Palácio
Nós somos seres humanos. Fomos feitos para amar e ser amados. A angústia é a mesma, em um palácio ou em um brejo! Engana-se quem culpa o dinheiro. A culpa é falta de amor...
Palácio da poesia
Como escritor...
Achei um texto perdido...
Na rua....
Estava ele jogado...
Levei o mesmo para casa...
Alimentei , embalsamei e guardei...
Deixei dentro do meu quadro...
Fiz assim...
Dando início em minha história..
Cobri de veludo...
Cintilando a parte de fora...
Coloquei luzes ofuscantes...
Fazendo dele...
Uma jóia preciosa...
Queimei alguns fiapos....
Tirando cada ferpa...
Que por fora mostrava...
Dei alguns retoques com fino acabamento...
O sangue corria solto...
Um Fluxo de alta pressão...
Saturei essa obra prima...
Queimando minha imaginação...
No reforço que eu embalsamei...
Criptografei então...
A embalagem que me fazia murmurar...
O aroma perfumado...
Era de dar arrepios e calafrios...
Com os lábios sedentos....
Me vi por vezes....
No deserto arrogante e ofegante
Mas sabedoria não deixei faltar...
Cavei profundo....
Suspirei e me levantei....
Trouxe água e me banhei...
Saciei minha sede...
Ébrio e Louco....
Fiz minha fé emergir....
Amanheci encorajado....
De corpo quente e febril....
Lacrei minha inspiração do passado...
Tornei-me triste e risonho....
Bordei rendas brancas...
Desflolhando o Jardim antigo...
Montei as molduras...
Azulando meus devaneios...
Percebi....
Que proeza....
Fiz o palácio das poesias....
Nos enfeites...
As coroas não permiti espinhos...
Asim vou eu...
Denegrindo meus instintos...
Vou até o final...
Renovando as folhas secas...
Tenho eu comigo....
Existem raios em todo mundo...
Cada um que cai em minha frente...
Me abrando com eles...
Por eu acreditar no perfume que usei...
Bárbaro é esse poema...
Que no Palácio...
Embalsamei...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
PALÁCIO AZUL-TURQUESA
Oh, palácio azul turquesa!
Quanto tempo olharei para
Os teus vitrais
Sonharei com tuas fartas mesas
de banquetes ancestrais?
Quando ouvirei ao longe, Schumann
o menino que sonhava no jardim
Eu, pianista solitário, em busca
de um olhar a tocar em mim?
E verei as meretrizes belas,
Embaixo das suas marquises?
E meus sonhos a voar
Feito pássaros nas tuas janelas!
Oh, palácio azul turquesa...
Quando pintarei os teus vitrais?
Quando sentarei a tua mesa?
Temos o pobre pensamento de achar que estaremos bem quando estivermos no luxo.
No Palácio real Davi caiu ( 2 Samuel 11.2)
No deserto compôs um dos mais belos salmos (Salmos 63.1)
Não importa o lugar, o que importa é a companhia
(...)Donzela meiga que, deixando o Lácio,
abandona os umbrais do seu palácio,
para ser de um povo o glorioso idioma!...
Política
‘É eu descobri quando o Brasil progride... “Sempre à noite, quando os porcos do palácio estao dormindo” eles não sabem o que é amor! Porém não se assuste com isso, porque também não sabem o que é o ódio... “eles são atraídos pelo poder e não pelo sentimento”
Políticos e fraldas qualquer semelhança não é mera coincidência, “tem que ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo”
São as pequenas tolerâncias com os insignificantes delitos diários que erguem o palácio onde o intolerável serve o banquete suntuoso com a soma das nossas trapaças.
Hoje me encontrei tão longe de mim Tantas tropas eu armei com lanças de marfim Um palácio de rubi fiz pra sustentar Tantos sonhos que previ ali pra alcançar
Em um palácio fluorescente
Vive ela sorridente
A fada dos sonhos
A criança faz contente
Bate com a varinha
E tudo se trasforma
Seja rico seja pobre
Ela faz ser nobre
Quero voltar ser criança
E na fada acreditar
Dou meus sonhos velhos
Para novo ele voltar...
José antes de viver os sonhos de Deus em um palácio, sobreviveu aos pesadelos dos homens nas prisões. O sonhador foi um prisioneiro antes de se tornar um governador.
Quem não suporta o processo não conquista a promessa
“Tu já tens uma aliança no dedo
E um Palácio com requintes
De ouro como lar
Eu não tenho nada,
Nada para poder lhe dar.”
Quem habita em um ambiente onde a paz reina, habita em um palácio.
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
Palácio. Sonhos de menino
De repente um sonho
O cenário é de cultura
A bela imagem que se
Desenha na praça Tiradentes
À noite a fonte jorra
Para o alto águas coloridas
Sob acordes de uma bela
Ária que encanta
O banco de cimento
Alimenta a esperança de
Grandes amores
Do outro lado a casa da
Arte exibe as aventuras
Da era do gelo
Filmes e animações
Tempos de reminiscências
Recordações artísticas
O poder econômico sepultou
O lazer, a cultura, arte
Sonhos do Menino
Do Mucuri deixam
Rastros de saudades
Oh, Palácio de lembranças!
Mil e coloridos que impregnam
O tempo de outrora, amor e sedução
No coração a lembrança
Da grama bem cuidada
O verde exuberante
Da beleza que exala
O Néctar do prazer de criança
Oh, Palácio Tu és
Eterno em nosso tenro
E plangente coração
