Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Bozolóides, mesmo ignorantes de tudo, criaram uma linguagem única, baseada em emojis e figurinhas. Mas humanos não a compreendem!
A "América" é uma mentira! Confessaram estar sem pólvora! Go Irã! Brasil soberano! Lula é o cara! Que venha o laranjão!
Os EUA não aguentam uma guerra com o Irã! E querem ameaçar o Brasil! Mickey vai levar uma sova do Zé Carioca!!!
Depois de passar cerca de três meses parado, gastando muito e sem ganhar nada, surgiu uma oportunidade de voltar a trabalhar na área energética.
Tudo começou numa conversa com um amigo que trabalhava em uma empresa de equipamentos de segurança. Como seus clientes eram empresas do setor elétrico, ele comentou sobre uma fábrica em São Bernardo do Campo que produzia escadas para concessionárias de energia e tinha a intenção de entrar no mercado de linha viva, justamente a minha especialidade.
Ainda decepcionado com a experiência da empresa anterior, ouvi a proposta com certa desconfiança. Porém, como precisava urgentemente voltar ao mercado de trabalho, resolvi conhecer a empresa e conversar com seu proprietário.
O dono era o Sr. João, um homem de aproximadamente sessenta anos, cheio de ideias e entusiasmo, embora com poucos recursos financeiros para investir. Os equipamentos utilizados na fabricação de ferramentas para linha viva eram caríssimos e, pior, não eram produzidos no Brasil.
Passamos algumas horas conversando. Ele me mostrou a fábrica de escadas para o setor energético e, ao lado dela, um enorme galpão onde eram fabricadas escadas domésticas, bancos-escada e tábuas de passar roupa, produtos destinados ao mercado residencial.
Como eu já estava há algum tempo sem trabalhar, acertamos uma experiência voltada aos setores elétrico e telefônico. O salário era bem inferior ao que eu recebia na empresa anterior, mas minha situação não permitia muitas exigências.
Comecei realizando um trabalho de divulgação das escadas junto às companhias elétricas. Como eu já conhecia muitos clientes daquele segmento, o desenvolvimento do trabalho foi relativamente fácil. Em seguida, passei a atuar também no setor telefônico.
Atendendo a solicitações das concessionárias de energia, desenvolvemos algumas escadas especiais montadas sobre veículos. Com esses equipamentos voltei a viajar, embora em uma frequência muito menor do que nos tempos anteriores.
Com o passar do tempo, após a saída do gerente da área doméstica, acabei assumindo a parte comercial das duas fábricas.
Foi nessa época que vivi um episódio que jamais esqueci.
Certo dia, eu conversava em minha sala com minha esposa sobre a situação da minha sogra. Ela estava muito doente e internada em um hospital de Osasco. Seu estado de saúde se agravava a cada dia, e o atendimento que recebia nos preocupava muito.
O Sr. João entrou na sala e ouviu parte da conversa. Ao entender o que estava acontecendo, pegou o telefone e ligou para um amigo que era diretor do Hospital de São Caetano.
— Qual é o nome da sua sogra? Em qual hospital ela está internada?
Passei as informações.
Ele falou com o amigo, explicou a situação e, ao desligar, disse apenas:
— Vamos tirar ela de lá.
E foi exatamente o que aconteceu.
Minha sogra foi transferida para o Hospital de São Caetano, onde permaneceu internada por cerca de trinta dias. Recebeu um atendimento excelente e saiu de lá recuperada.
Naturalmente, minha preocupação seguinte foi com os custos.
— E a conta, Sr. João? Como vamos pagar?
Ele respondeu com a maior tranquilidade:
— Não se preocupe. Quando ela chegar, a gente dá um jeito.
Algum tempo depois a conta chegou. Eu nunca soube o valor. O Sr. João não deixou que eu a visse.
Mais tarde fiquei sabendo que ele ligou para o diretor do hospital e fez um acordo. Em seguida, carregou um caminhão com uma grande quantidade de tábuas de passar roupa, bancos-escada, escadas metálicas e escadas de alumínio, enviando tudo para o bazar beneficente do hospital.
O assunto morreu ali. Ele nunca mais comentou sobre isso.
Os anos seguiram seu curso. Continuávamos trabalhando e, de vez em quando, viajávamos juntos para visitar clientes, principalmente no Rio Grande do Sul, estado pelo qual ele tinha uma admiração especial. Adorava ir a Caxias do Sul.
Até que um dia a telefonista transferiu uma ligação para minha sala.
Do outro lado da linha estava o diretor de uma empreiteira que prestava serviços para a CESP — Centrais Elétricas de São Paulo. Chamava-se Dr. Rubens.
