Os Velhos Carlos Drummond de Andrade

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⁠Às vezes Deus nos dá uma sementinha, um terreno, o adubo e até a irrigação, caindo do céu em forma de chuva para molhar a terra, também o sol, nós abandonamos tudo e vamos atrás da árvore do vizinho que está dando frutos, e já está maduros, prontos pra degustar, e quando cessarem os frutos os tempos da colheita, o que você terá? Não é melhor cuidar do seu terreno, da sua semente, adubar a terra, para que a sua plantinha venha ter caule, folhas, flores e frutos permanentemente e tudo seu? Muitas vezes a nossa falta de paciência e a preguiça, de ter o trabalho, de suar a camisa, de colocar a mão na massa, a mão na terra, a mão no trabalho, futuramente pode nos trazer a escassez, o remorso. Estamos ficando velhos, amanhã as forças podem faltar, mas a sua árvore poderá ainda está dando frutos, e a árvore do vizinho? A do vizinho, é do vizinho pense nisso

Inserida por ruth_nely

⁠Quanto mais velho ficamos, aumenta o risco de nós nos tornarmos "bobo da corte".

Principalmente, quando insistirmos em permanecer andando no meio de jovens.

Inserida por I004145959

⁠Fazer novos amigos, sem esquecer dos velhos amigos

Inserida por I004145959

⁠Velhos veteranos !


O que os veteranos representam para
o Estado e pra Nação ?
No meu ponto vista: Não passamos de um pedaço de papel, rolando pela pista.

Humilhados por todos, esquecidos pela corporação. Já não somos mais lembrados,
nem pelos nossos irmãos.

Esqueceram que nós, chegamos primeiro,
para manter a ordem, vivendo só de migalhas, tratados como canalhas, sem dor e sem compaixão, dos velhos comandantes que não tinham coração.

Hoje aposentados, somos ainda obrigados a contribuir, com o Fundo da Previdência Social em dez pinto cinco.
Como se fosse pouco, ainda temos o troco para pagar a Receita Federal, Vinte e Sete ponto Cinco, isso também não é legal.

Cadê o respeito, pelo velhos veteranos, que entra Ano e saí Ano, com os proventos defasados e sem ninguém do seu lado, para poder contestar ?

Esquecidos nas metrópoles...

Ao acordar pela manhã sentiu algo diferente, os raios de sol invadiam o quarto que lhe parecia o mesmo, a cama não lhe era estranha, bastava um leve mexer para se ouvir o ranger conhecido das molas do colchão, continuava só, como já há muito tempo, desde quando, não se lembra bem, ainda jovem, perdera quem amava para uma doença agressiva e intratável.

Ela havia sido a única pessoa que amara de verdade, sua amiga, companheira, confidente, se conheciam intimamente, detalhe por detalhe, todos os medos, os defeitos, as dores do corpo, da mente e do espírito.

As virtudes diferiam um pouco, ela sorria mais, delicadamente vaidosa destinava bom tempo no cuidar dos longos cabelos que chamavam a atenção naquela face quase juvenil.

Ele, totalmente descuidado, cabelos e barba por fazer, achava perder tempo nesses cuidados, só os fazendo vez ou outra para lhe agradar.

Ah, como gostavam de relembrar como se encontraram.

Havia sido num retiro, desses onde muitos vão à busca de silêncio e paz quase que sempre para acalmar algumas das muitas inquietações que lhes incomodavam e, o mais incrível, ambos, de forma tão semelhante, não deveriam estar ali, fora uma decisão de última hora, deixando amigos que partiriam para mais uma festa qualquer.

Diversão igual àquela já não lhes chamava a atenção, até iam, mais para satisfazerem aos outros do que a si mesmos, mas, daquela vez, algo maior os fez mudar de ideia, uma certa intuição, como se fosse uma clamor.

Ao saírem daquele lugar de calma e tranquilidade nunca mais se separaram, continuaram trabalhando, mantendo os laços familiares, frequentavam um lar de velhinhos sem ninguém e um orfanato repleto de crianças de várias idades.

Tinham a vida social que aquele lugarejo permitia, deixaram a vida seguir seu curso, não fizeram planos, só a promessa de que viveriam um para o outro, e assim foi até quando aquele mal interrompeu suas jornadas de felicidade plena.

Porque então acordara e se sentia deslocado nessa manhã e que razões o fizeram percorrer mais uma vez esse percurso que em sua lembrança estava cristalizada?

Algo diferente ocorria, as mãos que trouxera ao rosto eram sensíveis, pele fina e com feridas, as unhas compridas, tentou levantar-se rapidamente, dores sentia pelo corpo que não lhe obedecia.

Erguendo-se com dificuldades sentou-se e, defronte a um pequeno espelho na parede, com atenção nunca tida, olhou e percebeu um rosto com os sulcos próprios de uma idade avançada, por instantes, confuso, se perguntava,

Quem era aquele refletido no espelho, alguém tão diferente e estranho, com poucos cabelos e olhar distante?

