Observar
Vejo e observo algumas mulheres e noto que elas nao sabem o que e sal e pimenta para fazer um bom tempero para uma boa comida. E depois nao sabem porque sentam na mesa sozinhas para comer.
Vivas ao desacelera
Observo com imensa admiração os calmos das calçadas. De passos mansos e pernas harmônicas. Parecem até serem donos do tempo, do tempo deles.
Hoje não há situação mais luxuosa e cobiçada do que andar devagar. E não está, tal fato, relacionado somente ao tempo. Muitos de nós desaprendemos a andar sem correr.
Aproveitar o caminho sem franzir a testa e olhar o relógio.
Ir até lá, apenas, sem temer o atraso.
Além de controlarmos mal o nosso relativo tempo, sofremos dessa doença moderna e silenciosa: pressa.
O maior sintoma se mostra quando já tendo terminado nossos compromissos, voltando de algum lugar, ainda assim caminhamos rápido. Como se fosse bonito, como se fôssemos máquinas. A vocês desacelerados mesmo em meio ao caos cotidiano; toda a minha admiração.
Enquanto a vida segue sua rota, eu percorro meu caminho!
Escrevo minha história, e observo com uma calmaria em mim, as chuvas tempestuosas por tão pouco, naqueles que não descobriram o verdadeiro sentido da senhora vida!
(Karolina Palloni)
"DAS MINHAS JANELAS"
"Das minhas janelas escuras observo as curvas do seu corpo claro
Durmo ao som das canções que embalam o seu sono
Espero sonhar com você aqui, ao meu lado, me fazendo acreditar que sou seu".
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”Minha inspiração vem de tudo aquilo que observo ao meu redor,
desde uma pedra pequena até uma grande montanha”
"Te escrevo não mais clamando meu amor por você.
[...]Te observo e faço suposições de um amor que nunca foi, e mesmo assim eu amei.
Você é minha melhor saudade.
E foi meu melhor devaneio.
Observo, reparo e analiso os seres da minha espécie, tal como o faço ao analisar as minúcias de uma formiguinha. E o efeito é apavorante. Simplesmente porque me vejo no outro.
Tarde de domingo
O céu está chorando
e o vento fala de amor.
Observo a dança das árvores!
A tarde solta minha mão e se vai...
A noite se apresenta...
e com ela a solidão.
Ele observa. Eu sei.
Ele quer. Eu não.
Ele desiste. Eu quero.
Eu observo. Ele sabe.
Eu quero. Ele não.
Eu desisto. Ele quer.
A cada dia que passa eu observo com surpresa que os valores estão invertidos. O que eu priorizo não é bem igual as prioridades de uma maioria. Talvez o errado seja eu por procurar ou por querer muito mais que um momento. Talvez o certo seja eu por ser firme e fiel a meus próprios argumentos... sentimentos... ou coisa assim.
Observo aqueles que, inutilmente, tentam encontrar a felicidade no mundo externo. Essa tentativa é tão lógica quanto querer encontrar um peixe nadando nas areias do deserto.
As coisas materiais do mundo externo podem até nos dar prazer e contentamento. Mas não se engane! Essa sensação se esvai em pouco tempo, o vazio novamente se instala e predomina.
A felicidade está na descoberta do seu mundo interior, na paz do seu espírito e nas emoções que estruturam o seu amor. E esta felicidade, quando alcançada, torna-se perpétua.
Observo uma pipa cortando os ventos em seus belos movimento, vejo em seu cerol um descaso irresponsável, que mata sem se sentir culpado.
As ondas estão se acalmando...
Nuvens claras começam a surgir,
Já observo o céu brilhante...
O vento pode refrescar minha mente.
Ouço pessoas que se mostram boas,
Ouço sorrisos de felicidade,
Recebo um abraço em minha chegada,
Um abraço tem poder de cura.
Logo vem a chuva,
As enxurradas levarão o resto...
O resto da dor que senti.
As árvores florescerão,
Os frutos virão trazendo sementes,
O ciclo continua.
