O Poeta e o Passarinho

Cerca de 26385 frases e pensamentos: O Poeta e o Passarinho

⁠Quem me dera poder falar de amor
Em versos de poemas
Quem me dera ser poeta
Versar o amor como inspiração aos ventos que sopre aos corações
estes simples poemas de amor como cura das desilusões e que apaixone
A quem alcançar

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Se sou poeta gostaria de ser poeta e saber transformar o amor em palavras com tanta sensibilidade, a beleza das coisas, o colorido das flores na primavera, pelo sol do verão, pelos abraços calorosos do inferno, do outono, cobrindo o chão com folhas que caem das Árvores Queria poder ser Poeta para compor poemas em versos declarando as maravilhas que se manifestam nas coisas mais simples da vida Queria ser poeta para que através da poesia pudesse revelar com simplicidade e beleza as coisas que encantam os olhos que acalmam a alma que se declara a quem ama revelar o amor, as paixões dos sentimentos das emoções e do desejo que podem e arrepiam, a delicadeza de uma mulher, a timidez de uma menina, do rapaz que se declara
o pai que abraça
da mãe que gera a vida eu queria ser poeta porque os poetas conseguem captar na simplicidade e compor a mais bela poesia eu poeta desejo ser
como os poetas a versar da vida verso um amor eles são poetas são poemas isso desejo um dia ser como os poetas e seus poemas.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Talvez nunca me encontre como poeta
Mas talvez encontre meus poemas
Mesmo quando eu já não existir aqui
Me encontrarão nos versos apaixonados e melancólicos das minhas mais sentimentais poesias...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠


Quando esquecido o poeta se cala
Silencia a poesia
a beleza murcha
a primavera é um inverno frio e sem cores...
O silêncio do poeta...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠Vi um poeta sentado num banco da praça com seu diário, o olhar perdido no tempo, como se estivesse transportado.
O poeta contemplava por horas com um olhar perdido e, ao retornar, escrevia seus versos e poemas inspirados em suas viagens através dos seus pensamentos.

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠

Numa época em que o amor é fútil
E pode ser moeda de troca
Ser poeta é ridículo e ultrapassado
Onde relacionamentos são uma forma de conveniência em um negócio injusto, o amor é apenas uma palavra mascarando um sentimento falso...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠O poeta fala de amor enquanto reúne os pedaços de seu coração apaixonado.
Fala da beleza de um sorriso e do brilho radiante nos olhos de quem ama
enquanto enxuga as lágrimas que escorre dos seus
O poeta fala de amor enquanto sofre silenciosamente sua tristeza.
O poeta fala de almas gêmeas mas tem a solidão como sua fiel companheira.
O poeta fala de amor,
e esse é incondicional...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠O que é a vida vista pelos olhos de um poeta?

---vida!
A vida é aquele raro momento em que faz sentido.
Como uma flor nos primeiros dias da primavera que desabrocha e exala sua fragrância, abrindo-se e revelando sua mais perfeita beleza e propósito.
Como um rio que corre sem parar, esbarra em barracos e curvas sinuosas, mas quando abraça o mar, encontra ali seu propósito, e isso faz sentido.
A vida é aquele passarinho que migra em suas longas jornadas e, de manhã cedo, lá está ele no galho de uma árvore, praticando seu melhor canto.
Esta é a vida, seu verdadeiro propósito.
Como o olhar de um poeta, seus poemas, e a vida, sua inspiração...

Inserida por marcio_henrique_melo

⁠o poeta observa o mundo
sempre com olhos atentos
transforma o que vê em poesia
em versos derrama alento

Inserida por noi_soul

⁠De tudo isso, amigos, surge uma lição que o poeta deve aprender dos outros homens. Não há solidão inexpugnável. Todos os caminhos levam ao mesmo ponto: a comunicação daquilo que somos. E é preciso atravessar a solidão e a aspereza, a incomunicação e o silêncio para chegar ao recinto mágico no qual podemos dançar torpemente ou cantar com melancolia: mas nesta dança ou nesta canção estão consumados os mais antigos ritos da consciência, da consciência de ser homens e de crer num destino comum.

Pablo Neruda

Nota: Trecho de discurso ao receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 13 de dezembro de 1971 (tradução de Cláudia Schilling).

