O Homem que Nao se Contenta com pouco
Meu amor é leve
Um pouco atrapalhado
Fico sem fôlego
Quando ele passa
Vou as nuvens
E desço com raios e trovões
Com as batidas do meu coração
Derrubo o café
Descafeinado
Que ele gosta
Sou um desastre
Que desespero
Ele atingiu meu coração
Fico sem fôlego
Todos vêem
Menos ele
Arquitetei um plano
Vou faltar
Não vai ter café descafeinado
Com certeza vai sentir falta.....
Do café descafeinado
De pouco vale:
Músculos sem dinheiro.
Dinheiro sem cultura.
Cultura sem sensibilidade.
Amor sem reciprocidade.
Minha vida é um quadro filiado ao impressionismo e um pouco de surrealismo,Tudo parece estar sendo real, logo tudo se descontrola,Eu simplesmente faço uma apelo à arte gótica precisamente fazendo um apelo a Deus,Acabe com meu sofrimento,Acabo escondendo toda a arte expressionista,Vivendo nessa selva de arte figurativa,Preciso da renascença para pincelar meu quadro e Refazer a minha energia vital.
No lugar de tudo isso á um pouco daquilo. Vivemos por tudo isso, e quando acordamos vimos que morremos por nada. Está é a régua e o compasso da vida, mas também temos o lápis em mãos livres, são aqueles que só dormem depois de terem acordado.
O ponto ideal: aquele terreno produtivo e desconfortável localizado um pouco além das nossas habilidades atuais, onde nosso alcance excede nossa compreensão. A prática intensa não se trata simplesmente de um conflito. E sim de buscar um conflito em particular, que envolve um ciclo de ações distintas.
A prática intensa se assemelha um pouco a explorar uma sala escura e desconhecida. Você começa devagar, esbarra na mobília, para, pensa e recomeça. Lentamente, e um pouco dolorosamente, explora o espaço repetidas vezes, prestando atenção nos erros, estendendo um pouco o alcance para dentro da sala cada vez mais, construindo um mapa mental até que você possa se mover de forma rápida e intuitiva.
A garota rock’n’roll,
em pouco tempo,
faz a próprio gosto,
um belo
de um acabamento!
Nem truque, ou custa
de memória, ela vai para
o Guinness Book,
entro para história!
VIVA A ESCRAVIDÃO!
O dia hoje foi corrido, cada vez que pensava em parar um pouco para descansar, vinha em mente os compromissos de final de mês.
Afinal de de conta, as "contas" só aumentam. Quer saber, até pensei em fazer aqui uma lista de tudo aquilo que tem nos tirado o sono. Achei melhor não.
Vivemos atualmente em uma sociedade de civis que não fazem nada sem pensar em uma possibilidade de lucros, e isso tem sido um motivo para tirar o sono de muitos.
A cada dia, nós nos escravisamos em um sistema de corruptos, e achamos tudo muito natural.
Participamos de caminhadas, erguemos nossas bandeira (ou quase nossa), já que não sabemos por que ou por quem estamos infiltrado nesses cenário criado por outros que não conhecemos, e se conhecemos fingimos que não estamos nem aí.
Aceitamos tudo que nos é imposto, vivemos passivamente a corrupção, e assim nos alienamos aos corruptos.
Acredito que está na hora de mudarmos nossa bandeira. Eliminando assim, algumas legendas.
Ao invés de:
"Governo não pode dá educação, porque educação derruba o governo".
Seria mudando para: "Fora os corruptos, o povo merece respeito".
E por aí vai. Infelizmente, nós não saímos às ruas para bringar pelos nossos direitos, apenas somos usados por um bando de auto assalariados, que se escondem nos escritórios das grandes faculdades, manipulando e tirando o direito de quem já não tem nada para chamar de seu.
Um povo que se deixa ser roubado, e ainda defende o ladrão, merece continuar escravo.
Um país cujas leis são lenientes e beneficiam bandidos, não tem vocação para a liberdade. Seu povo é escravo por natureza.
A tempo que deixei de dá milho aos pombos. Os ratos chegam primeiro, levando não somente o milho, mais também os sonhos.
(...)e sempre que dás algo palpável, pouco dás! Mas quando (te)dás, sem esperar nada em troca ...aí estás realmente a dar!
Dar, quando solicitado é bonito, mas quando se dá porque o coração nos "obriga", então percebemos que a felicidade reside onde menos esperamos.
DAR ... apenas por ...DAR!
A cada nova punhalada, mais um pouco do sangue se esvai. Então quando apenas ácido sair de alguém, se pergunte quantas punhaladas eu desferiu na pessoa. Aí você terá sua resposta.
O que escrevo
Tem um pouco de verdadeiro
E, também dores…
Amarguras do coração
Prefiro escrever
Meus silêncios
Amores, paixões, desejos
Sentimentos e sensações
Meus delírios
São expressões
Que minh'alma edita
Em versos e rimas
Anseios do coração
(DiCello, 02/06/2019)
Um olhar pode esconder quaisquer verdades que nos tirem um pouco de sossego, até mesmo nos privam de certezas antes inabaláveis, e reconhecer este conflito nos possibilita duvidar de nossas sentimentalidades.
John Pablo de La Mancha
"Olho para o céu
E pouco vejo se apenas quiser ver
Mas ao olhar para o céu
Me ponho à pensar que o céu vai além do céu
Penso no céu como vastidão imensa do meu pensar..."
Sabemos tão pouco uns dos outros. Jazemos quase que submersos, como blocos de gelo, mostrando apenas a parte branca e fria de nossos eus sociais. Ali estava uma rara visão, por baixo das ondas, do tumulto e da privacidade de um homem, da sua dignidade posta de cabeça para baixo pela necessidade avassaladora de fantasia pura, de pensamento puro, por aquele elemento humano irredutível – a mente.
