Os Inocentes de uma Guerra
NÃO HA PAZ ANTES DA GUERRA, TODA PAZ VEM APENAS DEPOIS DA GUERRA, CASO CONTRARIO, É APENAS UM MARASMO CONFUNDIDO COM PAZ.
Retrato de uma guerra...
Uma cidade sem ruas,
uma rua sem casas,
uma casa sem família,
uma família sem mãe,
uma mãe sem filhos,
sem filhos e sem mãe.
Um corpo caído,
moído... sofrido.
Um corpo sem braço,
um braço sem mão.
Falta de espaço,
falta de ar,
um tiro no coração.
Uma cidade,
uma rua,
um homem,
sem sol, sem lua...
apático...
sobreviveu porque foi prático.
“A guerra é para os fracos de espírito, não existirá luz em derramamento de sangue por causa de bens materiais”.
Viva em paz, mesmo que o mundo esteja em guerra. Não há maneira melhor que implantar a paz no mundo, senão dando um exemplo.
Lutar pela paz já estar em guerra. A melhor maneira para a paz reinar é dar o exemplo. Apenas viva em paz.
Construímos asas para voar, mas ainda as forjamos com o mesmo aço da espada da guerra. Precisam ficar mais leves, menos tensas. Precisam nos aproximar.
Guerra e Paz
Movimento desumano,
é com raça,
é marcante,
o momento coletivo,
todos juntos,
à um só motivo.
Aos passos trafegantes,
entre avenidas,
um corpo coberto de sangue,
entre balas,
arremeços de bombas,
um destino,
uma vida,
uma triste imagem perdida.
Sobre Perícias,
a guerra é o réu,
ninguém cumpri as leis,
não existe paz,
nem silêncio,
qual o destino da humanidade?
Ouço tiros,
gritos de socorro,
o cenário é marcante,
é de fazer chorar,
o passado retoma ao presente,
a palavra é calada,
os inocentes falecem.
Todos seres racionais,
mas só pensam no mal,
no grito de ajuda,
presos entre estilhaços e lixos.
O patrimônio não tem sossego,
só guerra,
só mal,
as polícias não dão conta,
milhares contra um,
não pensam na situação,
nem no machucado,
que ficará para trás.
Eu quero um pouco de paz,
Eu quero um pouco de luta,
Eu quero conduta,
Eu quero mais.
A paz tem seu destino,
tem sempre um barulhinho à fluir,
os anjos da vida,
em conflito com a guerra ao surgir,
em proteção,
Água x Fogo,
isso não é sonho,
isso é realidade.
Vau de memórias....
Chegou o soldado da guerra, onde tantas não
tiveram a mesma sorte, ó minha mãe,
meu filho estás vivo, como rezei por ti meu amor,
meu anjo, pedi tanto a Deus que voltasses vivo.
não estou vivo minha mãe, estou morto
por dentro, podre e sem coração
meu filho esquece a guerra, agora estas comigo
em casa só isso é que interessa , dá-me um beijo meu querido filho
Mãe tu não sabes em quem eu me tornei, um monstro
não filho tu és sangue do meu sangue,carne da minha carne
não mãe matei homens, mulheres...
não sou digno do teu amor minha mãe..
Filho já passou a guerra acabou....
e o que ficou para traz ficou,
tens de recomeçar a tua vida ,
casa meu filho com uma mulher
que te ame mais ainda que eu e esquece...
tudo que vives-te filho
enquanto aquele soldado contava a sua história
passou uma velhinha de saia redonda preta ate aos pés ..
olho para o chão e vejo agua correr e pensei que é isto .
e seguiu viagem...ela tinha feito xixi a nossa frente
o soldado ria a gargalhada da cara estúpida...
que eu e o meu irmão fazíamos
tinha 10-dez ou 11-onze anos na altura o soldado...
já devia ter mais de 70-setenta
tinha estado na primeira guerra mundial era um homem sofrido pelas memorias da guerra
com quem eu e o meu irmão gostávamos de ouvir, ele já faleceu seguiu o conselho da
sua mãe foi feliz a sua maneira teve filhos, netos e bisnetos ganho uma medalha pelos
serviços feitos na guerra..descansa em paz soldado da aldeia, perdida nas serras.!!!
Na vida existem 2 caminhos por seguir; o da luta e o da guerra, logo, só sobrevive quem lutar e quem guerrear.
Guerras são destruidoras de lares, vazio de família, trauma na existência, covardia , guerra de poder, manipulações em massa detida por honores pessoais.#11;
Queremos que o futuro seja o sorriso de uma criança...#11;
Não a morte sem esperança!#11; Não somos livres com guerras e brigas por religião e preconceitos.#11;
Mais juntos sonhamos um mundo de paz
Dentre muralhas montanhosas alguém faz pedidos aos deuses a unir duas nações em pé de guerra enquanto uma linda princesa dormia.
Ao acordar em plena madrugada depois de levitar sobre a face de um sonho. Victoria se enche de esperanças e logo pela manhã procura Debreth, um sábio intérprete de visão profunda.
-Do que se trata a ilustre visita de Victoria?
-Pergunta Debreth, já num aspecto de reflexão. Victoria então resolve contar as boas novas. Mas não sabia ela que o parecer de Debreth fora tão péssimo, tão enigmático quanto o seu próprio sonho. À ponto de ir a um encontro que sempre às escondidas com o seu amado, cujo nome Missim, o destemido soldado.
Às margens de um rio esta Missim colhendo flores para a sua amada, que desce do cavalo com a ajuda de seus braços fortes e se amam apaixonadamente como nunca.
Victoria diz a Missim o que havia então se passado e ao ouvi-la Missim aspira mais uma vez aos deuses. E os gritos de socorro já tiniam pelos campos.
Victoria morreu a caminho de casa e Missim flechado na batalha...
