Os Inocentes de uma Guerra
Para garantir um mundo com arte e poesia, alguém tem que manejar as espadas e com a habilidade necessária.
Quanto menor a quantidade de pessoas você envolver no campo de suas batalhas internas, mais fácil tornar-se-á as chances de ganhar a guerra. Ninguém conseguirá desvendar as estratégias articuladas pelas suas frustrações além de si mesmo, pois essa... é uma luta que se ganha só.
Assim, uma anomalia humana vem sido alimentada por nós mesmos, que enxergamos sem ver, que escutamos sem ouvir, que repetimos sem refletir, lutando sem saber em que guerra entramos.
Ser mulher é ter a magia,
o oculto,o querer e o não
querer ao mesmo tempo,
é o manter a classe quando
o salto quebra.
É o declarar guerra com calma
e frieza no olhar e lhe chamar
de meu bem.
Mulheres que criam cores à
colorir o mundo sem sujar as mãos.
Mulheres que concorrem no belo
entre si,para depois desfilarem
beleza e espalharem charme
e encanto por onde passam e
sendo todos sua platéia.
Sem o que dizer mais,resta-me
apenas concordar que o mundo
feminino é mágico.
Não há como negar que as técnicas da oratória podem mesmo servir tanto para o bem como para o mal. Foi a palavra que promoveu a paz, fazendo com que povos que viviam digladiando passassem a conviver em harmonia. Foi a palavra também que levou povos a iniciarem guerras que dizimaram populações inteiras.
Lutar contra o invisível e o inexistente; buscarmos forças em nosso interior nunca serão suifientes para ganharmos uma batalha, quiçá a guerra.
Tô me sentindo sobrecarregada.
De sonhos não realizados
De contos inacabados
Histórias mal contadas
Lembranças que ferem demais
E de ideias que não saem da cabeça
Nem do papel
De problemas acumulados
De tantos nós ainda atados
De dores que mudam de lugar !
De ver o tempo se escorrendo pelo ralo
E não poder segurar
De ver guerras que não possuem tréguas
Mortes prematuras
Saudades
E a esperança que sempre insiste em me Levantar
Tal como canta todo dia o passarinho na gaiola
Tô cansada dessa fé inabalável que não descansa
Cansada dos cosméticos que não devolvem o tempo
Dos remédios que não curam
De vistorias no DETRAN
De reclames aqui e ali
Do desejo de Trocar as coisas por coisas novas
Mudar de casa
De rua
De bairro
De carro
De TV
Recomeçar . Quem sabe traz sorte nova? !Notícias novas?! Ares novos?!
Sem deixar pra trás quem eu amo e os livros .
Ah! Os livros. Esses abandonei no caminho. Pra pesar menos a bagagem de quem ainda não encontrou o seu lugar
E já não cabe mais onde já coube
Cansada de gente implicante. Provocante.
Cansada de não sair do lugar!
Da vitória secret que não acontece
E das verdades secretas...
Pela honra do falecido guerreiro Daniel Fraga,
Pela honra da bandeira do ancapistão,
Eu represento todo mundo que faz agorismo e sonega imposto,
Eu ordeno a GUERRAAAAAA!
Natal no mundo
Não basta escrever sobre aquele menino nascido numa manjedoura há cerca de 2 mil anos, natal era o princípio da luz divina encarnada na efémera passagem do homem na terra, o princípio da esperança nos homens. O princípio do deslocamento terreno e divino, o Natal era o momento de acontecer.
E acontecia!
Acontecia natal, na luz e nas sombras dos homens, na esperança e na desesperança, na partilha e na solidão.
E nasciam palavras e poemas, nascia amor!
E algures, o vazio do mundo continuava a existir.
Mulheres continuavam a dar à luz em terrenos de guerra, a fome a espreitar os olhares moribundos, os mendigos a arrastarem-se por entre as paredes grossas das catedrais. O sangue a jorrar nas paredes vazias, em terras inóspitas
Os barcos continuavam a despejar homens, mulheres, crianças nos mares da Europa. Nessas madrugadas de Natal, não havia lareira, nem mesas fartas, o medo alastrava-se nas frágeis embarcações, alagavam-se os dias de sentimento exaurido e triste. A fome, o frio, entranhava-se na dureza dos corações amargurados e desistentes.
E acontecia!
E de novo acontecia, a dor e a esperança, a anunciação, a fuga para uma terra prometida.
A coragem revestida duma amálgama de pranto e desconsolo!
O deslumbramento e o desassossego dos homens, numa terra minada pelo desespero.
E acontecia!
Uma criança que chora, outra que que desfaz embrulhos sem olhar para algum, a fartura a confundir o sentimento de injustiça.
Mesas fartas, mesas luxuosas, o cheiro a açúcar e canela, e o vazio opaco, invisível em cada uma delas!
Mesas de pedra, vazias, geladas! O aconchego frio das pedras das catedrais, crentes que passam, homens de boa vontade estendendo um pedaço de pão, um cobertor para enganar o frio, uma sopa quente. Uma fotografia esquecida, memórias onde a família ainda era um conceito de paz e estabilidade.
E homens e mulheres percorrendo as ruas vazias e frias de uma cidade qualquer, e homens e mulheres cansados dos dias, ouvindo os sinos de uma aldeia adormecida.
E o fluxo dos homens desesperados procurando a salvação!
E Natal acontecia!
São Gonçalves.
Sejamos os olhos que sentem mais do que enxergam, as bocas que entendem o que não dizem, os ouvidos que silenciam enquanto o barulho é de guerra.
#filosofiadosurf
... Ola !! Eu e meu filho observamos sua loja sempre cheia e gostaria de saber, Oque o senhor vende ?
- Eu vendo sonhos, me conte quais são os seus e consultarei se tenho.
- Ahh meu senhor ! Eu sonho em ter muito dinheiro, ser famoso e ser querido por todos.
- Olha esses sonhos já foram todos vendidos, porém eu ainda tenho os sonhos de acabar com a fome e com as guerras. O senhor tem interesse ?
- Não Não! muito obrigado, tenho que buscar meu outro filho ali e talvez depois eu volte.
... E la se foi Seu Two thousand com seu filho Sixteen
Não há luz sem que exista trevas, não há felicidade sem que exista dor, não há amor sem que exista ódio, não há paz sem que existam guerras, não há vida sem que exista morte, não há paraíso sem que exista inferno e não há um EU sem que exista você.
De um lado, um Estado omisso, acovardado, cúmplice e fiador de tudo. De outro, as facções que ditam as regras, promovem barbáries, mantêm o controle de tudo (dentro e fora das "prisões") e ainda exigem proteção e privilégios... Esse é o Brasil e sua estrutura (sem vergonha) de poder.
Ó Senhor, pela força que tu me deste, sairei à guerrear, perseverando, até que alcance, eu, a vitória.
