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O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

Cerca de 271780 frases e pensamentos: O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

⁠"Perdoado estão os meus pecados, quando eu sei o valor de um perdão JUSTIFICADO na GRAÇA."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Fuga
Eu sei de suas lutas
Do que guarda em seu silêncio
Conheço suas dores
E compreendo sua solidão

Seus olhos são tristes
Mostram a dor de sua alma
No seu rosto um sorriso
Que não me engana

Levar a vida assim,
Como uma formiga que,
Sozinha carrega o dobro de seu peso
Sem parar e nem reclamar

Quem me dera eu tivesse a chave
Sim, para te livrar dessa cela
E arrancar essa faca de sua alma
E pudéssemos junto fugir

Seria libertação
Seria sonho realizado
Uma fuga, doce fuga!

Inserida por julianarossicordeiro

⁠Aaaah ele tem um olhar
Que me faz tremer
Eu nem sei bem explicar
Desperta-me tanto querer
Sua voz rouca
Me provoca
Me deixa louca
E eu dona de mim
Desejo a ele pertencer
E em seus braços, me perder!

Inserida por juliana_rossi_1

Eu sei que seus pais não gostam de mim, talvez por erro do meu coração.
Mais eles também tem que entender quem erra tem direito à um perdão
A dica é maneiro é estar contigo, o bom está do amor sendo envolvido, Bom mesmo é poder sempre tocar, e junto abraçados nos beijar.

Não tem coisa melhor aqui no mundo, quando estou sempre ao teu lado,
E ter o seu amor lindo e tão puro certamente realizado,
Mais o que estraga esse valor, são o orgulho dos seus pais,
Que não aceita o nosso amor, só porque sou pobre de mais.

Eu sei que o dinheiro é importante, e dizem que ele trás felicidade,
Mais o que é um homem com dinheiro, se ele não tem o amor verdadeiro.

É tentar mudar, a situação, ela até tentou em vão,
Mais não adiantou, seus pais ordenaram à terminar com a relação,
E nós separou, com um orgulho em seu coração, ( bis )

Inserida por marizamay

essa é pra quando você voltar.

eu não sei definir o que sinto.
eu só sei que dói.
dói a cada segundo que passa
dói a cada vez que respiro fundo.
dói toda vez que lembro de tudo que senti
toda felicidade
todo amor
que agora
acabou.
eu não quero mais pensar em você
não sei definir o que sinto.
raiva.
saudade.
que injusto!
...
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a saudade
não me render a...
oi, como vai você?

não! não! não!
eu não vou chamar!

devo saber definir as pessoas que merecem que eu largue o orgulho de lado.
ps. você não é uma dessas pessoas.

psiu..
hey, você.
tá tudo bem.
você tá indo bem

opa,
um texto...
lembrou dela.
não chamou?
voce tá indo super bem.
opa,
uma música
lembrou dela de novo
uma lágrima rolou
enchuga!
rápido! rápido!
ninguém pode ver.
isso.. você tá indo muito bem.
vai ficar tudo bem.
você tá bem.
isso vai passar.
isso tudo sempre passa
se ela voltar, não volte
se voltar
ela vai continuar passeando por aí
e pisoteando no teu coração.
Mais amor (próprio), por favor!

Inserida por yngridsmachado

Eu ando na pretensão de te ter
Mais sei da sua trajetória
Procuro sempre me envolver
Sem pertencer
De estar sem depender
Um segundo seria o infinito perto de ti
Todo tempo pequeno no desejo de sentir
De todas minhas escritas a mais sincera tem sido você
De todas minhas linhas
Nenhuma te definiria
Que seja amizade
Que seja saudade
Que apenas seja
Você é confiança sem receio
De todos os dias meu anseio
É luz que me ilumina
Paz que contamina
Se por acaso chegou
Se veio da dor
Esteja por certeza
Sem cobranças
Suas palavras não são alianças
Sua intensidade combina com a minha
Mais nossa trajetória ainda distância
Tu diz que gosta do que escrevo
Que vê sentido nos meus devaneios
Eu amo tua voz, sinto cada canção no violão
Cada letra que te espelha
Eu evito me mostrar
Tu consegue me ler
Eu evito focar
tu diz pra pensar em você
Eu poderia me acostumar a de algum modo te querer
Você é cuidado diário
Carinho inesperado
Inspiração e rotina
Mesmo longe a melhor companhia
Poderia dizer que amo te ter
Mais é muito relativo
Então eu amo todo esse tempo contigo
E se for ou ficar
Só posso agradecer por hoje estar.

