O Amor Nao Morre apenas Adormece
#Ultima Carta
Dizem que o amor eterno nunca more
E todas vezes que morre renasce novamente como a Fênix
E porquê com a gente não ocorre o mesmo?
Porquê a gente nunca volta a ficar junto
Última Carta pra mim
Mas se quiser podes ler várias vezes
E pra você será a última carta
Mas nunca serão as últimas palavras todas vezes que você ler
Última carta ou se calhar a última mensagem
Depsnde de como você quiser que seja
O amor nunca irá morrer se você me amar
Para amar você precisa saber o que amor
E você sabe?
Se soubesse teria valorizado o nosso como nunca você fez
PrimeiroMcPoeta
Nunca cessa
Amor nunca morre.
Mesmo sendo um amor tido
no passado, se por
casualidade voltarmos
a recordá-lo, ficará outra
vez preso ao nosso pensamento.
O amor fica adormecido
em nosso íntimo, e de súbito
torna-se presente
novamente.
Dessa forma amar alguém perdidamente,
não será garantia ao coração de quem
amou, se já tiver tido alguém que antes,
algo significou.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabiosta. R/J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
"O amor verdadeiro jamais morre. Só que às vezes, ele faz a curva na estrada (da vida) antes de nós"
Esta verdade me ocorre
pelos amores que eu tive;
quanto mais de amor se morre,
tanto mais de amor se vive.
Eu quero morrer de amor por Jesus Sacramentado
Pela Santa Madre Igreja
Por Aquele que também morreu de amor por mim
Quero martirizar minha alma
Viver da eternidade
E comungar o Sacramento de Amor
Até o último dia da minha vida.
O verdadeiro amor nunca morre, ele é que nem uma chama, ás vezes apaga ou só fica
fraco e mais tarde recupera sua força
O amor jamais morre, jamais tem fim.
Morre o desejo de amar, morre a beleza do afeto.
Quando o amor morrer não haverá vida na terra.
Todo dia morre um amor!
Todo dia morre um amor.
Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina.
Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos.
Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo.
Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos.
Morre da mais completa e letal inanição.
Todo dia morre um amor.
Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir.
Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso.
De saber que, mais uma vez, um amor morreu.
Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa.
E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado.
Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição.
A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia.
Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias.
Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão.
Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de penico os ouvidos de infelizes garçons.
Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso.
Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram.
São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão.
Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana).
Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix.
Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos.
Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência.
Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas.
E é esse amor que eu quero viver com você,
PARA SEMPRE!!!
Nota: Versão adaptada do "Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor", de Alexandre Inagaki: Link
...MaisAmor e paixão
A paixão é corrosiva
A paixão nos mata e morre
E, em morrendo, tudo destrói
E castiga os apaixonados
E o sofrimento que causa
Mostra que nada resta
Porque nada também existia
A não ser a vontade de se encontrar no outro
Mas nós não estamos no outro
E tudo isso é ilusão
Porque tentando achar-nos no mundo
Nos perdemos em nós mesmos antes
Mas o amor é diferente
Ele é silencioso e forte
O amor é nosso desde a hora em que acordamos
E não está com ninguém
Amor e paixão são primos
E como se parecem, nos confundem
Se o amor surgir após a paixão
É porque já havia feito moradia
Mas quem vive de paixão
Saltará de paixão em paixão
E o sofrimento e a tristeza serão
Também companheiros de viagem
Mas o amor é maior, o amor é tudo
O amor é dar-se, o amor é renúncia
E é, em momentos difíceis, uma dor alegre
Poque sabe que é imortal
O amor antecede as boas coisas
E seus frutos serão sempre inesquecíveis
A amizade é um amor que nunca morre,ter amigos realmente amigos que estão perto de nós em todas as horas é simplesmente perfeito.
Sentirei saudade do seu amor, mas até a flor gostando de água , quando cai uma tempestade, ela morre.Acaba nascendo outra flor em seu lugar, depois de um tempo , isso acaba virando um ciclo na vida de um homem.
