O Poeta e o Passarinho
Gratidão por teu carinho, meu amado e lindo poeta, do amor e da paixão. Há quem me dera está com você agora, agarradinha, sendo feliz.. Feliz como nunca antes.
todo verso na poesia
há uma lágrima caída
pois o sentimento que matava o poeta
ele assassinou com as palavras.
"Criatividade de poeta"
É assim: convence o leitor que esta apaixonado...e que seu coração foi arrebatado
Escreve um poema desesperado em versos romântico...
A inspiração de poeta enlouquece corações apaixonados...com suas quimeras
Depois da gargalhada da solidão frígida do seu coração
E com a cara da felicidade dorme o sono do sonho de valsa
Criatividade de poeta é loucura ao leitor que não entra na imaginação do escritor, que parece viver um conto de fadas
Um texto poético é sempre uma interrogação ao amado leitor
Autora:Simone Lelis
Amar, poetar e namorar,
é o que o poeta melhor sabe fazer...
AMAR, POETAR E NAMORAR
Marcial Salaverry
Assim poetando,
poetando e sonhando,
sonhando que amamos,
que amamos quando poetamos,
quando poetamos estamos amando,
estamos amando poetar...
Poetar para os enamorados que estão amando,
amando e despertando o romantismo,
romantismo que alegra nossa vida,
vida que vivemos com amor e carinho...
Carinho que vai neste poema,
poema que te ofereço como presente,
presente para quem está namorando,
namorando, o que para um poeta, é motivo de poesia,
poesia falando de amor,
amor que seja eterno, enquanto é terno...
Terno e eterno, como o Dia dos Namorados...
Marcial Salaverry
O porquê me fiz poeta
Não sei bem ao certo
Fui cutucado por alguém
Esta pessoa me disse:
Escreve teus próprios pensamentos
E, assim o fiz, comecei a escrever
Até agora ainda não parei
Comecei a escrever
Pois tinha medo da solidão
E a poesia, esses escritos
Foram por muito tempo companhia
Naqueles dias de dor e solidão
Depois fui escrevendo, reescrevendo
Meu dia-a-dia, as noites
As belezas da vida, vieram as alegrias
Uma a uma as emoções
Escrevi também sobre o amor
Sobre a paixão que invadiu o coração
No mais que perfeito, no gozo
Na loucura de nossas mansidões
Algumas vezes ardeu em mim,
Em nós dois, o fogo, o ardente desejo
Do êxtase a sublimação
Esse foi o princípio de tu, o começo
A explosão de sentimentos e sensações
Fiz-me poeta assim, amor escrever
Me deixando sempre em paz
Pleno e em satisfação!
(DiCello, 05/06/2019)
Outro poeta
O poeta sempre é outro
não esse que se propõe.
Não essa fissura aberta
no intermeio do verso,
não esse suposto vago.
O poeta é outro, sempre outro.
À parte da teogonia de Hesíodo,
só essa camada de fibras e folhas,
só um ser assim sem as premissas,
o poeta não é esse suposto e visto.
O poeta é outro, sempre novo.
É sempre esboço, tem de ser,
sempre garatuja que se mostra,
busca que se deixa exposta,
desencontro, aniquilamento.
O poeta não é todo sentimento,
às vezes ele é régua e compasso,
às vezes é aço, ferro e cimento,
pátio vazio, concreto em branco.
O poeta é outro, sempre torto.
Viés de caminho, voz de dentro,
oblíquo, adunco, gauche, penso.
A dissidência, a vida mundo, vida
poesia nos pedaços desse tempo.
O poeta que socializa o verso, escreve pra todo mundo, alcança o professor e o operário. Faz versos como quem diz a todos, sem distinção, sem encastelamento, sem torre. Dissemina o verso, contamina a moça do caixa, o feirante, a balconista. Poesia não é só isso ou só aquilo, poesia é aquilo e isso junto.
Há poetas de comunicação e poetas de experimentalismos. Sou afinado e aprecio os do primeiro tipo. Não que os outros me desagradem, ou que eu tenha restrições em lê-los. Leio de tudo. Amo ler poesia.
Mas quando penso no poder que a poesia exerce em quem tenha habilidade de compreendê-la e se utilizar dela, penso igualmente em quem dela não se beneficie por ser demasiado hermética e reservada a uns poucos privilegiados.
Salvo a afirmação que brilhantemente Guimarães Rosa aponta "Antes o obscuro que o óbvio", há que se encontrar um equilíbrio. Um meio termo entre o que se dá sem nenhum desafio ao leitor e aquilo que se fecha tanto que o afasta.
Poesia tem que circular em muitos meios. Livre. Poesia, entre outras coisas, tem que comunicar.
A alma do poeta não tem endereço, pertence ao mundo dos sonhos. "Chega a noite, apesar do cansaço, minha mente está confusa qual o preço que devo pagar se tudo que fiz me deixou mais sozinho. Senhor da razão,embebedaste_me de ilusões, agora que estou sentindo frio
e este vazio,dessa saudade que teima em debruçar aos meus pés.As minhas lágrimas são amargas, mas o meu sorriso não me abandonou.
Boa noite .
Do desespero à Vitória.
Desperdiço folhas que não sabiam do poeta
Quebro-me em partes que a vida e o tempo não hão de juntar
Desfaço-me em todos os pedaços
Dedico fôlego e existência a escrever
No papel em branco me refaço
18/06/2019
Mesmo quando não há esperança ou nada tem sentido, o poeta faz da sua tristeza e dor uma obra de arte.
Na poesia me escondo,
Na poesia do poeta,
me encontro!
No poema da poesia,
declaro minha
Eterna alegria ..
Nas páginas dessa poesia,
Encontrei meu eterno
AMOR ...
Sonhei ser o Pablo Neruda
num sonho louco
aquele delírio sem fim
Ele poeta que fez história,
Chileno, latino com intensidade aflorada.
Fez de suas tristezas
As mais belas rimas, os versos
Deixando sonetos
E, poemas repletos de beleza
com muita loucura
Sonhei que sua alma
Simplesmente me chamava
Com triste de saudade
Ansiava escrever como outrora
Seus versos de dor
cheio de profundidade
Falando da tristeza
E de sua alma errante
Que continua sua viagem
Pela eternidade afora
E, eu respondi: Escreva comigo
Traduziremos juntos
Nossas mágoas inflamadas
enfim acalmar a alma
Mas Neruda, digo-lhe
Escrevo com todo fervor
Com a intensidade deste ser
Pensa comigo poeta,
é só falando de amor verdadeiro
conseguiremos curar essa dor
(24/06/2019)
Falta ao poeta indignação quando, na sobra de tantos sentimentos, o que vai nas ruas mendiga seu pão.
