Nunca Vou te Esquecer Filha
O fardo é grande demais!
Caminha sozinho
Pois se engana nunca esteve só
O seu fardo que carrega este quem carrega é quem te leva nos braços Jesus Cristo!
Nunca diga que me ama
da boca para fora.
O amor é um sentimento sério.
Não se brinca com o que é sério,
ainda mais com algo que faz
tum, tum em ritmo forte...
Até onde eu sei eu nunca te vi.
nem sei se você esta por perto.
É muito confuso isso a solidão muitas
vezes faz você pensar o improvável....
Somos mesmo dois elefantes que sempre se desencontram, mas nunca se desesperam e nem se despedem porque sabem que de alguma forma acabarão se encontrando mais uma vez. E nem o tempo que ousa causar terrível separação não é o bastante para manter - los longe um do outro. Nada é igual. Nenhum encontro, beijo, toque ou carícia. Apenas o que eles sentem. É claro que não falaram em voz alta o que sentem. E é por isso q o tempo não se cansa dessa brincadeira.
As pessoas nunca querem se colocar no lugar do outro. A individualidade e o egoísmo impera.
Não digo que é fácil, mas, colocar-se no lugar do outro simplifica muito.
Eu lhe amo como você é, quero-a só minha e nunca como se fosse apenas mais uma. Posso, para você, ser feio ou bonito, velho ou menino, mas apenas desejo ser seu eterno namorado, seu melhor amigo e amá-la enquanto eu respirar!
Pedro Marcos
Somos humanos e, para nós, nem o vislumbre da morte mata o sonho da esperança, que não morre nunca!
Pedro Marcos
Quer atingir seus objetivos visando obter reconhecimento dos outros? Desista! Nunca vai conseguir resultados positivos colocando as rédeas da sua vida nas mãos de terceiros. Faça por você!
Nunca conte uma verdade nem uma mentira por completo, faça com que as duas se encaixem de maneira que soe como o necessário a ser dito.
Nunca vi sucesso sem antes haver mudanças, uma mente aberta muda o "mundo", caso contrário não muda nada.
Nunca humilhes alguém superior ou inferior a voce, mas sim os que falsamente são tidos como superiores e os que consideram inferiores os superiores.
Nunca é tarde para dizermos: eu te amo, eu errei, a culpa foi minha, me perdoe! E a sua vida terá sempre um recomeço.
Se eu disser que nunca me importei com a opinião alheia, estarei mentindo. Claro que já. Na minha época de escola, quando era criança, não existia bullying. Era normal, fazia parte do cotidiano. E isso me fazia pensar o que é que eu fazia de errado pra pegarem tanto no meu pé. Com o tempo eu fui percebendo que eu fazia exatamente aquilo que eles não tinham coragem: eu fazia o que eu queria. No fundo, eles não tinham peito pra segurar as decisões que queriam tomar e me viam fazê-las. Eu não fazia o que todo mundo fazia porque não queria, não via graça. E nunca pensei que, porque todo mundo tá fazendo eu também ia querer. Aliás, eu nunca fui assim. E sempre fui julgada por isso. Só que hoje é diferente. No auge dos meus quase 30 ser apontada por algo que eu quis fazer não me tira o sono, não me preocupa e, inclusive, chega a me fazer rir. É engraçado ver pessoas que queriam viver como eu vivo, queriam se permitir, mas não conseguem. Como diria Tati B., "a maioria vê em mim seus próprios defeitos e os aponta em mim, porque é mais fácil atacar o que está fora. A verdade é que ninguém, no fundo, presta, mas só quem é realmente idiota para assumir é que aparece e vira referência."
Eu sempre tive receio de falar sobre sentimentos e, me julguem, nunca disse eu te amo pra cara nenhum. Sei lá, na minha cabeça essa é a cartada final pra dizer: pronto, to na sua mão, agora faz o que quiser. E foi nesse pensamento que durante anos a fio eu vinha tentando esconder o que eu sentia. Mesmo que fosse óbvio, mesmo que pra mim estivesse na cara e eu não precisasse falar nada, a verdade é que ninguém tem bola de cristal pra adivinhar. Pudera eu ter uma. É verdade também que se entregar de bandeja continua não sendo do meu feitio.
Não faz parte de mim escancarar sentimentos e gritar pro mundo inteiro o que acontece aqui dentro de mim. Ao mesmo tempo, com o passar dos mesmos anos, me vejo mais desprendida. Não tenho mais idade pra me esconder em disfarces e fingir que não quero, quando na verdade é o que mais quero. Fui vendo que se a gente não dá a cara a tapas, nada, absolutamente nada muda. Confesso que requer coragem, e que talvez eu ainda não tenha suficiente, mas tô pagando pra ver.
Acho que a gente não precisa ser agressiva pra mostrar interesse, mas poxa vida, mostra interesse! Passei da fase de joguinhos, de esperar me chamar pra sair ou demorar pra responder pro cara ficar lá esperando. Eu sou intensa e não aprendi, e nem quero, ser menos do que isso. Sou de mandar mensagem de bom dia, perguntar o que tá fazendo, jogar conversa fora e olha, nem sempre isso quer dizer que eu esteja apaixonada. É minha maneira de mostrar interesse, de querer te conhecer melhor.
Não é difícil despertar meu interesse, porque não sou dessas que se liga na aparência física. Gosto de sentir aquele friozinho na barriga, da expectativa, da conquista. O problema é me manter interessada. Não que eu goste só da conquista, mas tem que ser mais que isso.
A maior parte das vezes o cara se empenha tanto nessa parte que finge ser o que não é só pra agradar. Aí você se apaixona por esse cara, o que lutou pra te conquistar. E quando você se dá conta, aquele cara é desconstruído dia a dia, e o encanto vai embora.
Já perdi as contas de quantas vezes minhas amigas me falam pra não dar tanta atenção, mas eu só consigo parar de falar com o cara se eu realmente não quiser mais nada, ponto. E aí depois que eu sumo, ele corre atrás, mas aí... aí é sempre tarde demais.