Com mais atenção percebera não estar sozinho como imaginava, parecia um grande salão, levantou-se vagarosamente e, andando não mais que dois passos, esbarrou numa cama com alguém encolhido, desviando-se, com mais um passo outra cama e outra pessoa, este sentado à cama, com o rosto do espelho se parecia e, com mais atenção, ainda sem entender direito, viu outras camas mais, chegando mais próximo de alguém com fala inaudível e o braço estendido lhe apontava uma jarra de água.

Perguntava-se, como chegara ali e quanto tempo poderia ter se passado?

Preso à memória de um tempo tão feliz, apenas envelhecera, e como os que ali estavam apenas haviam sido esquecidos.

Em memória aos que viveram num "depósito de velhos" escondido no centro de São José dos Campos, metrópole do Vale Paraíba Paulista, com 600 mil habitantes.

Uma reflexão para um país onde os que envelhecem aos milhões estão perdidos e sem memória.

Inserida por pauloafonsobarros57

LEMBRANDO OS VELHOS TEMPOS, SÓ POSSO FICAR NA SAUDADE, PORQUE NÃO VOLTAM MAIS, COMO PASSOU TUDO TÃO RÁPIDO, PARECE QUE NASCI ONTEM. DEVEMOS APROVEITAR A VIDA PORQUE O TEMPO NÃO PARA..

Gostoso???
Gostosa???
É o homem e a mulher que vivem juntos a vida toda e quando velhos ainda se dizem :
Eu amo você.
E quando um morre
O outro vive, mas todo dia morre um pouco de saudade

há um tempo em que é preciso reciclar
jogar fora coisas velhas,
velhos hábitos, roupas , sonhos
e no aflorar das mudanças é preciso aprimorar o riso
pode ser que algumas coisas velhas queiram transformar-se em lágrimas
não,não podemos voltar, o tempo é exemplo que é pra frente que se vai
passado é objeto morto, coisas velhas
lá estão sonhos que não deram certo
ousadias infundadas, casas em péssimo estado.
reciclar, olhar para o futuro
almejar novos sonhos
fazer uma casa nova e nela sorrir
pois o futuro nos pertence
e é só o que temos...

O Facebook está nos mostrando que estamos ficando velhos, com suas publicações nostálgicas, que não somos os únicos a terem manias bizarras, com suas publicações que são FATOS para todos e nos mostra também que dia é o aniversário das pessoas. Em segundo plano acho que é trocar de mensagens.

Inserida por WeltonOliveira

⁠Quando aqui cheguei
as crianças eram crianças
os adultos já eram adultos
os velhos eram sempre velhos
e o mundo estava pronto
concluído e imutável para se viver

Quando daqui me for
as crianças cresceram
os adultos são outros
todos os velhos morreram
o mundo havia tanto mudado
e eu não sou mais o mesmo

Inserida por joaquimcesario

⁠⁠⁠Esqueci de dizer...
Que só gosto das crianças, dos velhos e dos loucos!
(Obvio, são como eu!)

Inserida por bill_oliveira_william

⁠Quando compreendemos o que é a condição dos velhos, não podemos contentar-nos em reivindicar uma “política da velhice” mais generosa, uma elevação das pensões, habitações sadias, lazeres organizados. É todo o sistema que está em jogo, e a reivindicação só pode ser radical: mudar a vida.

Simone de Beauvoir
A velhice. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.
Inserida por pensador

psicografar poemas
dar voz a velhos
fantasmas
é ato perigoso
qual dançar sobre
abismos

é torcer tramas de corda
para o próprio enforcamento

Inserida por camargoeb

⁠"Oi jovem --- obedeça mais os seus pais e respeite os mais velhos, eles querem o seu bem, por isso, torcem para você ser uma pessoa útil a sociedade e a você"

Inserida por Ademar_de_Borba

⁠A loja de brinquedos velhos em Paris não é limpa há séculos. Bonecas encardidas de roupinhas remendadas, comboios com seus vagões amassados. Dolentes e suaves assombrações. Companhia de crianças que há muito desapareceram. Por que paro e olho a vitrine?

Inserida por linodealbergaria

⁠Sábio e aquele que respeita os mais velhos.

Inserida por Gs_Capuchinho

⁠Repense seus velhos conceitos, não se envergonhe de mudar de opinião. Nascemos para crescer em conhecimento e evoluir, uma longa reta nos conduz das trevas à luz e, cada pontinho alcançado nessa reta, é mais um passo na nossa evolução. Já avançamos bastante, vamos continuar.

Inserida por Valdecir

Vida que escapa aos artelhos, tempo que esvaece e ficamos velhos.

Inserida por Claudiokoda

Vida que escapa aos artelhos, tempo que esvaece e ficamos velhos.

Inserida por Claudiokoda

"" Não explique a poesia
complique
as formulas são segredos dos velhos
é preciso inovar
acordar cedo, lenhar
não complique a melodia
com notas que não existem
sorrir é sempre um agrado
para quem ao seu lado também sorri
a vida é simples e complicada
mas nada que não tenha graça
lá na praça, amanheceu
e eu por amor
ainda espero você..

Inserida por OscarKlemz

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