Paixão

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Se hoje você esta apaixonado, não se entregue muito a essa paixão, pois a pessoa que você se apaixonou, poderá não o amar como você desejo

Não seja um apaixonado endividado, um dia a paixão acaba e a dívida permanece de pé e com juros.

Se pensar em alguém o dia todo é sinal de paixão, eu sou loucamente apaixonado por você.

É possível ficar apaixonado por você, mas é impossível esquecer essa paixão.

⁠⁠A paixão é perigosa se não correspondida,ela cega o apaixonado, e a paixão pode se transformar em ódio em um segundo

Quer um conselho? Se estiver mesmo em paixão não diga... nada até que estejam apaixonados.

Decorei minha loucura com paixão, e agora estou apaixonado

Paixão

Quando pensas
que fui embora
apareço do seu lado
pois estou apaixonado

amo-a mais que tudo
minha paixão
e tão grande
que tranca a minha respiração

Inserida por poeta75

Sinto que está apaixonado é fundamental, onde, no mesmo modo, não ser contaminado pela paixão é sinal de sabedoria.

Inserida por 1681

Ser apaixonada por você?

Não,eu não sou apaixonada,paixão é coisa de momento,eu sou de momento,mas meu amor por você não,ele é amor,ele não é só uma paixão,uma simples paixão,é amor!

Eu te amo!

Inserida por anajulialeao

O Homem apaixonado é igual a um dependente quimico, por mais que ele queira escapar da sua paixão, ele não consegue, por que cada vez mais ele está envolvido.

Inserida por Felon

Com a paixão pela vida, vou vivendo apaixonado.

Inserida por Poetadossonhos

"Eu sempre fui à apaixonada, mas nunca fui à paixão da vida de alguém."

Inserida por eduardalins

Às ondas do mar me entrego
E não nego
Sou apaixonada pelo mar
E ainda maior é a paixão pelo MAR de aMAR!

Inserida por camile_de_vargas

Neurônios apaixonados ( PAIXÃO )
Por Nilo Deyson

Olá, amigo Leitor e prezados amigos de rede.
Venha saber direito com Nilo Deyson.
O que você pensaria se eu te indicasse se entregar totalmente a um estado “hipermotivacional” de demência temporária, com duração média de 12 a 18 meses e com grandes características de obsessão e de compulsão?
É provável que você me processasse, não é mesmo?
E se, ao invés disso, eu te aconselhasse: “Você precisa viver uma grande paixão!” Aposto que você acharia a ideia bem atraente.
Pois bem, você acredita que se trata da mesma recomendação? Incrível, não?
Basta pensar com a consciência.

Deixando de lado toda a aura poética do assunto, o que se passa em nosso cérebro, quando estamos apaixonados, é bem menos romântico do que nos mostram as fábulas e mitos. Tudo começa com a ativação das vias mesolímbicas dopaminérgicas (vias relacionadas ao sistema de recompensa e à memória).
Quando vivemos uma paixão, há um aumento da produção de dopamina (neurotransmissor relacionado à concentração, à motivação e ao prazer). Ao mesmo tempo, há a diminuição da produção de serotonina (neurotransmissor que regula o sono, o humor e o apetite).
Essa verdadeira anarquia química acaba inibindo nossas estruturas pré-frontais, já que são elas que nos ajudam a frear nossos impulsos e desejos.
Diante dessa rápida pincelada na neurociência, podemos entender melhor os “sintomas” de um apaixonado.
Com a superativação do sistema de recompensa e da memória, sentimos profunda felicidade quando nos lembramos do objeto de nossa paixão.
E, essa sensação reforça ainda mais o sistema que acaba entrando em looping.
Ficamos como que embriagados, querendo beber ainda mais dessa paixão.
O aumento da dopamina transforma o ser amado em nosso único foco.
Ficamos obstinados, e a nossa vida passa a concentrar-se apenas nele.
Sentimos muita motivação e, ao mesmo tempo, muita ansiedade.
Trata-se de um estado parecido com o Transtorno Obsessivo Compulsivo.
Com a queda da serotonina, não dormimos direito, só pensando no ser amado.
Não comemos direito, só pensando no ser amado.
Ficamos mal-humorados, quando estamos longe do ser amado.
Esse quadro nos leva a compreender um pouco a origem latina da palavra paixão: (passio) que significa sofrimento ou o ato de suportar alguma dor.
Como a química da paixão inibe as estruturas pré-frontais, acabamos tomando decisões desnorteadas, como, por exemplo, torrar o salário para contratar um helicóptero que jogue pétalas de rosas no quintal dele/dela; tatuar o nome dele/dela atravessando nosso abdome; fazer uma declaração de amor num programa de televisão ao vivo.
Somos capazes de incorporar o “sem noção”.
Falando desse jeito, parece que a neurociência joga um balde de água fria nas clássicas fantasias sobre a paixão, não é mesmo? Toda a beleza desse sentimento acaba sendo reduzida a reações bioquímicas que vão além de nosso próprio controle.
Eu vou comparar o estado de paixão com o estado de embriaguez.
Em ambas situações, a área pré-frontal do cérebro fica inibida e perdemos (muito ou pouco) a capacidade do bom juízo.
Talvez seja por isso que é tão comum – seja ao apaixonado ou ao embriagado – dar vexames em festas regadas a comes e bebes (gula, luxúria e paixão…).
Então quer dizer que somos vítimas de nossa própria bioquímica??
Vejam com Nilo Deyson, que em alguns estudos dão essa impressão, sim.
Existe a neurofisiologia do medo também!
Tanto a paixão como o medo são fortes emoções, que costumam desencadear todo um processo bioquímico sobre o qual temos pouco controle.
E, talvez não tenhamos tanto controle assim quando somos rebatados pela paixão.
Penso que, por trás de toda essa sofisticada orquestração química, esteja a ideia fixa que a Natureza tem pela sobrevivência e pela reprodução.
O medo estaria para a sobrevivência assim como a paixão estaria para a perpetuação da espécie.
De qualquer forma, sabemos quanto o ser humano tenta driblar as forças da Natureza, não é mesmo?
A tecnologia farmacêutica, por exemplo, está sempre lançando medicamentos capazes de reprogramar nosso cérebro quimicamente, assim como manipular alguns tipos de comportamentos.
Segundo Helen Fisher – professora de antropologia e pesquisadora do comportamento humano na Rutgers University – os antidepressivos podem levar seus usuários a terem dificuldade em se relacionar intimamente com outras pessoas e até mesmo impedi-los de se apaixonarem.
A explicação estaria no fato de que há uma relação inversamente proporcional entre a produção de serotonina e a produção de dopamina.
Como os antidepressivos atuam sobre o aumento da produção da serotonina em nosso cérebro, isso inibiria a produção da dopamina (considerada a química cerebral da paixão).