Ele disse que precisava tratar de um assunto confidencial e perguntou se eu poderia encontrá-lo no dia seguinte.
Conversei com o Sr. João e expliquei que uma empresa havia me procurado, mas que eu não fazia ideia do motivo.
Na manhã seguinte fui ao endereço combinado.
Ao chegar à portaria da empreiteira, me identifiquei e pedi para falar com o Dr. Rubens.
O porteiro respondeu:
— Aqui não tem nenhum Dr. Rubens.
Estranhei.
— Claro que tem. Ele marcou uma reunião comigo.
Nesse momento o telefone interno tocou. Após atender, o porteiro mudou imediatamente de atitude.
— Desculpe, eu me enganei. Ele vai recebê-lo.
A conversa foi cordial, mas algo me chamou a atenção. De cada dez palavras que o Dr. Rubens dizia, oito eram sobre a Munck.
A Munck era, naquela época, a maior fabricante de guindastes da América do Sul. Tinha sua principal fábrica em São Paulo, filiais no México e na Argentina, distribuidores espalhados por toda a América do Sul e uma operação em Londres que atendia o Oriente Médio.
Era uma gigante do setor.
Ao final da reunião ficou evidente para mim que alguém queria me contratar, mas não era aquela empreiteira.
Apesar da insistência, deixei claro que não tinha interesse imediato na proposta. Mesmo assim, prometi pensar e dar uma resposta no dia seguinte.
Saí dali e segui para o trabalho.
Durante o caminho, uma conclusão se formou naturalmente na minha cabeça: quem realmente estava tentando me contratar era a Munck.
Assim que cheguei à empresa, peguei o telefone e liguei diretamente para a fábrica da Munck.
— Gostaria de falar com o Dr. Rubens.
A telefonista perguntou quem estava ligando. Eu me identifiquei.
Poucos segundos depois ele atendeu.
Não fez apresentações nem rodeios.
Perguntou apenas:
— Quando você pode vir conversar aqui na Munck?
Foi naquele momento que percebi que minha vida estava prestes a mudar mais uma vez.
E mudou.
A ideia de que a parede é sólida, é uma expectativa criada pelas infinitas repetições do pensamento.
Ao ameaçar o Brasil, os EUA estão embarcando numa montanha-russa, sem perceber uma grande muralha no meio do caminho!
O psicopata americano está querendo começar uma Guerra Santa! O Senhor da guerra se retratou como o Príncipe da Paz!
Na “Avenida Brasil” só existem 2 vias! Uma avança e outa retrocede! É seguir em frente com Lula ou regredir com a mula! A terceira via é o acostamento de estagnação!
Em vez de fazer um minuto de silêncio em homenagem a alguém, reze, faça uma oração a Deus em seu nome, e essa sim será a melhor homenagem que a pessoa poderá receber.
Uma Sinfonia sem Nome
Sabe, o mais louco de tudo é que eu sequer sei o seu nome. Talvez ele já estivesse escrito em alguma página dos livros que li e passou despercebido entre tantas palavras, talvez eu já o tenha pronunciado por acaso, numa conversa qualquer, sem imaginar que carregava o som de alguém que um dia seria importante, talvez eu já tenha te visto numa parada de ônibus, atravessando uma rua qualquer, escondido entre fotografias antigas, refletido numa janela ou perdido em algum canto da internet, talvez. Mas entre ruas que meus pés ainda não pisaram e caminhos que meus olhos não alcançam, você continua sendo a resposta que Deus ouviu antes mesmo de eu aprender a perguntar.
E a tua voz... Dentre bilhões de vozes espalhadas pelo mundo, talvez ela nem seja tão diferente assim, ou talvez seja única, única o bastante para que eu a reconheça no instante em que a ouvir. Gosto de imaginar que ela não virá para preencher um vazio, porque vazios não são preenchidos por pessoas, mas gosto de pensar que ela virá para caminhar ao lado dos silêncios que ainda carrego. Que amanhã, quando estivermos lado a lado, as paisagens não precisarão ser explicadas, porque quem aprende o idioma do vento entende o que as árvores dizem sem abrir a boca.
E o teu rosto...
Ah, o teu rosto.
Deve guardar algum detalhe que fará meu coração parar por um segundo, algo que me fará lembrar de cada linha desta carta escrita antes de conhecer você, antes de saber teu nome, antes de descobrir que teus olhos talvez carreguem mais beleza do que todas as noites estreladas que já contemplei.
Talvez tragam mais profundidade do que os céus pintados por Van Gogh, talvez mais poesia do que qualquer verso que já tentei escrever. Você é uma sinfonia que ainda não ouvi, uma melodia que talvez nem Beethoven conseguisse traduzir, onde cada nota tua parece existir num lugar onde comparações deixam de fazer sentido.
