Orelhas

Cerca de 102 frases e pensamentos: Orelhas

⁠Dói dói de mais,
Doem os olhos de chorar,
Dói a cabeça por não dormir,
Doem as orelhas por usar mascara,
Doem os músculos por resistir.
Como dói a perda,
Dói também o coração,
e saudades desespero, incertezas
e a razão.
Dói tudo sem explicação.
Dói tudo em todo mundo,
Dói não ter um abraço,
Dói não ter atenção.
Dor por dentro dor por fora,
dor da gente dor do outro,
dor que ninguém enxerga no
semelhante ,
Mas que dói muito,
Neste planeta sem amor,
procrastinando a evolução.

Inserida por HeidyKeller

⁠orelhas de coelho
uma menina que tinha pequenas orelhas de coelho, todos a achavam estranha até por que quem não acharia estranho? apesar de tudo era um ser humano com grandes orelhas de coelho.
Mas por que era tão difícil apenas aceitar alguém diferente? por mais que ela tivesse aquelas orelhas ela ainda tinha sentimentos .
Parece que ninguém entendia isso, a menina sempre se perguntava - ''por que é tão difícil de entender que se eu me cortar sangraria, não somos todos iguais ? humanos?
Mas depois de ouvir coisas extremamente ofensivas a garota pegou uma tesoura amarela foi até o banheiro, fechou a porta é olhou-se no espelho, uma lágrima caía de seu olho e escorria pelo seu rosto, suas mãos estavam tremulas, quando ela tomou coragem ela segurou uma de suas orelhas e lentamente foi abrindo e fechando a tesoura.
Até ela finalmente cortar sua orelha, havia sangue em seu cabelo, em seu rosto as gotas de sangue escorriam e se misturavam com suas lágrimas, depois de alguns minutos de silêncio ela cortou sua outra orelha.
Suas mãos estavam completamente sujas de sangue, ela estava chorando o sangue se misturava com as lágrimas é o suor dela, logo ela olhou para o espelho e deu um sorriso forçado.
Ela limpou tudo e foi tomar banho, ela foi se lavar a agua estava fria, ardia sempre que ela encostava na agua, ela limpou o sangue de seu corpo, depois de um tempo ela não sentia mais dor.
Agora ela não ouvia nada além de seus pensamentos , bem isso foi ótimo para ela
pelo menos ela não ouviria que a dor que ela sentiu foi em vão, pois agora todos acham orelhas de coelho perfeitas.

Inserida por dreamgirl

O Patrão Celestial foi extremamente sábio quando na criação nos deu duas orelhas e só uma língua.

Inserida por ClaudioRibeiro

"De que adianta os louros sobre as orelhas quando se tem os pés afundados no charco? Primeiro tira o teu pé da lama e anda..."

Inserida por JakesLanodeCaldas

Devemos sempre nos lembrar que Gaia nos deu duas orelhas e uma boca, quem sabe devemos escutar duas vezes mais do que falar.

Inserida por Fbena

Até a natureza confirma que devemos ouvir mais do que falar: temos 1 boca e 2 orelhas.

Inserida por MARCOAURELIOMASINI

⁠⁠Utilizando mais as orelhas para à captação do som, aproveitando a função do ouvido que é transmitir e traduzir sons para o cérebro e mantendo a boca fechada se aprende muito mais... SORRIA...

⁠"A mera observação das coisas faz-me andar sempre com as orelhas guiadas - ouvir é mais importante do que falar - o ouvir fica com a gente ...o falar vai com os outros"

Inserida por jorge_pincoruja

ele não me morde
me lê com os dentes


começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.


não grito.
abro.


passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.


devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.


flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.


não resisto,
entrego.


cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.


o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.


não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.


o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.


e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.


do amor, não quer beijos
nem transas —
quer a vontade.


dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar da fuga,
o brilho curto do prazer rápido,
meu dedo amarelo,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.


cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.


quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.


o canibal limpa a boca
e vai embora.


e o que ficou
não mais escreve.

Inserida por rodriguesnutshell

⁠Se nossas orelhas são diferentes uma da outra e o tempo? Do ponto de vista das diferenças o tempo é inigualável. Deixando Einstein bem longe do tema, se você hoje veterano for pensar o tempo em relação a sua trajetória de vida e sobreviveu, pode ter certeza que está no podium. Administrar e compatibilizar o seu próprio já é um desafio, agora, harmonizar com dos outros, é um vitorioso. A questão final não é ficar imaginando o que ainda tem de tempo, quantitativo e velocidade, mas é saber da sua competência.

