Olhos Alma
Fé 🎚 um
Exercício para mudança da Alma
A condução do Espírito, em Cristo,
Te direciona a um lugar secreto
seguro, para a Vida.
Amor sem medo da morte
Afinal, Somos Eternos como o Pai.
Para você...
O sorriso pode estar pálido
Mas a alma jamais, ela brilha.
O corpo pode estremecer
Mas a alma, vibra pela vida
Os braços podem não querer obedecer
Mas a alma, continua a abraçar com força
As pernas podem fraquejar
Mas a alma jamais, ela firme está.
O que fortalece a sua alma?
É a tua FÉ e todos que te amam.
Enquanto for possível equilibrar a alma e o corpo na terra, você não pode pensar que não pode seguir adiante.
NAS ENTRELINHAS
Se alguém pudesse ler a alma da poesia
secreta, onde cada sentimento a traçou
talvez entenderia mais sua terna melodia
os sonhos, os suspiros que elevaram voo
Estar é o destino e, se acaso, algum dia
a condição no sofrer, então, lacrimejou
esse verso não era a poética de alegria
nem tão pouco a emoção que enlutou
É a vida, ilustrada, da direção da gente
tateando a cada momento eternamente
trajando o além dum agrado ou aflição
Nessa prosa, na composição reservada:
um olhar, um sussurrar, a afeição velada...
nas entrelinhas de uma variante sensação!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
26 março/2022, 14’41” – Araguari, MG
A promiscuidade que vem de carona com o futuro, obscurece o espirito, mancha a alma e traz pestes ao corpo.
Você sempre desperta minhas emoções profundas, me desperta de corpo, alma e mente.
E esses momentos de despedida sempre acontecem, mas dura pouco, quero que seja sempre assim, ou que não aconteça mais.
A coisa mais terrível no inferno
É que Deus não estará lá
Sua alma estará a mercê dos seus pecados.
Sobre mima alma pesares a dor
Lamento e carrego a sina de um amor cruel será meu carma arde nos lençóis do averno
Minha vida aborrecida sem meu amor
O sussurros da noite tem voz da morte que ecoa ate meus ouvidos agravados
Morro agora uma vez mais nas escuma do meu sangue as veias são como cordoes me puxando para baixo
O seu amor jogado aos ventos ar envenenado não respiro me sufoco lentamente
Ah como desejo a morte que me leve e sobre os montes faço morada antes de se sugado e condenado por adis
Antes que meu corpo seja consumido pela geena e queimo torto no tártaro lançarei ate ti uma ultima vez mais
Peço as estrelas que em seu jubilo sela meu corpo e que entre as eras não morra meu amor
Vejo que é romântico me matar por amor onde a vida não tem mais graça sem ti oh amor
A areia da ampulheta conta meus últimos dais
O som da madrugada e soprada pelo vento ninguém percebe mais esta é diferente
O cheiro do vinho não é notável e coberto pelo cheiro do sangue que escorre
Os olhos ainda consegue derramar as ultimas lagrimas
Que amor é este que faz os dias virarem noite de amor.
Que amor é este que inebria a alma com o perfume da sedução.
Que amor é este que encanta o coração e nos faz viajar no infinito da razão!
Profundezas
Percorro rios
Onde navego fascínio profundo
Navego na alma e suas maresias
Detalhes empolgante de minha Conexão atraente sinuosa ser
Sedento por Aventura.
Das artes a música é a mais companheira…
A que mais tem alma…
A que mais te emociona…
É música para os ouvidos.
