Nietzsche Corpo Mente
A Vida é Passageira…
Não olhem as pessoas
com olhos de misericórdia!
Não as julguem pela aparência.
Não as excluam, por algumas
serem diferente das pessoas,
que se dizem normais.
Elas têm um corpo.
Elas têm uma alma.
Elas têm essência.
Inteligencia.
Sensibilidade.
Deus deu dons a todos.
Aprendam a ver a poesia
através dos órgãos do sentido.
Não sejam “diferente” de ninguém,
quando o assunto é doar amor.
Todos temos nosso potencial.
Basta colocarmos em ação.
Por isso!!
Abram os olhos...
Suavizam a alma.
Colham emoções de
quem perto está de você.
Ama bem as pessoas
que cruzam o seu caminho.
Não tentam apenas tirar proveito.
Ama-as muito!
A vida é passageira...
E por vezes não damos conta de
realizarmos tudo
que desejamos e queremos.
Mas uma coisa tenho certeza!
A simpatia.
A educação.
O carinho.
O respeito.
São momentos,
que devemos costurar n’alma.
E vivenciá-los em
todos os nossos dias.
Por isso estou aqui,
para te dar meu abraço.
Meu afeto.
As minhas melhores emoções.
Em Aconchego!
Me deixa morar
em seu corpo...
Me deixa descansar
o meu,
que tanto implorou
o seu amor?
Alivia a minha dor!
E me deixa assim...
em aconchego!
Toda emoção desencadeia uma resposta bioelétrica no organismo: ativa áreas específicas do cérebro, provoca alterações hormonais, interfere na frequência cardíaca e na condutividade elétrica da pele. Essas respostas, embora químicas, são também respostas vibracionais.
Somos folhas, água, vapor e memória. Somos corpo que pede colo e alma que encontra sentido em rituais simples.
O corpo lateja. Escolhas não processadas vibram o corpo. E ele vai reclamar tudo que a boca calou, vai gritar tudo que o agir omitiu. Corpo é silencioso, modesto, sutil, mas quando fala, seu tom é alto.
Ouça seu corpo.
Sorrias não só com os lábios, mas com os olhos, sobrancelhas, bochechas, todo o teu rosto e até teu corpo precisa sorrir.
Meu corpo, minhas regras até onde a convivência permite; não estamos sozinhos no mundo, e no coletivo também há regras e limites.
Este mundo, ou a circunstância em que me encontro submerso, não é apenas a paisagem que me cerca, mas também o meu corpo e a minha alma.
Eu não sou o meu corpo; encontro-me com ele e com ele tenho que viver, esteja são ou doente. Mas também não sou a minha alma; encontro-me com ela e preciso dela para viver, ainda que, às vezes, ela me sirva mal por ter pouca vontade ou nenhuma memória.
Corpo e alma são coisas, e eu não sou uma coisa, sou um acontecimento, um drama em movimento; uma luta incessante para me tornar aquilo que devo ser.
IDADE DO SUJEITO OU IDADE DO ORGANISMO DO SUJEITO?
A idade em anos não é do Sujeito que tem a função de gerir o Organismo, porque o Sujeito é eterno!
A idade em anos é do Organismo do Sujeito pela temporariedade do Corpo do Organismo do Sujeito!
Assim,
Eu sou eterno, mas, o meu Organismo é temporário pela temporariedade do meu Corpo!
Não é por acaso que dizem: "Que a sua Alma descanse em paz!".
Por isso, não me pergunte quantos anos de idade eu tenho, porque eu sou eterno!
Mas, pergunte quantos anos o meu Organismo tem!
Portanto,
Não pergunte: Quantos anos você tem?
Mas, pergunte: Quantos anos o teu Organismo tem?
“Sempre diziam que eu tinha uma beleza rara. Quando me olhei
em um pedaço de espelho pela primeira vez, já tinha muitos filhos.
Como bolo de festa, fui fatiada várias vezes. Meu corpo nada nega.”
O problema do brasileiro não é apenas interpretação do texto, mas é a safadeza de achar que o outro carece de inteligência suficiente para entender as entrelinhas.
É uma espécie de autossabotação: enquanto a frase diz uma coisa, as palavras utilizadas expressam outra e a pessoa nem se dá conta.
Além da interpretação de texto, existe toda uma análise comportamental que não é capaz de ser sucumbida pela verdade implícita.
O corpo fala, as atitudes expressam e a fala engana, mas não se contradizem.
Até papagaio repete palavras, mas os animais não falam e a gente entende tudo com análise comportamental deles. E é sobre isso.
AUTODOMÍNIO: QUAL É A COISA QUE NUM ROBÔ PODE TER AUTODOMÍNIO?
Afinal,
O que é Autodomínio e como se chama a coisa que num Robô pode ter Autodomínio?
Autodomínio é a capacidade de perceber e resistir aos efeitos da actividade dos Circuitos Lógicos do Corpo do Organismo!
Num Organismo Máquina, como um Robô, não existe a coisa que pode ter Autodomínio.
Mas,
Num Organismo Humano a coisa que pode ter Autodomínio chama-se Psique, não como a consideram os Psicólogos Científicos, mas, como um Sujeito Consciente-Inteligente Influenciável e Gestor do seu Organismo!
E é a Psique que produz e programa os Organismos Máquinas para melhorar a qualidade da sua existência física!
Porém,
Pela Ignorância de si próprio ou por não conhecer-se a si mesma, que é o principal factor da falta do Autodomínio, a Psique é arrastada para o sofrimento pelos efeitos da actividade dos Circuitos Lógicos do Corpo do seu Organismo!
