Nosso Amor So Aumenta
Todo dezembro no hemisfério sul de nosso planeta é mais que o Natal comercial ou religioso, é o mês dia mais longo do ano, é a festa do sol, início do verão, tempo de queimar as dores das tentativas que não fomos felizes e revigorar a esperança para buscarmos a felicidade outra vez. A plenitude é a única verdadeira vocação natural sobre tudo que vive, mas ao seu próprio espaço e tempo. Amém.
Se todos fôssemos filmados 24hrs, seria uma vida magnífica.
Afinal nosso caráter e mais depende de nossa exposição, do que de nossos valores.
Há uma doença congênita que assola nosso país. Ela ceifa empregos, impede o crescimento da renda e reduz o dinamismo da Economia, prejudicando toda a sociedade, mas que se reveste como algo bom, travestido com a toga da alegria. Esta doença atende pelo nome de Carnaval.
Nosso modelo de ensino não instiga o pensar. História é para ser decorada, e não entendida. Matemática é para se aprender por tentativa e erro, e não por tentativa e acerto.
Construímos um muro ao nosso redor com tijolos de intolerância. Ficamos tão seletivos que terminamos sós.
A felicidade muita das vezes, consiste em afastar e evitar, tudo aquilo que crava facas em nosso peito.
Nós somos muito mais do que imaginamos ser, o nosso poder está em nosso próprio subconsciente. Basta sermos mais conscientes para dar ordens ao nosso eu superior.
Nosso tempo tem pressa. Pressa de cuidar das sementes que semeamos! Esperemos que tenham sido boas sementes! Nosso tempo tem pressa. Pressa de extirpar a erva daninha que permitimos que brotasse, porque ervas daninha são enxeridas mesmo, ao menor descuido, quando se vê, já estão lá, “brotando como ervas daninha”... Lindas, maravilhosas, cheias de vida! Mas, fazem mal...
Nosso tempo tem pressa. Mal pode esperar pela colheita e, é necessário dividi-la com quem nada semeou por não acreditar que dali, daquele solo, pudesse brotar a semente que saciaria a fome do mundo. O mundo precisa de paz que só as boas sementes podem trazer. São as sementes que devemos cultivar em nosso coração... Todo o resto é perecível, pois se encontra nas camadas superficiais de "nosso solo". E o tempo, aquele mesmo que hoje tem pressa as destrói...
Se nos dermos as mãos ...
certamente mais fácil e belo
será nosso caminhar.
Amparando-nos nos "escorregões"
e certos de que a dois
tudo será melhor.
Cika Parolin
"O nosso é tempo tão curto. E mesmo assim aproveitamos tão pouco ?
Háá vida.... como seria se soubéssemos viver. ?
Com o tão pouco que temos. A verdadeira. Sabedoria, é aquela que usamos para fazer o bem. Assim como plantar rosas só temos bons frutos se cuidarmos então, viva com o tão pouco e Deus lhe concedera o muito que você precisa "
Vinícius Costa
O amigo verdadeiro jamais puxa nosso tapete para ver a nossa queda, pelo contrário, ele sempre nos ajuda a remover as pedras que obstruem nosso caminho.
A doença é a maior vilã em nossa vida: leva nosso dinheiro, tempo, viagens e outros. Afasta aqueles que pensávamos serem amigos; atrapalha prejudicando nosso trabalho. Tem aquelas que chegam a ser bênçãos, fazem refletir a acabam curando o mau caráter de alguns; outros morrem ainda pior: nem o câncer consegue mudá-las.
Filhos são uma parte de nós, conseguimos enxergar nosso melhor e nossas fraquezas. O extraordinário é que temos a oportunidade de educá-los para serem uma versão superior com capacidade de alçar voos mais altos e terem mais sucesso!
Paulicéia Paulista
Paulicéia Desvairada Paulista
Nossa Avenida
Nosso poema
Nosso andar
Nosso pomar
Nosso quintal
Nosso varal
Quantas pegadas já foram pisadas?
Quantas rodas já foram rodadas?
Quantas luzes já foram apagadas?
A Avenida que corta o Brasil
Que corta corações
Que corta emoções
Que inspira canções
Já me disse outrora uma vez
Um velho sábio japonês
A Paulista é uma grande pista
Uma pista de dança
Pista de música
Pista de arte
Pista de protesto
Pista de chegada
Pista de partida
Nesta pista que muito pisei
Eu vejo uma luz que beira o infinito
Que leva além
Que preenche a cidade
Que brilha aquém
Ela é Bela Cintra, Augusta,
Frei Caneca, João Manuel, Rocha Azevedo
Ela é Pamplona, Alameda Campinas,
Eugênio de Lima, Brigadeiro Luís,
Maria Figueiredo, Leôncio de Carvalho.
Com a Treze de Maio, ela se despede com Rosas, para se tornar maior
Se tornar Bernardinho e Paraíso
Paraíso que é
Paraíso que é para a rota que vai
Me tornar Paulicéia Paulista
A São Paulo do Paulista
A Paulista de São Paulo.
