No Silencio da Noite Sinto sua falta
Se posso contar o sol sobre o seu namoro com a lua não vingar
De remoço pedia a Deus após sua separação para as estrelas ao velho astro lunar acompanhar
De começo a sua iluminação mudou transpareceu aos poucos se pequenez
Ao fato de acostumar sua lonjura do astro rei, se tornou inquietante a este fato chamamos de lua minguante
De vez enquanto o desejo volta outra vez, e para a estrela flamejante se volta de vês
Deixando para conosco sua face não iluminada, olhos cegos apenas escuridão encontram
Impetuosa está sua fronte como cova para seu lado da terra o lua nova
Com o certo tempo foi passando a vontade pelo seu amado pequena branca
E com a metade de seu esplendor claro expandindo constatou e melhor fazer apaixonar do que poder amar
Mais passe o tempo, freie-se os meteoros e mesmo assim o seu estado ainda e crescente
Sua imagem gigante amarelada refletida no espelho d’água
Enche os poetas de inspiração, luz calor e muito amor
Seus freixos uniformes e resplandecentes como um bumerangue refletem nos olhos
Retornam ao espaço cheio de vida, penetra na alma e enriquece o ânimo vigoroso
Bate meu pulmão e clareia como o dia “o lua cheia”
De reversos períodos com o sol se encontrar para um espetáculo enigmático se forma
Face negra, é ao seu redor tudo resplandece sem nenhuma consternação
Pela noite em seu palco o show de dimensões espaciais vai acontecer
Olha que lindo um eclipse a se materializar
Conto e paro nós dias que fiquei a ti admirar, não consigo encontrar em seu lugar melhor presente para a amada não há
Obrigado pelo presente sol, sei que volta amanhã mais deixa agora com a lua e suas estrelas por algumas horinhas nós consagrar.
Existia a solidão de um destempero da saudade
Como nas molduras da catedral, era aplainado toda sua confusão mental
Ficou muito tempo ao ermo largado que nem lembrava mais como era ter alguém
Sua cabeça explodia em seus entendimentos, de como agir no seu interior
O vazio os dominava nós dias de domingo entre o nada ou ter tudo que queria
Parecia fácil essa escolha, mais no fundo sabia que por mais que queria não era sua vida
Um derrotismo ao quadrado dominava seu coração
Entre a cruz e a espada deveria seguir a glória ou o sofrimento
Sua escolha não foi fácil para ele não, um sim ou não o mudaria sua sentença
Entre dois caminhos a sempre duas medidas, a descida ou subida a volta ou ida
A complexidade de ideias se misturavam com o que já havia passado
O vazio nunca poderia se torna uma opção, a morte seria até anestésico nessa ocasião
Mas as vidraças do seu coração foram estilhaçadas, o mundo aos poucos fugindo no normal e voltando a realidade
Pediu as estrelas orou e ignorou a fome por escolhas em sua mente confusa e peito atordoado
Que a história sirva de lição para os que viram, nem tudo deu certo precisava de um abraço
Azoado destruído emocionalmente, a depressão o dominava é a cada dia estava sendo engolindo
Há saída praticada, abandone seu estado de automação como um ninja pelas sombras espancar seu desterro
Nesse momento o melhor e conseguir sair vivo, o ritmo mundano exige demais para aqueles que não foram feitos para ele
Venceu o que não se via, como uma máquina digeriu o gosto amargo da misericórdia dos homens
Desonrado pela solidão passou seus dias, mais um dia a chuva acaba e se a letargia não ti levar
Pode ter certeza um dia as nuvens irão abrir é o céu vai clarear.
Só existem dois tipos de paciência na vida,
a sua em relação aos outros e a dos outros em relação a você.
A grandiosidade entre as duas está justamente no reconhecimento.
Na nossa nobreza o protetor das armas, a guarda seus cavalos e sua honra
Contemporâneo assessor defensor meu verdadeiro escudeiro
Montador do fiel galopante no reinado um peão, um celebrado cavalheiro
Por medalhas de ouro ordenados e cercado de fitas e adereços de elegância em seu avistar baronete amantes das donzelas de olhar de mel
Cavaleiro comandante de todas as ordens seus fiéis subordinados irão realizar o senhor
Latifúndio rural e no centro comandante da política aos seus serviços grande barão
Dignidade passada para o feudo, capitaneie por trás de sua capa vermelha o visconde
Seus castelos erguidos, servindo e progredindo brotou como rosa vermelha meu conde
Província está que atacar levantador do meu escudo e paladino responsável pela baliza és o justiceiro em forma de marquês
Confraria nossa por nessas terras, céus e mar subir e descer por certo fazer trovejar e a tudo acometer ilustre duque
Na lua Europa conduz em seu pequeno reinado o grão-duque
Aristocracia lhe carregou lhe trouxe em busca da fama e luxuria arquiduque das bandeiras
Filho dos maiores, carregam menores láureas hierárquicos de poder será seu destino indomável infante
Real seu trono se torna próximo jovem coroado seu principado e realidade cativante príncipe
No cetro possuidor rei, com proposito e ancião guardião da coroa
Permita-me recusar todo presente ruim que me der, pois eles no fundo morrerão com você
Permita-me impera, ser o imperador de toda a sua cor minha flor.
