Nunca Magoe uma Mulher

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“O agnosticismo ensina ao jurista uma virtude rara: distinguir aquilo que deve ser protegido daquilo que não pode ser provado.”

Passei demasiado tempo
à porta de uma casa
que juravas estar a construir.

Levei comigo
paciência,
planos,
amor.

Nunca quis paredes perfeitas.

Só queria sentir
que não era a única
a tentar fazer dali
um lugar para ficar.

Mas há promessas
que, de tanto serem repetidas,
deixam de parecer futuro.

E começam a parecer ausência.

Um dia percebi
que já não estava à espera
que mudasses.

Estava apenas cansada
de esperar por alguém
que só existia
nas coisas que prometias ser.

Foi no leito de uma UTI que aprendi o verdadeiro significado de amar a vida. É nessas horas que a gente reflete sobre tudo, descobre a quem realmente deveria dar mais atenção, entende a urgência de dizer 'um eu te amo' pra alguém e passa a dar valor à saúde.

Muitas ofertas perseguem uma pessoa de valor, porém seus valores são inegociáveis...

O mundo é feito de figurinos: cada indivíduo veste uma aparência, um comportamento e um discurso conforme o palco em que deseja ser aceito. Há quem se cubra de virtudes, quem exiba poder, quem finja indiferença e quem transforme a própria identidade em espetáculo. Poucos, porém, têm coragem de permanecer sem máscaras.


A sociedade frequentemente não pergunta quem você é, mas qual personagem você consegue sustentar?


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Não se esqueça desses sete pontos para uma vida genuína e verdadeira!
1 - Cuide de Sua Mente. Respeite seus Limites e Confie em Deus;
2 - Trabalhe, mas não se esqueça de Crer e Viver;
3 - Busque Resultados, mas não transforme os resultados em sua identidade;
4 - Planeje, mas permita que a vida também surpreenda;
5 - Aprenda, mas permaneça humilde;
6 - Seja autentico, mesmo quando o mundo tentar molda-lo;
7 - Seja quem você se mostra, mesmo quando ninguém estiver te olhando

Se a sua ambição cabe em uma planilha financeira, ela é pequena demais para mudar o curso de uma era.

⁠"Às boas FRASES, são como uma caixa de remédio, devemos guarda-las e quando precisamos recorremos a ela"

Estou aqui pensando em uma maneira legal para poder expressar meus sentimentos meu carinho e talves até meu amor mais só penso em voce e na sua beleza.

AIR ON - o tempo não espera

A - Aprende de uma vez, Airon: o relógio da vida não tem botão de pausa. Ele não espera você se sentir pronto.

I - Enquanto você fica aí, Indeciso, esperando o momento certo, a vida está acontecendo agora, sem replay.

R - Respira fundo e age. Os momentos que você deixa passar por medo, por dúvida, por esperar demais, eles vão embora. E não voltam nunca mais.

O - O lobo que está em você não uiva esperando. Ele avança. Ele sente o tempo e corre com ele, não contra ele.

N - Não deixa para amanhã o que o seu coração grita para fazer hoje, Airon. O amanhã é incerto. O hoje é tudo que você tem.

Talvez seja assim mesmo que a coisa funciona. Não é uma porta que fecha de um dia pro outro, é mais um instante aqui, um minuto ali, se somando devagar, sem pedir licença…

Ser odiado por trapaceiros é uma honra para homens que possuem um caráter honesto.

O compasso hoje quase acertou o tom sozinho. Por uns minutos, ele nem lembrou que tava tocando uma música triste.

Existe uma dor em não ser que só quem não é entende.

O luto da “Vida” — 200 dias

Quando nasce uma criança especial, nasce um sentimento. Nasce a culpa, a revolta, nasce um luto. Aquela criança não é a que imaginaram, não é o que sempre sonharam. Mas nenhuma criança é exatamente aquilo que imaginamos ou sonhamos.

E, enquanto se sonha com uma criança que não existe, há uma ali, querendo abraços, querendo um olhar de amor, sorrindo sozinha...

Enquanto cresce, espera ser apreciada pelo que é, e não pelo que deveria ter sido.

Ainda não lhe deram a chance de aparecer, de mostrar para que veio.

E sua cabeça de “pai”, racional demais, não sabe o que pensar. E, baixinho, com medo de ser ouvida, pergunta:

— Para que nasceu? Por que ainda vive?

Enquanto isso, seu coração, acelerado como sempre, já ultrapassou o tempo e sofre calado, por medo de um dia vê-la partir ou de partir primeiro.

Quando alguém deixa ou se vai, não está abandonando aquele bebê, e sim a si mesmo. Está antecipando a própria dor, diminuindo o amor, protegendo-se de algo que acredita ser inevitável.

Mas quem sou eu para falar?

Não tenho filhos assim.

A vida, porém, me deu essa oportunidade.

Por impulsividade, troquei de escola e me tornei professora de dois adolescentes com deficiências múltiplas.

Para mim, era normal.

Eu simplesmente havia mudado de escola e tinha uma variedade de alunos.

Até começarem os comentários.

Comentários de lá, de todos os lugares... Gente dizendo que eu deveria desistir. Outros sofrendo por mim, lamentando a minha “falta de sorte”.

Eu não entendia.