Talvez teus olhos carreguem tempestades, talvez tragam calmarias, talvez carreguem as duas coisas ao mesmo tempo, e isso pouco importa.
Porque, sabe... Às vezes sinto que guio meus passos apenas pelo instinto, e quem tem sede de absoluto não segue aparências pela beleza, segue rastros por verdade. E a verdade raramente chega acompanhada de ilusões, ela chega firme, concreta, como terra depois da chuva, como raízes que se recusam a ceder ao vento.
Por isso gosto de não saber teu nome, porque enquanto não sei, posso continuar imaginando todo o amor que desejo oferecer, sem pressa, sem cobranças, sem exigir do amanhã aquilo que ele ainda não prometeu.
Eu gosto das coisas que permanecem quando o encanto acaba, quando a maquiagem da alma escorre e sobra apenas aquilo que ninguém consegue fingir. E quando esse dia chegar, espero permanecer, porque amar alguém somente durante os dias bonitos nunca me pareceu amor de verdade.
Não te espero numa janela, não conto os dias, não coleciono expectativas, mas confesso: às vezes sinto falta de alguém que nunca encontrei. Às vezes fico triste pela demora, porque existem histórias que ainda não vivi, conversas que ainda não aconteceram, abraços que ainda não conheço, e uma parte de mim queima de vontade de experimentar tudo isso.
Sabia que sementes não arrancam as próprias raízes para conferir se estão florescendo? Elas apenas crescem, em silêncio, debaixo da terra, sem aplausos, sem garantias. E eu estou tentando crescer também.
Nem sempre consigo, nem sempre é fácil, mas continuo. Porque, de alguma forma estranha, o simples fato de acreditar que você existe me dá forças para continuar me tornando quem eu preciso ser.
E se algum dia nossos caminhos finalmente se cruzarem, peço apenas uma coisa: venha quando eu estiver inteiro. Não perfeito, mas inteiro. Mesmo com cicatrizes, mesmo com ferrugens, mesmo com sonhos que às vezes parecerão mortos, mesmo quando o mapa desaparecer das minhas mãos.
E se isso acontecer, por favor, me ajude a encontrar a luz, porque carinho eu ofereço, lealdade eu entrego por inteiro, e coragem... Coragem eu dividiria até o último pedaço.
Se existe algo que aprendi observando o céu, é que estrelas abandonam constelações quando deixam de pertencer ao mesmo desenho. Eu, por outro lado, não prometo perfeição; prometo escolha, prometo permanência, prometo tentativa, prometo voltar para reconstruir quantas vezes forem necessárias.
Se houver verdade, eu fico
Se houver respeito, eu permaneço
Se houver reciprocidade, construirei um mundo ao teu lado. Mas se a confiança quebrar, não será por falta de luta, porque minhas mãos sempre carregarão as marcas das coisas que tentei salvar.
Ainda assim, aprenderei com os rios: eles encontram pedras, encontram obstáculos, encontram montanhas, mas não brigam. Mudam de direção e seguem.
Até lá... Continuarei sem saber teu nome, sem conhecer teu sorriso, sem reconhecer tua voz, sem entender teu jeito de enxergar o mundo, e talvez exista algo genuinamente bonito nisso. Algumas pessoas são encontradas pelos olhos, outras são encontradas pelo destino, mas eu gosto de acreditar que encontrarei você pelo som da sua voz.
Porque entre todas as possibilidades deste mundo imenso, eu espero que, quando chegar a hora, eu também seja a sua primeira escolha.
Às vezes, o amor é como uma visita inesperada numa manhã de domingo. Bate à porta sem avisar, justamente quando a casa está desarrumada, quando ainda não tivemos tempo de esconder a poeira, de ajeitar as coisas, de parecermos um pouco mais prontos para receber alguém.
E então vem aquele medo bobo, quase infantil. E se ele me vir assim? E se reparar na minha bagunça? E se entrar e perceber que aqui dentro nem tudo está no lugar?
É nesse instante que tantas pessoas fecham a porta. Não porque não queiram o amor, mas porque têm medo de serem vistas antes de conseguirem se arrumar para ele. E talvez seja justamente aí que percam uma visita rara, dessas que a vida não costuma repetir.
Porque amar também é abrir a porta ao “se”. Ao se não der certo. Ao se eu me ferir. Ao se ele partir. Ao se tudo aquilo que imaginei não acontecer.
Há sempre alguma desordem numa casa habitada. Talvez exista também alguma desordem em nós que amamos. E talvez a coragem não esteja em colocar tudo no lugar antes de abrir a porta, mas em abri-la mesmo assim.