Se passa por sua sanidade, no mundo da asserção
De psicodélico sons e imagens por todos os lados
Alienação e devaneio em suas súplicas
Mensageiro e portador da insânia
Fruto da insanidade
Capitulo perdido de um título já esquecido
Subconsciente inexplorado na terra do fascínio
Caminhos irreais e ideias transloucadas
Consequências impensadas de um destino profano
O peso é o desfruto pela regularidade
Jamais atrativo para mentes incapacitadas em conquistar
Sem reconhecimento por essa área que meândrica
Vai ti deixar avesso a compreensão da loucura
Do desatino ao destino uma época encanto
É um olhar díspar do que seus olhos veem.
E longe é profanamente inexplicável
Descoberta, desvairada, maltratada
Sua visão no espaço e ínfimo
Ponto insignificante no universo
Por onde sopram ventos e tempestades
De lá não posso ti enxergar
As colinas de atlas muito menos posso alcançar
Ás de vistas sovada doce terra azul
Acalante em seus braços
E revistas em seus laços
Bendito lugar, acorde gigante sua hora se apropinqua
Ecoou pelos vales e campinas, céus desertos e mares
O desespero e frequente em suas vozes
Daqui se escuta sua amargura
Os que estão de dentro querem sair
E os que aqui ti observam ti imploram para um dia de novo seu ar respirar
Lugar decadente é ao mesmo tempo fascinante
Duas faces da mesma moeda, minha querida terra.
Me encanta de longe sua venustidade
Ave do paraíso, que por cima está e por aí no veneno avança
Incorruptilidade triunfando sobre a morte
Cem olhos omnisciência por nada se enreda
Magnitude no seu interior pássaro que não voa
E crescendo em meio ao sofrimento
Virtudes irradiadas pelos mirantes do coração
As estrelas do universo ti admiram, mil cores
Eternidade desde tempos etéreos
Ao estender sua majestosa obra de arte forjada
Leque de encanto, reentrância de sapiência
Figura em seu olhar a pequeneza da sua visão
Espelhada na grandeza dos seus sentidos
Voar para que, sua harmonia está em qualquer lugar
E quem sabe um dia o pintor irá realizar, uma obra tão colorida assim na terra não há.
Esse negócio de querer que eu seja sua, já começa bem errado.
Eu posso estar com você , mas eu não sou de ninguém .
Se quiser ter algo como propriedade, compre um pedaço de terra.
A questão da verdade de uma religião é uma coisa, mas a questão de sua utilidade é outra, diferente. Estou tão firmemente persuadido de que as religiões são nocivas, como o estou de que são falsas.
[in: Porque não sou cristão]
Talvez seja simplesmente sua personalidade ou, mais provavelmente, tenha origem em uma sensação de insegurança. Você já se perguntou por que não quer que as pessoas te ajudem? Talvez acredite, no íntimo, que não merece receber ajuda.
ALUIR DA LUA
A lua, alua com sua prata
e vai reluzir com eu manto
as cachoeiras e cascatas
com as flores lá dos campos.
Vai iluminar o agouro
transado pela noite escura
ouvir, gritos seguidos de estouro
e os pios das velhas corujas.
A lua, alua com seu véu
junto as estrelas do firmamento
e deixa seus rastros no céu
rubricando seus sentimentos.
Depois segue para aurora
chorar a esperança sua
sem o seu sol vai embora
e deixa saudades nas ruas.
Antonio Montes
Imprima sua marca. Deixe seu legado.
Crie uma cultura de serviços baseada em padrões de serviços e processos.
Cuide do seu interior, ele pode ser o mar para sua destruição ou uma cachoeira de graças na sua vida.
De tudo o poeta fala com os versos de uma poesia...
De seus amores, de sua dores, da Natureza,
e principalmente de Deus...
COM OS VERSOS DE UMA POESIA
Marcial Salaverry
Versos são como flores,
enchendo de cores
os olhos de quem os lê...
Com versos falamos de amor,
com versos sentimos saudade...
E também da felicidade,
falamos versejando...
Pela vida vamos amando,
e por amores nos apaixonando...
Falamos de doces sensações,
de ternas emoções,
sempre embalando corações...
E se paixões despertamos,
muito também amamos...
Sempre poetando,
a Natureza vamos cantando...
Com versos, vamos encantando,
e amores vivenciando...
Nossos versos usamos,
para dizer como amamos...
Poesia é liberdade,
poesia é fraternidade,
poesia é felicidade...
Poesia, enfim, é a expressão viva do amor,
amor que nos sai da alma,
diretamente para o coração de quem a lê...
Não saia da presença de Deus!
É dele que vem a paz para o seu coração.
O refrigério para a sua alma. A cura para as suas dores. E o socorro que você tanto necessita.
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