Estava aqui pensando em te escrever uma carta. Imaginei os traços firmes da minha caligrafia num papel qualquer, traçando palavras doces de um amor novinho.
Imaginei essas palavras preenchendo uma, duas, três folhas até, sem se tornarem cansativas ou repetitivas.
Nesta carta eu te contaria a minha história, diria tudo o que pensava sobre você e tudo o que mudou em mim.
Contaria os meus medos, sonhos e alegrias. E até mesmo os planos para nós dois.
Eu escreveria sobre minhas manias, e realmente esperaria te fazer sorrir gostosamente neste trecho.
Falaria sobre os meus sentimentos, até porque, nós dois somos sentimentais, não é mesmo?
Para terminar a carta, descreveria como eu estava: sentada à escrivaninha, com uma camiseta folgada e shorts jeans; os pés descalços balançam ritmadamente, mostrando meu nervosismo ao falar de amor. Os cabelos soltos cobrindo parte do rosto onde desabrocha aquele sorriso de criança fazendo travessura.
Não assinaria. Não com o meu nome. Talvez colocasse “seu amor” ou “um certo alguém” ou talvez só “A”. Isso seria o charme da carta.
Dobraria cuidadosamente, colocaria num envelope bege e inevitavelmente meu endereço seria escrito nele.
Imagino esta carta viajando horas antes de chegar até você.
O carteiro colocaria todas as correspondências naquela costumeira mochila, e sairia apressado sem prestar muita atenção. Na recepção do teu condomínio, o porteiro receberia meu envelope junto com vários outros.
Quando você chegasse, iria se surpreender com uma cartinha para você, e ali, antes mesmo de chegar ao teu apartamento, você iria sorrir… Aquele sorriso bobo pelo qual me apaixonei. Aquele sorriso tímido, cheio de graça e gratidão. Aquele sorriso… Sorrindo para mim.
Resolvi que não seria prudente. Por isso não escrevi. Ainda.
Beijo,
Da sua,
A.
Rita é o nome da minha galinha, só não deixa o Bocão saber disso, ele pensa que tudo que é meu é dele também, a Ritinha não gosta disso, deu pra notar, não deu?
Um medo de que tudo pode acabar a qualquer momento, mas a feclidade de saber que nos ultimos momentos incertos, pude ver seu sorriso
A essa juventude que acha que nós, em sua opinião, mais velhos, somos gagás, é bom lembrar que o legado que vão deixar é o mesmo que será julgado por seus filhos e que cada geração cria nova geração de gagás, vocês serão os próximos. A única coisa que não muda é a verdade, portanto, menos apodo e mais cortesia.
