Palácio
Não pretendo ser apenas mais um com fotos na galeria do palácio; quero fazer ressurgir a esperança no coração do povo.
PORQUE MARDOQUEU ESTAVA SENTADO A PORTA DO PALÁCIO?
Naqueles dias, assentando-se Mardoqueu à porta do rei, dois camareiros do rei, dos guardas da porta, Bigtã e Teres, grandemente se indignaram, e procuraram atentar contra o rei Assuero. Ester 2:21
O que ele estava fazendo lá?
Mardoqueu não foi ao Rei pra se tornar governador, nem pedir honra.
Ele só estava posicionado em função dos seus valores, mas ele era sensível a vontade de Deus e ao propósito de Deus.
Mardoqueu estava assentado na porta do Rei a serviço, esperando notícias de Ester, ele sabia que havia algo maior que Deus estava fazendo quando levou Ester. Foi Mardoqueu que deu nome dela de Ester, pois ela se chamava Hadassa!
Mardoqueu não sabia o que iria vir de verdade, mas manteve-se posicionado a porta do Rei.
Deus escreve a história mas o homem esquece, mas ele deixa memoriais marcados no tempo, para que as próximas gerações saiba que foi Deus e quão grandiosos Ele é.
Assim que ele ficou sabendo da conspiração contra o Rei ele informou através de Ester ao Rei como uma mensageira.
E veio isto ao conhecimento de Mardoqueu, e ele fez saber à rainha Ester; e Ester o disse ao rei, em nome de Mardoqueu. Ester 2:22
Seu nome foi posto no livro das crônicas do Rei como testemunho de sua lealdade e por ser um homem de horna e aliança.
E inquiriu-se o negócio, e se descobriu, e ambos foram pendurados numa forca; e foi escrito nas crônicas perante o rei. Ester 2:23
Mardoqueu não se curva a homens arrogantes e prepotentes, e por ser fiel ao seu Deus foi reconhecido pelo Rei posteriores.
Porém Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava. Ester 3:2
Ele era um homem humilde e justo, não estava atrás de honra, nem de poder, se humilhava a porta do Rei.
E chegou até diante da porta do rei, porque ninguém vestido de saco podia entrar pelas portas do rei. Ester 4:2
Ele confiava no suprimento de Deus e foi vestido para que pudesse entrar no palácio diante do Rei.
...e mandou roupas para vestir a Mardoqueu, e tirar-lhe o pano de saco; porém ele não as aceitou.
Ester 4:4
Se manteve firme frente aos seus adversários.
Então saiu Hamã naquele dia alegre e de bom ânimo; porém, vendo Mardoqueu à porta do rei, e que ele não se levantara nem se movera diante dele, então Hamã se encheu de furor contra Mardoqueu. Ester 5:9
Seu posicionamento incomoda o inimigo
Porém tudo isto não me satisfaz, enquanto eu vir o judeu Mardoqueu assentado à porta do rei. Ester 5:13
O Rei perde o sono e lembra que havia um homem que não foi honrado.
Naquela mesma noite fugiu o sono do rei; então mandou trazer o livro de registro das crônicas, as quais se leram diante do rei. Ester 6:1
O Rei sabe onde você está, sabe que está lá fielmente dia e noite
Então disse o rei a Hamã: Apressa-te, toma a veste e o cavalo, como disseste, e faze assim para com o judeu Mardoqueu, que está assentado à porta do rei; e coisa nenhuma omitas de tudo quanto disseste. Ester 6:10
Não sai do posicionamento sem que seja a hora certa de mudar de posição.
Depois disto Mardoqueu voltou para a porta do rei; porém Hamã se retirou correndo à sua casa, triste, e de cabeça coberta. Ester 6:12
O Rei manda chamar Mardoqueu e além de dar livramento da forca preparada por hama, ainda o honra como seu governador e legislador em lugar de hama
Mardoqueu veio perante o rei, porque Ester tinha declarado quem ele era. Ester 8:1
Mardoqueu veio perante o rei, porque Ester tinha declarado quem ele era. Ester 8:1 E tirou o rei o seu anel, que tinha tomado de Hamã e o deu a Mardoqueu. E Ester encarregou Mardoqueu da casa de Hamã. Ester 8:2
Mardoqueu se tornou respeitado e conhecido por todos, porque Deus honra a aliança.