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Inserida por pensador

⁠O melhor poeta é o homem que nos entrega o pão de cada dia.

Pablo Neruda

Nota: Trecho de discurso ao receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 13 de dezembro de 1971 (tradução de Cláudia Schilling).

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Inserida por pensador

Não me leia nas entrelinhas de tudo que escrevo.
Poeta é o ser loucamente lúcido que tenta fingir a dor que assoberba as suas penas para voar... mesmo enfermo!
Às vezes ouço que é preciso conversar mais sem tanta poesia,
mas aqui é o meu desabafo e
a minha possibilidade de diálogo com os olhos que sintonizam com a minha alma.
Escreva nas linhas desta página,
mas não me solicite apagar as suas escrituras.
A vida é fato e depois do seu nascimento deixe-o sobrevivendo ou aniquile-o com ações mais nobres e amorosas.

Inserida por BALSAMELO

⁠Minha vida é uma vida feita de todas as vidas: as vidas do poeta.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠#ESCREVO #PARA #TI

Na vida me fiz poeta...
Nos sonhos, poesia...
Falo de tristezas...
Falo de alegrias...

Poesia tem vida...
Vida tem amor...
Tem sucesso...
Tem fracasso...
Também tem dor...

Uma transformação sem fim...
Ir do alfa ao ômega...
Ver na tristeza...
Beleza...
Ver na alegria...
Maresia...

Sangrar a dor em flores e formosura...
Celebrar a aliança entre o real e os sonhos...
Transformar as lágrimas em suspiros...
Vitrine dos sentimentos...

Felicidade já tem nome...
Só não posso revelar...
Talvez a sua não seja a minha...
Quem poderia revelar?

Mas não posso ser tudo quero...
Não posso fazer tudo que penso...
Quando fico triste me sinto poeta...
Então vivo intensamente esse momento...

Se eu só falar de alegrias...
Aonde a angústia irei pôr?

A vida precisa e tem sede de loucura e poesia...
Os dias não só são feitos...
De pássaros voando...
Sob nossos passos...
Tem algo rastejando...

Poesia é feita para sentir, e não para ler...
Mas isso...
Poucos conseguem compreender...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#SOU #POETA

Já contei todas as vaidades que senti...
Que devorou parte de mim enquanto vivo...
E no instante em que escrevo esse poema...
Ilustro um sonho...

Quero contar-lhe a beleza que não vês...
A lua no céu, esplendorosa...
As fadas que escondidas brincam...
Nas gotas dos orvalhos...

Que vales a desilusão dos homens?
Diante do tempo que desarvora?
Diante do canto dos querubins...
Enquanto o céu chora?

E por isso sou poeta...
Poeta que respira o suave sono...
A paz, o último bem, último e puro...
Murmurando ao vento o desalento...

Tênue neblina vaga na rua...
Em companhia à minha alma calada...
Diante dos anseios que tive...
Quantas, quantas vidas passadas...

Anos após anos, vem e vão...
Tal qual flor aberta e fresca junto a pedra...
Que agora jaz no chão...

Que pede o poeta de seu amante coração?
Apagar algumas lembranças?
Criar outra ilusão?

A minha alma, talvez, não é tão pura,
Como era pura nos primeiros dias...
Sob o clarão da silente lua...
Nas alta horas, vaga nas rua...

Na triste estância do abandono...
Na esperança em luz no futuro...
Pouso meus olhos fundos...

Vi correr os meus dias...
Vida que fatiguei...
Em toda parte busquei...
Cântaros de alegria, cálices de fel...
Muitos provei...

Noite adormecida...
Nessas horas lânguidas...
Possa novo ardor florescer...
E da crisálida...
Nova alma resplandecer...

Então sim, essa alma de poeta...
Cantará a ventura, o amor e a paz!

Sandro Paschoal Nogueira

⁠#TECELÃO

Sim!
Sou um poeta...
E aos todos digo...
Antes que a noite chegue...
E que mate a luz...
Desde quando o sol vai à forja...
Até quando a lua no céu cavalga nua...
Desde quando a terra dá e tira...
A sonhar estou atento...
Em um mar sem rumo certo...
Quando me vagueio...
Vejo todo um mundo num grão...
Tenho o infinito na palma da mão...
Não duvide daquilo que vê...
Jamais saberá das respostas...
Não as dou...
Bebo a vida a longos tragos...
E só amando...
Tenha certeza disso...
Me embriago...
E sendo assim tão simples e feliz...
Caminhando sobre as estrelas...
Faço assim em meu jardim...
O que sempre quis...
E num dia depois do outro...
Sem pressa a alcançar...
Vou bordando a todo tempo...
Meu destino...
Até Deus chamar...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#PALCO

As estrelas pintadas pelo poeta...
E o beijo do vento que de longe vem...
Aplaca a saudade que atormenta...
Daqueles que um dia o quiseram bem...

