O Homem que Nao se Contenta com pouco
Da esperança não pouco se canta;
Mas dela se ouve que se deseja.
Vê-se gente sugar-lhe a seiva
No palavreado linguajar
E o que sobra
É coisa que meus olhos não vêem.
Mas esp’rança eu experimento
No perder meus sonhos
E na agonia de não ter como seguir em frente.
Hoje estou cansado
bem pouco inspirado
pra rimas montar
É que poeta não sou
só escrevo com amor
pensando em você
Agora vou descansar
quem sabe sonhar
em um poeta ser
E quando acordar
vou enfim recitar
e frases tecer.
Na verdade, é tão pouco o que eu peço. Não quero demasiadas complicações, e muito menos toda a pluralidade de promessas; porque não é disso que eu vivo. Eu vivo somente do retorno, do receber em troca o que a ti foi dedicado.
Coisa de louco, saudade.
Não gosto e nem sinto, nem um pouco.
Nem de longe nem de perto.
Coisa repentina, machuca, alucina.
Do nada, saudade.
Todos sentimos de amores antigos,de amores nem tão antigos, de amores presentes.
Saudade de sentir saudade
Saudade de viver de verdade.
Inesquecivelmente SAUDADE.
ha pouco tempo atrás
nao sabia o que queria
o que fazia
o que dizia
nao sabia para onde ia
e de onde vinha
acreditava na verdadeira amizade
que naquele momento
era mais falsa que tudo
chamar a uma mentirosa
de melhor amiga mas...
felizmente tudo mudou
e tu apareceste
tu me fazes ver
o verdadeiro sentido da amizade
agora digo que posso acreditar
mesmo na verdadeira amizade,
Cris minha melhor amiga,
chegaste ao ponto central tao depressa
tu és única rapariga,
és 5*, amizade esta que jamais irei esquecer
a ti minha amiga nao quero perder nunca
adoro-te muito
A relutância míope não tão cega, pouco vista.
Aparentemente organizada na fila do pão, entre eu, meus olhos e o mundo.
Entre linhas cegas e surdas, faladas e escritas.
Embasam a pouca nitidez que tenho da realidade
Que adormece embriagada retraindo sons, falsos altos.
Adormeço sem saber se ali estou, viva-morta, tédio cego. Reto, quase infinito.
Percebo que tão pouco morta-viva, apenas existindo.Resistindo.
Não Há Isenção
Não fales do sofrer que ao menos sentiu
Tão pouco se sinta limpo
Com o coração que partiu
Tantos caminhos a percorrer
E tanto para se viver
Não tão longe
Um dia sentirás amor
Tão puro amor que definharás
De seus destroços meu riso votorioso se fará
E levarás contigo a certeza
Quem faz sofrer
Em dobro sofrerá
Não sou quem você pensa que sou, nem tão pouco aquilo que gostaria de ser, mas vivo sendo o que Deus quer que eu seja.
O que me assusta não é saber que as pessoas se contentam com tão pouco, mas sim o fato de que talvez eu possa me tornar uma delas algum dia.
Não quero muitos admiradores, nem muitas histórias e tão pouco muitos amores. Quero viver uma única história com um único amor, o meu!
Não sei como, com quem e aonde você está, pouco me importa. Eu continuo sendo a mesma imperfeita de sempre, cá com meus botões. Lá, mas bem lá no fundo eu sei, que onde quer que você esteja você se lembra de mim, nem que seja por um segundo, a minha imagem vem na sua cabeça. Fico feliz se for verdade, porque seria lamentável, você esquecer de uma boa parte da sua vida.
Aprenda:
aprenda
Não se prenda a nada
Que te Apreenda.
Pouco sorriso, muita reprimenda.
Repreenda tudo
que trava a alegria
Que não estimula a pagar prenda
Vire suspiro, desprenda
Eu sei que não vai valer a pena
tentar fugir,
Eu sei que tudo que esto fazendo
pouco a pouco estou perdendo
o medo de me entregar...
Não é justo tanta coisa que
está acontecendo com meu pobre
coração, sozinho tão carente de amor
pede um pouco de você para sobreviver,
vive sonhado acordado
posso até imaginar você ao meu lado...
Sonhos...sonhos será que são
mentiras que me deixai levar para te
encontrar?
Faço...Faço tudo pelo seu amor
te peço por favor
deixa eu te amar...
Não me contento com pouco nem meio, se a dúvida é incerta, digo de clichê-Nao vale apena prolongar tal ideia
Não espere meu tudo, nem meu nada. Se fores prudente, nem tente desvendar um pouco de cada. O que sou... pode abismar se não fores insensato o bastante.
Não faço crise por pouco afago. Acometo-me das maiores loucuras em estado sóbrio. Sei dizer que é o momento, reconheço face de quem diz não. Sou enganado por palavras, mas nunca por gestos. Aprendi a ler o rosto e descobrir a conversa expressada, mas só havia o lado avesso. Me fiz marola quando poderia ser maré. Fui lagoa quando restava oceano. Fui casto quando caberia a impureza de uma flecha com mira certa, mas afiada em excesso.