E todos os líderes das províncias, e os sátrapas, e os governadores, e os que faziam a obra do rei, auxiliavam os judeus porque tinha caído sobre eles o temor de Mardoqueu.
Porque Mardoqueu era grande na casa do rei, e a sua fama crescia por todas as províncias, porque o homem Mardoqueu ia sendo engrandecido.
Ester 9:3-4
Palácio Sangria
Caminhando sagaz com meu papel fugaz
Sussurrando na pele molhada a impressão familiar
Disposto, á espasmos, enxugar as gotas vis a brotar.
Como se vislumbra local tão decoroso e desonroso?
Alimentando os florão no alto da montanha,
belas flores carmim.
Tão primorosa quanto és perniciosa
a beleza vil que entorna.
Aquela chuva sorumbática que arrepia até a mim.
Dos arcos ogivais em camadas espinhosas,
vislumbram aturdidos as criaturas leais.
Do céu que pranteia carmesim,
nas arcadas reais caminham lentas
gotas rubis.
Um cântico que jamais gostaria de presenciar.
Ecoava aos longínquos campos sonoros.
daquele teatro perfurante.
Pois ouvia-se do salão o infame
mais que ignominioso.
Malithet, Melancólico Réquiem.
O palácio também tem um plano para a senhora. Ele muda as pessoas. Ele se infiltra nelas.
"Estou desnorteado, perdido, desesperado e frustado. Diante de tudo isso eu vejo meu palácio mental se demorando enquanto minha mente se esvair..."
Pois de mãos dadas com ela
Eu encontrei o meu lugar...
E cada canto é um palácio
e cada beco é um altar."
Ao plantar uma árvore, tenha certeza que será um enorme incomódo, se quiser erguer um palácio perto dela, basta as suas raízes se arrastarem. Furucuto
COLAPSO
No princípio era um palácio
Por isso nem comecei
De pensar veio o cansaço
E por isso me entreguei
Já na base o colapso
E a culpa é de quem?
No palácio intramuros da alma, onde a benevolência tece os filamentos da existência, compreendemos que o amor oblativo é o bálsamo derradeiro contra a chaga do mal. Aqueles que, em sua senda errante, nutrem a animosidade, a revanche e a aridez sentimental, ignoram a intrínseca verdade de que a equidade emana da providência divina, e a consequência de tal incompreensão se manifesta na inapelável gravidade de Suas mãos justas ou na infinita clemência de Seu espírito. A verdadeira vitória ressoa, pois, na simbiose entre o perdão e a fé inabalável.
"O palácio da solidão, com seus enormes salões e suas paredes gélidas.
Gélido também é o coração dela.
O palácio tem sua beleza, mas na verdade, é uma cela.
Sinto falta do casebre, onde nosso amor era calor, era a nossa festa.
Ela não sentira amor, eu sinto por mim, sinto por nós e sinto muito por ela.
Prisioneira da própria indiferença, na solitária das afetivas mazelas.
As lembranças do nosso amor, é um todo preto e branco, mas meu peito é aquarela.
Uma paixão, em cores vivas, pintada em uma gris tela.
Paixão fervorosa, insana, demoníaca, intrépida.
E em nosso conto de fadas, eu fiquei com o palácio da solidão, com seus enormes salões e suas paredes gélidas..."
Em varandas de ciprestes ao lado do Palácio Real inalo teu silêncio respiro tua paz e recebo teu amor...
No Palácio do Jaburu entra tatu, gente com bambu, caju e menu; mas, no Palácio do Rei Jesus só não vai entrar quem serviu ao Belzebu e muito amou o tutu.
O Palácio Maçônico do Lavradio, não foi construído exatamente para isto. Na verdade em 1838, a verdadeira história do casarão, remonta ao início do século XIX, quando o efeminado artista português Victor Porfirio de Borja começou a construir no local um teatro, que abriria as portas para competir com recém inaugurado em 1813, que se chamava Real Theatro de São João, localizado na Praça Tiradentes, que hoje é o Teatro João Caetano. Por falta de dinheiro, o artista português, não conseguiu concluir o projeto, e várias lojas maçônicas fluminenses se juntaram e resolveram formar a Companhia Glória do Lavradio para financiar a compra do imóvel, que resultou na compra. Logo o imóvel foi adaptado para uso da tradicional filosofia maçônica mas muita coisa do projeto original do Teatro, permaneceu.
Quando um palhaço se muda para um palácio, ele não se torna rei, o palácio é que se torna um circo.
