Neve
Minha mente de poeta que assim como a alva neve que desce no inverno e some no verão, não se conforma em saber tanto do amor e tão pouco como amar.
Seus passos apressados esmagavam a neve que caia, sobre a rua do silêncio, na madrugada fria.
Uma menina e um poema:
‘Eu quero acreditar
Eu quero sim
Quero continuar
Lutando até o fim
Eu quero sonhar
Com a felicidade, ou algo assim
Eu quero deixar
Em você um pouco de mim’
Muita neve, uma casa e um melhor amigo
Uma menina, um poema e o amor não correspondido
Aquele foi seu ultimo dia, aquela era sua ultima noite, e no fundo ela sabia.
Uma sonhadora de 14 anos... Seu nome era Sophia
Queria ser amor, queria ser canção. Queria ser neve em pleno verão. Queria ser um beijo, Queria ser bondade. Mas sou apenas verdade.
Estava nevoando. A pele da moça tão pálida quanto a neve. A luz natural de suas íris azuis platinados refletia no branco da névoa. Seu corpo tão frágil quanto seus sentimentos. O vento que insistia em levar seus cabelos de um lado para o outro, criando uma segunda bagunça em sua cabeça. A bagunça em si - nos seus cabelos, e a bagunça dentro de si. A névoa com seus milímetros pedacinhos caindo do céu em direção ao rosto da moça. Cada passo para àquela garota era como se pudesse conseguir ver uma colina, onde nela possivelmente estaria o retorno de sua inocência. A inocência de sua vida, seu corpo, seus pensamentos, sua forma de pensar. A alvura de seu rosto gélido e purpúreo que imploravam por agasalho. A monotonia daquele local térreo era visível, e o único que lá se ouvia, era os urros do vento e os murmúrios de sua aura suplicando o retorno. O retorno de tudo, do mais divo e divino em sua mente.
A névoa refletia em seus olhos azuis, e no reflexo, ela pôde enxergar o que ninguém mais hoje em dia enxerga: seu caráter.
Um choro que comove.
Um sorriso que me move.
Um céu que promete neve
venha e me leve...
Venha leve e me leve.
Torne minha vida mais leve.
Venha, seja breve...
venha, antes que caia a neve.
Este é meu pai...
De olhos e mãos cansadas,
Cabelos que lembram o branco da neve,
De pele marcada pelo tempo e desafios da vida.
Possuidor de um coração que apesar de pequeno abriga o mundo,
Acolhendo e sempre fazendo bem-vindo aqueles que um dia se foram,
Mas que retornaram por não saberem viver...
Este é meu pai,
O ser que me vê como sou
E que me corrige quando eu não consigo me ver...
Meu pai de tantas vidas em uma só,
Carregado de experiências e labores desta vida,
Possuidor de felicidades tantas vezes suprimidas.
Homem de sorriso guardado,
Mas que ilumina o lar
Em ocasiões especiais.
Meu pai, o ser sem poderes supremos,
Mas dotado de dons celestes;
Usando-os pra me ensinar.
Anjo, que depois de dizer “tchau”
Em nossas despedidas diárias;
Ora por mim.
Se eu conseguisse traduzir em palavras
Mesmo que fosse em qualquer língua
O amor que sinto por você...
Talvez isso pudesse pagar
Tudo aquilo
Que sempre fizestes por mim.
Não adianta engravidar, ganhar na loteria, fazer serenata debaixo da neve e nem macumba para que alguém esteja com você.
Se não existir sentimento, pare de se rebaixar e vá procurar alguém que não precise de nada além de querer estar com você para que dê certo.
Estou dividida entre o fogo e o calor
entre entre o frio e a neve
entre a chuva e a tempestade
Entre o desejo e razão
Entre as palavras e a letra de uma musica
entre versos e estrofes
entre capítulos e paginas
Entre o segredo e a confissão
Entre a paixão e o perdão
Entre minha alma e meu espirito
Entre flores e espinhos
Entre meu querer e meu dever ! dividida entre esse louco sentimento chamado amor.Amor que preciso, que respiro e vivo. assim sigo meu destino sem saber ,se vivo ! ou existo.
