Paixão

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Havia exatamente sete anos que era apaixonado por você, começou como uma paixão de criança, aquela paixão pura de criança. Me pego no quarto deitado em minha cama pensando em você, pensando em no que aquela paixão havia se transformado, não era mais uma paixão, teria se tornado amor. Eu enxergava seus defeitos e os amava, eu não me importava com nenhum deles, você sabia que eu te amava, mas não ligava, você não se importava comigo. Percebo que esse amor era algo impossível de acontecer, você nunca seria capaz de me amar como eu te amava, tento te esquecer, faço tudo que é possível para parar de gostar de você, essa era uma missão muito difícil, mas eu não desisti e continuei tentando. Até que no dia em que eu estava quase esquecendo, acabamos ficamos sozinhos em um cômodo e ali um beijo acontece, o melhor beijo que eu já tinha recebido, era doce, molhado e perfeito. Nunca pensei que aquilo poderia acontecer, para mim aquilo era tudo, mas para você não se passou de um beijo, apenas isso, a chama dentro de mim reacende e volto a ficar apaixonado por você, penso que poderia acontecer algo mais sério entre nós, então te mandou várias mensagens, mas você não responde, e se responde, é de má forma, isso me deixa cada vez mais triste, será que era aquilo mesmo? A menina que eu amava, simplesmente não sentia nada por mim. Essa era a triste realidade, mas eu me recusava a aceitar sem lutar por você, mas essa luta era em vão, não valeria de nada. Passam-se os dias, novamente ficamos sozinhos, só que dessa vez na chuva, ali surgiu mais uma oportunidade de beijar seus lábios, mas eu teria coragem de fazer tal feito? Sim, me aproximei de você devagar e lhe beijei, você não recusou, e continuou a me beijar, nos dois próximos dias, a gente iria se beijar. Achei que dessa vez iria dar em algo, eu havia lhe beijado três dias, mas eu novamente estava enganado. Só que dessa vez percebi que eu não seria feliz com você, porque a "gente" nunca existiria, seria só eu e você, separados, eu não poderia mas viver sem tê-la, eu precisava de você ao meu lado por toda a minha vida, mas isso eu não iria conseguir. Então em um certo dia, eu estava muito triste, peguei uma arma que havia guardada em minha gaveta, mirei em minha cabeça e tirei a minha própria vida. Era melhor eu morrer do que viver sem você.

"Quem estuda Direito com paixão será um eterno apaixonado, já que esse deverá estudar todos os dias alimentando assim sua paixão pela verdade."

"Reflexões". Resende, 27 de Janeiro de 2016.

Se entregue as suas paixões e você será um apaixonado pela vida.
Se entregue a Cristo e você será um apaixonado pela eternidade.

"Reflexões". Resende, 07 de Fevereiro de 2016.

Só os apaixonados contestam, protestam, procuram a transformação. As paixões não cegam; elas iluminam, utopicamente, o destino do ser apaixonado. A paixão é o alimento da liberdade. Não pode, portanto, existir pragmática da singularidade humana, sem seres apaixonados que a realizem. A paixão é o que nos diferencia dos seres inanimados, que simulam viver olhando, indiferentemente, o mundo à espera da morte. Só os seres apaixonados têm condições de procurar viver em liberdade, de procurar vencer as tiranias culturais.

Paixão é obra do acaso... Continuar apaixonado é escolha...

Se hoje você esta apaixonado, não se entregue muito a essa paixão, pois a pessoa que você se apaixonou, poderá não o amar como você desejo

Não seja um apaixonado endividado, um dia a paixão acaba e a dívida permanece de pé e com juros.

Se pensar em alguém o dia todo é sinal de paixão, eu sou loucamente apaixonado por você.

É possível ficar apaixonado por você, mas é impossível esquecer essa paixão.

⁠⁠A paixão é perigosa se não correspondida,ela cega o apaixonado, e a paixão pode se transformar em ódio em um segundo

Quer um conselho? Se estiver mesmo em paixão não diga... nada até que estejam apaixonados.

Decorei minha loucura com paixão, e agora estou apaixonado

Paixão

Quando pensas
que fui embora
apareço do seu lado
pois estou apaixonado

amo-a mais que tudo
minha paixão
e tão grande
que tranca a minha respiração

Inserida por poeta75

Sinto que está apaixonado é fundamental, onde, no mesmo modo, não ser contaminado pela paixão é sinal de sabedoria.

Inserida por 1681

Ser apaixonada por você?

Não,eu não sou apaixonada,paixão é coisa de momento,eu sou de momento,mas meu amor por você não,ele é amor,ele não é só uma paixão,uma simples paixão,é amor!

Eu te amo!

Inserida por anajulialeao

O Homem apaixonado é igual a um dependente quimico, por mais que ele queira escapar da sua paixão, ele não consegue, por que cada vez mais ele está envolvido.

Inserida por Felon

Com a paixão pela vida, vou vivendo apaixonado.

Inserida por Poetadossonhos

"Eu sempre fui à apaixonada, mas nunca fui à paixão da vida de alguém."

Inserida por eduardalins

Às ondas do mar me entrego
E não nego
Sou apaixonada pelo mar
E ainda maior é a paixão pelo MAR de aMAR!

