Os Inocentes de uma Guerra
Ha 2000 anos crussificarão-me ha 500 colonializarão-me ,hoje so me dão Guerra,HIV.Tuberculose. Eu vos conheço, voçês são Porcos de Olhos Azuis
Guarda-Roupa
Paz se veste de paz
Assim é que se acalmas
Revestir de guerra
A Paz se erra
Em resposta a nunca ter respondido
Eu digo, não brinque mais com meu abrigo
Se não: não serás nem terá sido, paz.
Criam bombas propagam a Guerra, atira, mata, bate, oprimi e ainda dizem que é lutar pela a paz... nunca ninguém chegará na paz fazendo guerras...
Posso uma guerra ter que vencer,e com leões ter que combater até no deserto sobreviver,tudo isso enfrentaria,desde que o prêmio seja você...
Guerra e paz
As vozes da guerra sufocam
as súplicas de amor
dum coração tão machucado
em plena mocidade.
De nada adiantam as preces
pois os canhões rugem nervosos
nos campos e nas batalhas.
A ponte que levava a uma nova esperança
se incendeia com a morte
da compaixão e, as feridas,
tão expostas,
esvaem as emoções
nas poças de sangue.
Ideais são capazes
de movimentar exércitos
inteiros,
sedentos pela perspectiva
da vitória.
Numa guerra ninguém é gente,
nem sente pena dos outros.
Só peço, meu Deus,
uma gota de chuva que seja,
que lave as trincheiras,
esvazie os campos
e nos traga paz.
Ele esteve guardando todas as suas medalhas de guerra.
Estava indo para um caminho de batalhas.
Á sangue em todo lugar, em suas mãos á armas de fogo, em seus bolsos á fotos da família.
Está tudo acabado, apenas os fortes ficaram e os que tiveram sorte.
Seus olhos cheios de lágrimas expressam uma perda enorme, mas uma felicidade intensa, pois ele sabe que quando chegar em casa poderá abraçar suas filhas e beijar sua amada novamente.
A guerra é o resultado da prática da marginalidade controlada. A guerra somente ensina a intornar, deluir, sepultar e derramar sangue para a terra. Todavia, não sejam gratos por ela, porque para além de matar, não constrói.
A guerra somente reduz, retrocede, delonga e retarda a convicção de sermos fiéis para com a nossa felicidade.
Não vou desistir, ainda tenho muito pra sorrir. Não quero guerra com ninguém, tô em paz eu me sinto tão bem.
A grandeza de um pequeno gesto
Logo após o término da Segunda Grande Guerra, a Europa começou a ajuntar os cacos do que restara.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu, do seu jipe, um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino, falava da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes, e de dar água na boca, sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
O soldado ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Em pé, ao lado dele, comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
- Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
- Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas, dizendo de forma descontraída:
- Aqui estão as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
- Moço, você é Deus?
Em diversas situações, pequenos gestos significam muito para algumas vidas.
“Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior”.
Todo soldado sente a dor e a solidão, ele anseia ver o amor novamente, mas só vê a luta a guerra. Sair sem saber se irá voltar se irá restitui ao menos parte do que tinha um dia. A pior batalha do soldado é sabe que a dor é eminente, que pra vencer precisa lutar, precisa sangrar o coração, antes a dor que padece a carne o corpo, que a dor do coração e da alma.