É inverno, as folhas se escondem embaixo da branca neve, os galhos se mostram tristes e secas sem nenhuma forma de ternura, os ventos os fazem balançar como se ainda houvesse uma esperança de renascimento diante de tal situação. Há espera da chegada final da longa jornada fria se mostra mais presente do que ver as flores brotarem com tal beleza e cheiro na primavera. Corações parecem congelados e se trancam pra não ver que lá, por menor que seja ainda existe uma beleza que brilha no fim do túnel fechado e obscuro. Acostumamos á nós escondermos debaixo dos casacos mais quentes, sem mostrar realmente a fervente emoção que sonhamos viver, debaixo das luvas mais fofas, sem apalparmos o verdadeiro amor que queremos encontrar, nas botas mais peludas sem sentirmos o calor do chão com nossos pés descalços. Algo parece ter acontecido tudo se mostra diferente, as estações parecem não querer mudar. Nós abatemos com tamanha angústia e mesmo com tantos motivos, se renasce um novo dia, uma nova manhã, um novo pensamento, uma fé nós invade e mostra que há um futuro muito mais colorido nos esperando, que a felicidade fará nossos momentos congelados, desfrisarem e ver que existe um jardim de imensa alegria com cúpidos á ponto de acerta nossos corações com arco-flechas inundadas de amores eternos.
Em toda aquela neve, ela não sabia se sentia mais alguma coisa, porque, você já tinha cortado o coração dela em pedaços.
Anna: Arendelle está debaixo de neve.
Elsa: O quê?
Anna: É que tu espalhaste o inverno interno em todo lado.
Elsa: Não pode ser!
Anna: Não faz mal, nós podemos resolver.
Elsa: Não posso nada, eu não sei como.
Anna: Podes, eu sei que podes.
O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa
mesmo ao som de tão pouca intensidade
O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados
As decisões platônicas os efeitos que ligam as coisas da rotina só são quebradas pelos agentes do tempo
A paixão nos surpreende o desejo e sua força avassaladoras se aquieta no amor brando protetor apaziguar
Abro as cortinhas e descubro o que o tempo escondeu...
A areia da ampulheta encobre os gritos de guerra o fio da espada desembainhada e embainhada em corpos quetes me desvio disso...
Tento traça novas linhas mais as assas do tempo destrói-as...
O vento sopra forte uma areia fina congela no ar fixa uma barreira impenetrável
Não vou poder ficar muito tempo conserto algo e volto antes que tudo fica impossível de se mover
As cortinas se enrugam a passagem se fecha
O Ciclo das águas
Nascendo como simples riacho na neve
Este Rio desce silenciosamente
Em suas águas há um encanto
De uma beleza natural harmônica e única
Estar diante dele é sublime
Os pensamentos entram em conexão com a natureza
Através de um magnetismo que inspira esperança e fé
Em sua trajetória percorre vasta planície
Até chegar ao encontro das águas
Onde duas forças naturais lado a lado
Se transformam no maior Rio do planeta
Seguindo em frente de forma esplendorosa
Até derramar-se no Mar
Quando o Sol aquece os oceanos
Suas águas se evaporam
As correntes de ventos espalham este vapor que se transforma em nuvens
Que se condensa em gotas de água que cai em forma de chuva, gelo ou neve.
Na vida tudo é passagem, a vida segue o amor acaba os anos envelhecem o tempo não para a neve derrete o novo é velho.
Sem teu Sol
Caminhando sobre o lago congelado coberto com uma camada fina de gelo em meio a neve e sendo observado por uma alcateia de lobos, pude perceber quanta falta faz estar ao teu lado, abaixo do teu Sol.
Obrigado Noruega!
Neve por toda parte, pinturas vibrantes no céu proporcionadas pela nobreza da aurora boreal.
Uivos de uma alcateia de lobos são ouvidos, mas a mesma fogueira que nos aquece romanticamente, também nos protege,
Sozinhos e felizes, apreciamos calorosamente o deleite do momento,
Amanheceu! As montanhas nevadas que nos cercam começam a se oferecer nos convidando para um belo passeio,
Paramos em cima de uma camada fina de um rio congelado é incrível como o espelho da vida em movimento fascina,
O fim de semana acaba.
Agora sobrevoando a paisagem de horas atrás integralmente nossa, sabemos o privilégio que teremos de carrega-la por toda vida.
Completo
Entre as virtudes, vínculos.
Na tempestade de neve ou na beira mar, laços.
Sem intervalos entre o céu e a superfície, apenas uma razão.
No meio da coleção de lágrimas e sorrisos, amor.
Dois corações
Pinheiros cobertos de neve,
as estrelas brilhando como nunca antes visto,
o manto nevado é apreciado com a clareza de uma bela obra de arte,
dois corações sentados sobre a neve sendo aquecidos pela fogueira que não apaga.