Inserida por camile_de_vargas

Neurônios apaixonados ( PAIXÃO )
Por Nilo Deyson

Olá, amigo Leitor e prezados amigos de rede.
Venha saber direito com Nilo Deyson.
O que você pensaria se eu te indicasse se entregar totalmente a um estado “hipermotivacional” de demência temporária, com duração média de 12 a 18 meses e com grandes características de obsessão e de compulsão?
É provável que você me processasse, não é mesmo?
E se, ao invés disso, eu te aconselhasse: “Você precisa viver uma grande paixão!” Aposto que você acharia a ideia bem atraente.
Pois bem, você acredita que se trata da mesma recomendação? Incrível, não?
Basta pensar com a consciência.

Deixando de lado toda a aura poética do assunto, o que se passa em nosso cérebro, quando estamos apaixonados, é bem menos romântico do que nos mostram as fábulas e mitos. Tudo começa com a ativação das vias mesolímbicas dopaminérgicas (vias relacionadas ao sistema de recompensa e à memória).
Quando vivemos uma paixão, há um aumento da produção de dopamina (neurotransmissor relacionado à concentração, à motivação e ao prazer). Ao mesmo tempo, há a diminuição da produção de serotonina (neurotransmissor que regula o sono, o humor e o apetite).
Essa verdadeira anarquia química acaba inibindo nossas estruturas pré-frontais, já que são elas que nos ajudam a frear nossos impulsos e desejos.
Diante dessa rápida pincelada na neurociência, podemos entender melhor os “sintomas” de um apaixonado.
Com a superativação do sistema de recompensa e da memória, sentimos profunda felicidade quando nos lembramos do objeto de nossa paixão.
E, essa sensação reforça ainda mais o sistema que acaba entrando em looping.
Ficamos como que embriagados, querendo beber ainda mais dessa paixão.
O aumento da dopamina transforma o ser amado em nosso único foco.
Ficamos obstinados, e a nossa vida passa a concentrar-se apenas nele.
Sentimos muita motivação e, ao mesmo tempo, muita ansiedade.
Trata-se de um estado parecido com o Transtorno Obsessivo Compulsivo.
Com a queda da serotonina, não dormimos direito, só pensando no ser amado.
Não comemos direito, só pensando no ser amado.
Ficamos mal-humorados, quando estamos longe do ser amado.
Esse quadro nos leva a compreender um pouco a origem latina da palavra paixão: (passio) que significa sofrimento ou o ato de suportar alguma dor.
Como a química da paixão inibe as estruturas pré-frontais, acabamos tomando decisões desnorteadas, como, por exemplo, torrar o salário para contratar um helicóptero que jogue pétalas de rosas no quintal dele/dela; tatuar o nome dele/dela atravessando nosso abdome; fazer uma declaração de amor num programa de televisão ao vivo.
Somos capazes de incorporar o “sem noção”.
Falando desse jeito, parece que a neurociência joga um balde de água fria nas clássicas fantasias sobre a paixão, não é mesmo? Toda a beleza desse sentimento acaba sendo reduzida a reações bioquímicas que vão além de nosso próprio controle.
Eu vou comparar o estado de paixão com o estado de embriaguez.
Em ambas situações, a área pré-frontal do cérebro fica inibida e perdemos (muito ou pouco) a capacidade do bom juízo.
Talvez seja por isso que é tão comum – seja ao apaixonado ou ao embriagado – dar vexames em festas regadas a comes e bebes (gula, luxúria e paixão…).
Então quer dizer que somos vítimas de nossa própria bioquímica??
Vejam com Nilo Deyson, que em alguns estudos dão essa impressão, sim.
Existe a neurofisiologia do medo também!
Tanto a paixão como o medo são fortes emoções, que costumam desencadear todo um processo bioquímico sobre o qual temos pouco controle.
E, talvez não tenhamos tanto controle assim quando somos rebatados pela paixão.
Penso que, por trás de toda essa sofisticada orquestração química, esteja a ideia fixa que a Natureza tem pela sobrevivência e pela reprodução.
O medo estaria para a sobrevivência assim como a paixão estaria para a perpetuação da espécie.
De qualquer forma, sabemos quanto o ser humano tenta driblar as forças da Natureza, não é mesmo?
A tecnologia farmacêutica, por exemplo, está sempre lançando medicamentos capazes de reprogramar nosso cérebro quimicamente, assim como manipular alguns tipos de comportamentos.
Segundo Helen Fisher – professora de antropologia e pesquisadora do comportamento humano na Rutgers University – os antidepressivos podem levar seus usuários a terem dificuldade em se relacionar intimamente com outras pessoas e até mesmo impedi-los de se apaixonarem.
A explicação estaria no fato de que há uma relação inversamente proporcional entre a produção de serotonina e a produção de dopamina.
Como os antidepressivos atuam sobre o aumento da produção da serotonina em nosso cérebro, isso inibiria a produção da dopamina (considerada a química cerebral da paixão).

Puxa, parece que uma forma de esfriar uma paixão é estudá-la neurofisiologicamente, não é mesmo?
Usar ou não os ouvidos da cientificidade para avaliar algumas músicas como as de Maria Bethânia, ou de Roberto Carlos, ou de Chico Buarque pode ser decisivo quanto a ouvir belíssimas letras poéticas ou aturar lamentos de uma dispensável “dor de cotovelo”.
Para fechar a reflexão que eu propus neste texto, eu recomendaria: se o seu cérebro não produz dopamina, não traduza a música No Ordinary Love, pois é um “chororô” só.
Fique apenas com a voz fantástica de Ana Carolina e deixe-se levar pelo arranjo envolvente da melodia.

Ops! Talvez haja um contrassenso nessa minha recomendação, pois a admiração pela voz da cantora e o envolvimento pela melodia da música têm a mesma natureza da paixão!

Nilo Deyson Monteiro Pessanha