Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Nunca diga que me ama só para que eu pense que seja verdade
Nunca me peça pra dizer que te amo, apenas para te agradar
Nunca me faças promessas as quais não poderá cumpri las
Nunca chame atenção de quem não gosta de voce
Nunca pense que todas as pessoas te aceitarão em seu círculo
Nunca acredite que todas as pessoas são honestas como voce
Nunca compre coisas sem ter certeza que as pagará
Nunca jogue fora aquilo que te fará falta amanhã
Nunca despreze um bom conselho de bom amigo
Nunca deixe de visitar um velho amigo
Nunca fale mal de seus inimigos. seus amigos podem não gostar
Nunca deixe de aprender algo diferente, ainda que não use
Nunca esqueça: escrever é bom para memória
Nunca esqueça que a vida começa hoje e hoje encerra
Nunca diga que ama alguém se não for verdade. Você não sabe o estrago que a verdade pode causar ao ser revelada.
Não diga que me ama...Não diga isso nunca mais!
Você não merece-me.Dediquei-me a tí como á ninguém, você não soube me amar, você nunca me amou...Mas eu Te Amo (ainda).
Sinto sua falta, como se você fosse o ar que respiro...
Familiar
Nunca diga que alguém
nunca disse que te ama!
Cada um - você também! -
tem seu jeito; não reclama!
Lá em casa sempre tem:
Boa noite, durma bem...
e não vai cair da cama!
Por favor não diga que não me ama mais, diga a verdade que nunca me amou, só tava comigo para esquecer outro sua psicóloga advogada.
Nunca diga que me ama
da boca para fora.
O amor é um sentimento sério.
Não se brinca com o que é sério,
ainda mais com algo que faz
tum, tum em ritmo forte...
Nunca foi uma ajuda e sim uma equipe
Nem tudo é mental, o esposo que partilha os afazeres de casa e que abandona a ideia de que suas esposas são empregadas com identidade de serviçais são evoluídos e verdadeiros amantes.
Geralmente são moços criativos e com iniciativa, não é pela imagem de homão da porra, é por você, por amor, pela harmonia da casa. Não se acha derrotado ou menos homem por isso.
Não acham que isso sejam lições da vida e tampouco capacidade de superação. É a necessidade de trilhar junto os caminhos, se sentir pertencente a casa e suas responsabilidades perante ela.
Somos coadjuvantes num mundo orquestrado por nada e por ninguém, não somos melhores nem piores que nossos parceiros, não nos compete a limpeza da casa sozinha, não é falta de amor para meu marido exigir que a reciprocidade se materialize.
Crescer significa ter a ousadia de explorar o desconhecido, de fazer o que não agrada, de renunciar a preguiça por amor e principalmente por dever. Eu acho lindo homens que enrubescem de vergonha por fazer o mínimo. Lindo sim, útil não! E nem queria perto, não para seguir a vida.
Não é que tenho sensibilidade ferida, não é que sofri pressão do feminismo, ou por ter uma carreira cheia de exigências e uns lados chatos. Não é nada disso, a verdade é que não sou capaz de conservar uma relação afetiva estável, sem analisar a maneira de amar na prática.
Temos a impressão que não podemos fazer nada sem ele, essa impressão nos faz ser cada vez menos exigentes, menos organizadas com os sentimentos, menos realização pessoal com o parceiro que parece muito mais um filho marmanjo.
O futuro não é um presente, é uma conquista, uma colheita, suas escolhas faz parte desse processo de alegria ou não. Muitas pessoas só percebem a riqueza do casamento tempos depois da separação, só dão valor quando perdem, como dizem por aí.
Tem muito prazer distorcido, prazer no ato de comer, e não em saborear o alimento e no casamento não é diferente, muita gente não consegue perceber que já tem aquilo de que necessita, busca outros prazeres e só dá conta quando não tem mais.
Não enterre sua vida com alguém por 10, 20, 30 anos que não te ama nas pequenas coisas, quem não é fiel nas pequenas coisas, não é fiel nas grandes. Transforme a sua vida desde o início, observe suas escolhas.
Asa de um lado só
Só tenho uma asa.
Um lado mudo de pássaro.
O céu me namora,
mas eu sou do chão.
Se tivesse duas,
voava em linhas tortas,
fazia rasantes no azul
e inventava nuvens novas.
Com uma só,
fico brincando com o vento,
sonhando ser passinho,
pés no chão e cabeça nos ares.
Quem sabe um dia,
no finalzinho da lida,
a asa murcha cresça
e eu, enfim, conheça o céu.
Minha asa pulsa,
como se já soubesse do infinito.
Uma asa é quase nada,
ou tudo — depende do corpo que sonha.
Quando os filhos crescem.
Há um momento na vida dos pais em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro. É paradoxal. Quando nascem pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa. Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família. Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico. É o momento em que os pais se perguntam: onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria. Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição. A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica. Ontem estavam no banco de trás do automóvel, hoje estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito. É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela. Tempos que não retornam a não ser na figura dos netos que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas. Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos para estar conosco. Não economizemos abraços, carícias, atenções porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.
A criança criada com carinho aprende a ser afetuosa. A mensagem da atenção ao próximo é passada pelos pais aos filhos. No dia-a-dia com os pais eles aprendem que o ser humano e seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e todos os seus acessórios. Em essência, as crianças aprendem o que vivem.