Às vezes, a maior falta de sorte não é o amor ir embora. É termos fechado a porta antes que ele pudesse entrar.
Era uma vez?... Não, foram várias vezes!
Depois que larguei meu cunhado sozinho com os dois bois, eu tinha certeza de que ele iria aprontar alguma comigo. Só não sabia como nem quando.
Num sábado de manhã, eu estava atendendo no balcão da mercearia quando chegou um homem me procurando. Fui até ele achando que queria alguma informação. Não. Não era nada disso. A coisa era mais séria, muito mais séria.
Ele se apresentou como irmão da Margarete.
Bem, a Margarete era uma moça que trabalhava no bar que ficava em frente à mercearia. Era garçonete e atendia os jogadores de sinuca, servindo bebidas e salgados. Meu cunhado costumava jogar lá todas as noites e eu, como sempre, ia junto.
Acho que ele me viu olhando para a Margarete. Coisas de adolescente. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e ela devia ter uns vinte. Mas, na cabeça dele, já existia um romance, e ele certamente encontraria um jeito de tirar proveito daquilo.
O sujeito, que dizia ser irmão da Margarete, contou que tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito sério.
— Minha irmã está grávida e disse que você é o pai. Já falei com o Juizado de Menores. Quero resolver esse assunto rápido.
Na sequência, me chamaram ao telefone.
Era do Juizado de Menores.
Eu conhecia a pessoa que estava na linha. Não era o juiz, mas o comissário de menores. Quando atendi, ele começou a me questionar:
— É verdade? O filho é seu mesmo?
Meu Deus!
Larguei o telefone e saí correndo atrás do meu cunhado. Mas ele havia saído.
Fui então procurar minha irmã. Ela estava em casa.
Contei a história e ela nem me deixou terminar. Agarrou-me pelo braço e me arrastou até o bar onde a Margarete trabalhava.
A coitada nem teve tempo de entender o que estava acontecendo.
Minha irmã começou a falar um monte de coisas. Disse que eu era apenas uma criança e que a Margarete já era uma moça feita. Que jamais permitiria aquilo. E ainda falou algumas palavras nada publicáveis.
Depois me puxou de volta para casa.
Pegou uma mala, jogou algumas roupas dentro e decretou:
— Vou te mandar para Santa Mariana.
— Vamos! Se arrume. Só volte depois que as coisas se acalmarem. Melhor ainda: eu mesma vou te buscar.
Ela não me deixava explicar nada.
— Vá se despedir do Ney — disse ela, referindo-se ao meu cunhado. — E não conte nada. Depois eu explico para ele.
Saí procurando o Ney.
Logo o encontrei.
Ele estava com mais quatro pessoas, bebendo e dando risada. Olhavam para mim e riam ainda mais.
Foi então que percebi quem eram os outros.
Um era o sujeito que havia se apresentado como irmão da Margarete.
Outro era o Macaé, o comissário de menores.
O terceiro era irmão do meu cunhado.
E todos estavam se divertindo às minhas custas.
Voltei correndo para casa, contei tudo para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete.
Depois de muitas explicações, pedidos de desculpas e alguns constrangimentos, ficamos esperando o verdadeiro responsável por toda aquela confusão.
Minha irmã era bem pequena perto dele, mas naquele dia parecia um gigante.
Deu a maior dura no meu cunhado.
Passado algum tempo, voltamos à rotina.
Eu estava novamente no bar, vendo meu cunhado jogar sinuca.
Só que agora eu observava a Margarete com uns olhares bem mais lânguidos.
E ela, depois de toda aquela história, me retribuía com uns sorrisos muito gostosos...
O oportunismo do Congresso é vergonhoso. Os fascistas, corruptos e corruptores atentam mais uma vez contra os interesses da nação!
Na direita, até a fé é fake!
São uma seita, culto ou rebanho de lobos! Seguem:
Padre Kelmon, Malafaia, Frei Gilson e um falso Messias!
Os EUA se tornaram uma chacota mundial! Vão tomar o Irã! Vão tomar Cuba! Vão tomar... é no estreito!
Uma vergonha essa traição de MORAES contra o presidente LULA! Jantar com Alcolumbre e apoiar o veto a Messias! Parcialidade?
Existe uma contradição histórica evidente na recepção de antigas heresias pela teologia atual. O arianismo permanece marginalizado, manifestando-se hoje nas Testemunhas de Jeová. Por outro lado, o determinismo maniqueu — também condenado nos primórdios da fé cristã — foi assimilado pelo determinismo teológico calvinista que, paradoxalmente, desfruta do status de ortodoxia.
O bolsonarismo é um vírus? Uma bactéria? Um parasita? É a união de todas essas características. Infectam e parasitam o hospedeiro.