Quisera o poeta...
Sempre e mais sonhar...
Voltar outrora...
Inútil...Sabe ele...
O passado não está mais lá...

Em sua vida não há pressa...
Não há para onde correr...
Apenas deseja o bem...
E ser feliz em bem viver...

O poeta um dia amou...
Mas foi um amor transloucado...
Não foi seguro e confortante...
Efêmero também acabou...

Hoje apenas um vago ruído...
Do que foi e passou...
Guarda no fundo da alma...
Uma vibrante música...
Quando os deuses partiram...

Passeia sobre as estrelas...
Modo de alcançar o céu...
Onde cairás morta a flor de sua infância?
Inocência que foi ao léu...

E agora...
Na pura ausência das coisas...
Na madrugada um palco por abrir...
Segue desejando a lua...
Nas estradas da vida por aí...

Sandro Paschoal Nogueira

facebook.com/conservatoria.poemas

⁠#ALTURAS

Vagueia o poeta em sonhos...
Fita o céu, em reflexos, das mais variantes cores...
Lá onde os violoes choram...
Louvando a vida e os muitos amores...

Se um sonho se ergue...
Outro sonho cai...
E nesse eterno vai e vem...
O tempo passa e vai...

Desgraçado do poeta pobre...
Cujo em vida o túmulo o cobre...
Não amou...
Não foi amado...
Pela vida passou...
Ignorou e foi ignorado...

Em redoma ilusória...
Fechou-se em falsa glória...
E agora que o amor se foi...
Ninguém há de contar sua história...

O luar no céu se apagou...
As estrelas todas tombaram...
A terra abriu sua garganta...
E o poeta foi engolido...
E agora aqui, no que lhe digo...
Esse vazio medonho me espreita...
O poeta que um dia também sonhou...
Agora jaz na sarjeta...

Estrela d'Alva...
Imaculada e pura...
Faz-me novamente sonhar...
Erga-me às alturas...

Sandrinho Chic Chic

facebook.com/conservatoria.poemas

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⁠Desconheço...
Sou eu poeta?
Cenário dolente...
Embora me divirta...
Aqui, coração que andou entre os homens, arranco...
Ando à deriva na fonte de muitos olhos...
Movendo-me aqui e agora entre contornos vivos...
A minha prisão de viver são perfumes de pecado...
A grande inteligência é sobreviver...
Entre o murmúrio dos esgotos...
Rotina...
De longos braços estendidos...
Velhos desejos recalcados...
Espantos e receios...
Escondidos em leitos sangrentos...
Disfarçados em diálogos sonolentos...
Provisórios dias do mundo a ti pergunto:
Sou eu poeta?
Desculpai-me esta face...
Serei eu só mais um fantasma de tudo?

Sandro Paschoal Nogueira

#Em #um #jardim #de #flores #azuis...


Morava um poeta...

Amava o sol...amava a lua...

Sua tristeza era feita de alcasuz...

E na primavera ébria de cor...

Fazia do chão de sua casa...

Miríade de estrelas...

Revelando seu amor...

Tinha na fria madrugada...

Sua voz calada...

Em silêncio...sonhava...

Fazia da saudade a companhia...

Por ruas que caminhava...

Era pouco de falar nessas horas...

Não gostava de conversas de fato...

Sorria pouco...

Não era louco...

Falava o que pensava...

Sua verdade não era tão pura assim...

Mas acreditava que era a melhor forma de se conduzir...

Nos olhos e ternuras da vida...

Assim decorava sua alma...

Seus clamores para a quietude

da noite somente o olhar de Deus via...

Preso entre o espaço e o nada...

Em que cada detalhe fala...

Assim o poeta...

Junto à suas flores azuis...

Vivia...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Conservatória Pousada Chic Chic.