Inserida por giuliocesare

ANTIGÊNIO

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Nunca tive o desejo de cortar as orelhas. De me flagelar de alguma forma. Se gostasse de tatuagem, piercing, algo parecido, abriria mão pelo simples fato de ser avesso à dor. Suporto bem qualquer dor, desde que seja inevitável, mas não tenho esse prazer de buscá-la. De provocá-la em mim próprio.
Também não gosto, e além de não gostar, não entendo a depressão. Se não sou alegrinho, serelepe, uma pessoa dançante, é mais pela timidez ou pelo senso de comportamento externo conveniente. Também não me agrada ser aquele sujeito que os entes mais queridos nunca saberão como está, caso queiram vê-lo. Se tiverem saudade ou preocupação.
Agrada-me ser agradável, receptivo com as pessoas queridas, ainda que não esteja em minha melhor fase, o que não repasso quando recebo alguém de boa fé. Que demonstre afeto sincero; sentimento livre; desarmado... e que aprecie minha presença.
Por isso gosto de luz. Luz natural. Janelas e portas abertas, ambiente convidativo, indumentária informal para propagar a certeza de que as pessoas uma vez bem-vindas serão sempre bem-vindas. Não de vez em quando. Não às vezes ou quando a solidão é pesada; insuportável. Minha única exigência é que tais pessoas sejam sempre aquelas que me conquistaram.
Evidentemente, tenho momentos de tristeza e revolta. Fico feliz por isso. Ainda bem que tais momentos não são de alegria e satisfação. Seria medonho, para mim, se a tristeza e a revolta fossem minha normalidade. Decididamente, acho que não sou um gênio. Falta-me ser excêntrico e deprimido.

Inserida por demetriosena

⁠O brasileiro é um povo inteligente, só precisa cortar as orelhas de burro.

Inserida por willyswillys10

⁠Tirar verso da cartola

Anda logo não amola

Orelhas atrás da orelha, olá... da cachola

Inserida por Leonardojjms

Amizade

Você sabe qual o relacionamento
entre suas duas orelhas ?
Elas escutam juntas ...
Elas escutam e se calam juntas ...
Elas escutam e brigam juntas ...
Elas escutam e riem juntas ....
Elas escutam e choram juntas ..
Embora elas nunca vejam uma a outra ....
A amizade deveria ser exatamente assim !
Jamais se esqueça que o verdadeiro amigo é para sempre, igual as suas duas orelhas !!!
Boa noite amigo!!!!!!!

Inserida por Rai1945

⁠Eu sempre gostei de estrelinhas que não tem pontas e de elefantes que tem orelhas enormes e não voam.⁠

Inserida por ricardovbarradas

⁠Quem muito coça as orelhas, de pulgas está bem servido

Inserida por RandersonFigueiredo

o canibal


ele não me morde
me lê com os dentes


começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.


não grito.
abro.


passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.


comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.


depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.


e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.


devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.


flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.


não resisto,
entrego.


cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.


o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.


não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.


o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.


e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.


do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.


dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.


cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.


quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.


o canibal limpa a boca
e vai embora.


fico.
pela primeira vez,
íntegro.


e o que ficou,
não escreve m canibal


ele não me morde
me lê com os dentes


começa pelas orelhas,
que uso pra ignorar preces,
depois a boca,
por onde despejo escárnio.


não grito.
abro.


passa pelos ombros,
onde carrego o peso de ser,
então os braços,
que usei tanto para abraçar inimigos
e empurrar amantes.


comeu os cotovelos
da força que não tive,
o gesto que faltou,
tudo vai na mesma dentada.


depois as mãos,
essas que seguram o cigarro.


e as pernas,
essas que me levaram a becos errados
e fugiram do caminho certo.
o canibal rói os joelhos,
onde dobrei demais,
e os pés,
que nunca tocaram no chão.


devora meu coração,
desgasta o ciso
mastigando a ilusão
do amor.


flamba os pulmões,
corta a fuligem,
assa os alvéolos:
meus atalhos anestésicos.


não resisto,
entrego.


cada pedaço arrancado
era o que sobrava de mim:
nome, pose, piercings.


o canibal mastiga devagar,
como um diabético
mascando chiclete sem açúcar.


não sobrou peito:
menos eu
e mais espaço.


o cérebro vem por último,
sobremesa agridoce,
viciante.


e nele, começa pelos poemas.
mastiga versos inteiros,
cospe rimas fracas e
parafusos soltos,
engole metáforas
que usei pra esconder a verdade.


do amor, não quer beijos
nem transas:
quer a vontade.


dos vícios, gosta mais.
lambe o açúcar do café,
o brilho curto do prazer rápido,
bebe a coragem falsa
como cerveja quente.


cada coisa comida
me deixa mais simples,
menos personagem.
mais eu.


quando termina,
não sou vazio.
sou tutano.


o canibal limpa a boca
e vai embora.


fico.
pela primeira vez,
íntegro.


e o que ficou,
não escreve mais.

Inserida por rodriguesnutshell

⁠O beija-flor-de-orelha-violeta
emprestou a cor das orelhas
para escrever este poema
para dizer que quando você
acha que ninguém te vê
é quando por todos os lugares
você anda sendo mais visto,
ou melhor, 'bem mal visto'.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou minha própria
Psicóloga...
Quando fico arredia
Disparo a escrever frases
De efeito, todas com puxões
De orelhas...⁠
E saio
De mim
Falando sério:
O que há com você ⁉️🤣
Mas, eu não me respondo,
Dou o maior silêncio,
E vou dormir...😴💤👈

Pagar, com verba pública, para o vulgar estudar, é dar mais do que ele se importa com a escola, é autovulgarização do sistema educacional. E o mercado aceitando orelhas nos diplomas.

Inserida por Kllawdessy