Nunca Diga que Ama uma Pessoa
A carta que nunca entreguei
Quero teus pés colados nos meus, feito minha boca na tua. Quero teus ossinhos marcando meu quadril feito teus olhos marcam minha alma. Quero tuas palavras marcando meu coração feito teu amor faz comigo. Quero mais de você, quero mais de mim. Quero mais de nós dois. Te quero sendo comigo. Me diga, me mostre, me olhe, me ame. Canta outra vez no meu ouvido que quer o nosso bem, que faz tudo pelo nosso amor. Não perca o costume de me desequilibrar, muito menos de me segurar no último instante. Contorna meus lábios com teus dedos e para bem na ponta do meu nariz; me olha bem no fundo de mim e diz com aquele teu olhar o que sempre me disseste.
Dia desses, antes de dormir, percebi uma coisa. Pensei que o amor fosse meu, mas não: é todo teu. Guarda com cuidado, num canto escondido qualquer que seja. Lembra dele, vez ou outra. Olha.
Sente saudade,
como eu faço.
Nunca somos quem agente achamos que somos, porque varias situações e momentos nos provão totalmente o contrário ... e dia após dia nos descubrimos ... igual um jogo de video game vamos desculbrindo aos poucos ... conforme nossa curiosidade .
Eu não tenho esperado muito das pessoas
pelo fato das pessoas nunca terem sido prioridade
...mas ainda há chances!
A priori, esperarei, como esperança,
pelas chances que já dei a alguém.
... Refletir sobre uma lógica possível, quem sabe,
e inteligível em versos curtos.
Entendam bem:
Eu já amei a sociedade. Quando, é claro,
me lembrei de meus ancestrais!
Aqueles mesmos...
É! Sabes bem!
Ah! Lindos seres unicelulares nadando por aí...
quantas saudades!
Quão distante a genética nos deixou...
vejam só: hoje, não passo de um verme humanoide.
Como eu queria uma desmetamorfose nessa "nephesh",
voltar a ser decente e discente da vida.
Parar com as prioridades
renovar a minha idade
conclamar a mocidade.
Deixar de ser esse velho arredio,
que aos poucos me tornei.
A contrario sensu de tudo que aqui proferi a limine
...
falha-me a memória
como em tantos outros instantes da vida.
E, por obrigação, não consecução
Resumo minha vida com uma frase:
escuro, espaço, espaço, escuro.
Em meio a tantos meu coração te escolheu, te escolheu para te fazer feliz como ninguém nunca o fez, além de meu melhor amigo , hoje você é meu grande amor.
A gente nunca sabe se vai dar certo, nunca tem certeza de nada, sempre nos enchemos de certeza, 5 minutos depois ficamos embebidos de duvida.
As pessoas nunca mudam e começam agir diferente de repente, sempre tem um motivo ou coisa que às fazem mudar!
Não digo que nunca sofri, mas que cada pedra que encontrei no caminho serviu para construir a fortaleza que me tornei.
Eu nunca vou envelhecer...
Eu nunca vou envelhecer
porque eu vou ter sempre um sorrisão no rosto
mesmo se tudo estiver indo mal.
E as minhas lágrimas
sempre serão cheias de drama e melancolia
como na época da adolescência.
Eu nunca vou envelhecer
porque mesmo quando as rugas
insistirem em aparecer
e elas vão aparecer,
mesmo assim ainda serei uma menina.
Uma menina feliz, sorridente e brincalhona
de dar inveja em muita jovenzinha fútil
que acha que ser feliz é sair por aí
e beijar na boca de todo mundo.
Eu nunca vou envelhecer,
principalmente porque no meu coração
sempre haverá amor,
um amor que me faz mais jovem, todos os dias.
Um grande amor pela vida, pela família
e pelos verdadeiros amigos.
Um amor especial,
que me fará eternamente jovem.
E quando o tempo quiser me provar o contrário...
Darei a ele o meu sorriso mais jovem,
porque eu,...
Eu nunca vou envelhercer!
Mas não passa. Não importa que faça três meses ou três anos. Isso, aqui dentro, parece que nunca vai ter um fim. Mas já não é mais amor. Também não posso cogitar que seja outra coisa. Acredito que sejam só restos, restos de um amor meio torto, meio surrado, dos mais complicados, dos mais tristes também, mas que permaneceu vivo o tempo todo dentro de mim, em silêncio. E permanece. Em cada milímetro de mim, cada parte do que eu sou. Cada saudade que eu sinto é um pouco de saudade sua também. Em cada frase que eu escrevo, uma palavra é dedicada a você também. Cada amor que eu tenho, é um pouco do seu. Amor que ressurge em algumas horas e, sinceramente, me deixa no chão. Nada tão devastador quanto o que você já foi pra mim, nada que eu não possa aguentar calada. Nada que, ao amanhecer, eu já não tenha deixado pra lá e seguido em frente. Não é mais urgência de você, é só… lembrança. É só falta. É só certeza de que nunca vai existir um outro você, ou que acidentalmente a gente vá se encontrar aos 30 anos de idade e desenterrarmos o que nós éramos. É só saudade. Saudade que eu já aprendi a conviver, e que já entendi que, provavelmente, eu vou ter que senti-la pelo resto da vida. Nada que eu poderia fazer – e faço – compensaria esse nosso infinito desfeito.
Há pessoas que jamais notam a minha ausência.
Na verdade, o que nunca notaram, foi a minha presença.