Por que desistir?

Por que aquela seria uma escolha ruim?

Até que, cinco dias depois — no feriado prolongado de Carnaval —, aconteceu.

Era sábado.

De repente, senti o cheirinho de perfume de bebê de um deles.

Não quis acreditar.

Talvez fosse apenas uma lembrança.

Talvez fosse imaginação.

Mas aquele cheiro deixou uma lacuna em algum lugar aqui dentro.

Na terça-feira, senti falta do outro.

Talvez eu ainda estivesse em negação.

Talvez alguma coisa dentro de mim já soubesse, enquanto eu ainda tentava entender.

Era algo que gritava.

Algo intenso demais para passar despercebido.

E, então, pronto.

Não podia mais negar.

Eu estava apaixonada por eles.

E, naquele instante, tudo mudou.

Eu iria cuidar.

Iria protegê-los como pudesse.

Faria o meu melhor.

Quis devolver.

Mas, para esse tipo de coisa, não existe devolução.

Então, tive que usá-los.

Usei os outros 195 dias para brincar, cuidar, ensinar...

200 dias tinham sido muito.

Para que tanto?

Hoje eu sei.

Não precisei de 200 dias para amá-los.

Precisei de apenas cinco para descobrir que já os amava.

Realmente, 200 dias foram, exageradamente, bastante para alguém que não os teria; para alguém que estava apenas de passagem por suas vidas e que passaria o resto da vida sufocando a saudade.

Talvez os 200 dias não tenham sido dados para que eu aprendesse a amá-los.

Talvez tenham sido dados para que eu descobrisse que, depois de amar, não existe devolução.

“Toda norma humana é provisória diante de uma realidade que nenhum legislador conhece por inteiro.”

Há uma força que exerço todos os dias, e poucas pessoas a enxergam.

É a força de me colocar constantemente no lugar dos outros. De tentar compreender antes de ser compreendida. De acolher antes de pedir acolhimento. De medir cada palavra, revisar cada atitude, reconstruir a mim mesma inúmeras vezes para não ferir, não decepcionar, não sobrecarregar quem está à minha volta.

Passei boa parte da vida acreditando que esse era o amor.

Então fui me desfazendo aos poucos.

Respeitei os limites de todos, menos os meus. Carreguei responsabilidades que nunca me pertenceram. Silenciei dores para preservar a paz alheia. Tomei para mim culpas que não eram minhas. Vivi em permanente autoavaliação, tentando corrigir defeitos, controlar reações, encontrar maneiras de ser mais fácil para o mundo.

Enquanto isso, o meu próprio mundo desmoronava em silêncio.

Talvez seja por isso que a ansiedade e a depressão não sejam, para mim, apenas nomes. Elas também carregam o peso de uma vida inteira tentando sustentar aquilo que nunca esteve sob o meu controle.

Hoje percebo o quanto é perigoso viver assim.

Existe uma diferença enorme entre amar e abandonar a si mesmo.

Entre servir e anular-se.

Entre cuidar e esquecer que também se precisa de cuidado.

E talvez seja justamente aí que muitos de nós nos percamos.

Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas, apagar incêndios, carregar dores que não são nossas e manter a vida de todos em ordem, que nos esquecemos de voltar para casa: para dentro de nós.

Precisamos nos lembrar, constantemente, de que cada pessoa é responsável pelas próprias escolhas, pelos próprios caminhos e pela própria alma.

Podemos aconselhar, amar, acolher, estender a mão. Mas não podemos viver a vida de ninguém, nem assumir responsabilidades que Deus nunca nos entregou.

Porque haverá um dia em que estaremos diante d'Ele.

E, naquele dia, não será possível dizer:

"Senhor, eu escolhi esse caminho porque me senti obrigada."

"Eu não tive tempo de cuidar da minha alma porque estava ocupado demais cuidando da vida de todos."

"Eu vivi tentando agradar, obedecer às expectativas e corresponder ao que esperavam de mim."

Cada um responderá pela própria vida.

Que essa verdade não seja um peso, mas um despertar.

Que ela nos lembre de que não fomos chamados a viver sufocados pelas expectativas do mundo, nem aprisionados pelas necessidades das pessoas, a ponto de abandonarmos a única alma que Deus confiou aos nossos cuidados.

No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quantas vidas tentamos salvar.

Mas o que fizemos com a nossa, enquanto tentávamos carregar o mundo inteiro sobre os ombros.

“A Justiça não precisa ser uma verdade eterna para ser uma obrigação presente.”

“No fim de toda grande teoria da justiça existe uma pergunta simples: quanto vale, para nós, a vida do outro?”

Amizade Verdadeira
Uma vez me disseram que amizade verdadeira é aquela que te aproxima mais perto de Deus, é aquela que te ensina a andar no caminho certo, é aquela que te ajuda, te socorre, puxa tua orelha, briga com você e te ama... Uma vez me contaram que devemos valorizar cada momento perto de uma amiga verdadeira, que devemos agradecer aos céus pela sua existência. Bom, agora que entendi o que me disseram, agora que parei pra pensar em tudo isso, sabe porque? Porque um dia ela vai embora, e um dia ela vai casar, vai ter filhos, vai formar sua própria vida, mas amizade nunca vai acabar.