Inserida por Giandra

⁠Pode deixar que "eu sei" como resolver este problema.

(...)

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças em redor e ficamos lutando inutilmente até afundar em nossa própria falta de visão?

Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências.

Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir.

É por isso que os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso.

Os dois estão tão próximos que a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso.

Roberto Shinyashiki
Os Donos do Futuro. São Paulo: Gente, 2000.

Nota: Trecho de A lição da mosca.

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Inserida por I004145959

Hoje, acho que sei. Um dragão vem e parte para que seu mundo cresça? Pergunto - porque não estou certo - coisas talvez um tanto primárias, como: um dragão vem e parte para que você aprenda a dor de não tê-lo, depois de ter alimentado a ilusão de possuí-lo? E para, quem sabe, que os humanos aprendam a forma de retê-lo, se ele um dia voltar?

Sou um ser distinto para cada pessoa que me conhece. Sei-o, vejo-o. E nada me embaraça tanto como estar ao mesmo tempo com pessoas para quem sei que sou um tipo diferente.

Não tenho mais nada a perder. Não sabia que o mundo era assim, sujo. Agora sei.

FLi um dia, não sei onde,/ Que em todos os namorados/ Uns amam muito, e os outros/ Contentam-se em ser amados.

Não sei por que você não me alivia a dor. Todo dia a senhora levanta a persiana com bruteza e joga sol no meu rosto. Não sei que graça pode achar dos meus esgares, é uma pontada cada vez que respiro. Às vezes aspiro fundo e encho os pulmões de um ar insuportável, para ter alguns segundos de conforto, expelindo a dor. Mas bem antes da doença e da velhice, talvez minha vida já fosse um pouco assim, uma dorzinha chata a me espetar o tempo todo, e de repente uma lambada atroz. Quando perdi minha mulher, foi atroz. E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida. Mas nem assim você me dá os remédios, você é meio desumana.

E bem sei como tenho tentado me alimentar dessa casca suja que chamamos com fome e pena de pequenas-esperanças.

(…) todos os relógios estão parados, não sei se é ontem, se hoje ou amanhã, se é sempre, se nunca mais, estou solta aqui, completamente só, não há relógios e o tempo avança liberto, sem fronteiras nem limitações, uma bola de arame farpado, o sentimento vai se adensando em mim, transborda dos olhos, das mãos,( …) o tempo, o outono, a tarde, o mundo, a esfera, a espera em que estou para sempre presa.

Sei que cenas de filmes não acontecem, mas ainda sonho com o dia que você vai aparecer em minha porta, dizendo que me ama.

Há muita coisa a dizer que não sei como dizer. Faltam as palavras. Mas recuso-me a inventar novas: as que existem já devem dizer o que se consegue dizer e o que é proibido.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

E sendo assim preciso te dizer: mudei, embora continue o mesmo. Sei que você compreende...

É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer.

Clarice Lispector
Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Mas é que também não sei que forma dar ao que me aconteceu. E sem dar uma forma, nada me existe. E – e se a realidade é mesmo que nada existiu?! Quem sabe nada me aconteceu? Só posso compreender o que me acontece mas só acontece o que eu compreendo – que sei do resto? O resto não existiu. Quem sabe nada existiu! Quem sabe me aconteceu apenas uma lenta e grande dissolução? E
que minha luta contra essa desintegração está sendo esta: a de tentar agora dar-lhe uma forma? Uma forma contorna o caos, uma forma dá construção à substância amorfa – a visão de uma carne infinita é a visão dos loucos, mas se eu cortar a carne em pedaços e distribuí-los pelos dias e pelas fomes – então ela não será mais a perdição e a loucura: será de novo a vida humanizada.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por natxalinha

Não compreendo o que vi. E nem mesmo sei se vi, já que meus olhos terminaram não se diferenciando da coisa vista. Só por um inesperado tremor de linhas, só por uma anomalia na continuidade ininterrupta de minha civilização, é que por um átimo experimentei a vivificadora morte. A fina morte que me fez manusear o proibido tecido da vida.
É proibido dizer o nome da vida. E eu quase o disse. Quase não me pude desembaraçar de seu tecido, o que seria a destruição dentro de mim de minha época.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por natxalinha