Puxa, parece que uma forma de esfriar uma paixão é estudá-la neurofisiologicamente, não é mesmo?
Usar ou não os ouvidos da cientificidade para avaliar algumas músicas como as de Maria Bethânia, ou de Roberto Carlos, ou de Chico Buarque pode ser decisivo quanto a ouvir belíssimas letras poéticas ou aturar lamentos de uma dispensável “dor de cotovelo”.
Para fechar a reflexão que eu propus neste texto, eu recomendaria: se o seu cérebro não produz dopamina, não traduza a música No Ordinary Love, pois é um “chororô” só.
Fique apenas com a voz fantástica de Ana Carolina e deixe-se levar pelo arranjo envolvente da melodia.

Ops! Talvez haja um contrassenso nessa minha recomendação, pois a admiração pela voz da cantora e o envolvimento pela melodia da música têm a mesma natureza da paixão!

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

A paixão surgiu da ilusão humana
De onde nasceu a falta de raciocinio
O homem apaixonado tende a ser louco, perde o Tridimensional da vida e passa a viver uma pirâmide que leva ao sem noção o "amor".

Inserida por tullaguegue

A paixão trás um colorido novo a vida do apaixonado

Inserida por Jucivania95santos

A PAIXÃO DO POETA

O poeta é apaixonado, é vidrado na vida;
Por cada dia e todas as noites.
Pelas horas que escreve suas poesias;
Pelas letras que usa nos seus versos;
Pelas palavras que formam suas frases
E por tudo que o inspira viver.

É apaixonado pelo branco do papel;
Pela pena e tinta preta.
Pela luz da vela de noite,
Pela claridade que entra pela janela durante o dia,
Que ilumina a sua escrivaninha.

É apaixonado pela sua musa inspiradora,
Por sua história de amor.
Por seu mundo e sua gente;
Pelos que estão sentados na praça à tarde
Pelos transitantes da rua.

A paixão do poeta é por tudo:
Tudo de bom que existe;
Por todas as coisas que consegue ver,
Pelas sete cores do arco-íris
E por sua cor preferida, o verde.

Inserida por REGISLMEIRELES

COISAS DA VIDA

A vida tem dessas coisas...
Um coração apaixonado
Com cheiro de paixão
Gosto de desejos
Um coração cançado
Desiludido
Amargurado
Uns partem...
Outros esperam..
Saudades que aperta o peito
Num ritmo crescendo
Saudades mansa e dôce
Juras de amor correspondidas
Juras de amor desencontradas
Desalinhadas...
Absoletas...
Fingidas e mentirosas
E eu, tentando descobrir
Encontrar minhas asas
Ensaiar o primeiro voo
Fugir da solidão

Inserida por ivonedantaspoetisa

A obsessão da paixão leva ao descontrole mental fazendo com que o apaixonado se torne completamente irracional a ponto de fazer coisas imbecis pelo outro. Já o amor comete a grande loucura de perdoar muitas vezes aquela pessoa que não merece, mesmo que em um certo momento do relacionamento este provou que não ama.

Somente aqueles que se entregam à loucura chamada amor conseguem perdoar aqueles que não merecem. A obsessão da paixão não consegue perdoar, pelo contrário, procura obter todos os benefícios possíveis daquele que corresponde a essa paixão.

A paixão é uma obsessão e o amor é uma loucura!

ALMEIDA, Bruno de Souza. "Reflexões". Resende, 27 de Novembro de 2015.

Inserida por meuspensamentosBruno