Nem tudo que Balança Cai
Não adianta recuar quando a ponte não está mais no lugar, ou você retorna e cai ou segue pela linha invisível e mal traçada se equilibrando pelos atalhos que Deus aponta em seu caminho...
A tempestade cai lá fora, e cá dentro, chove você. Dia e noite, como num dilúvio sem fim. E eu não posso fazer nada.
“Da Decepção à Glória”
Caí, sim — e foi alto o tombo.
Acreditei onde não havia chão.
Entreguei mundos em mãos vazias,
E recebi silêncio por gratidão.
Doeu…
Não nego o gosto amargo.
A alma sangrou calada,
e o coração ficou frágil, fraco.
Mas ali, no fundo do poço,
no ponto mais escuro da história,
nasceu algo que ninguém viu:
a semente da minha glória.
Pois quem sofre não fica o mesmo.
Ou afunda, ou se transforma.
E eu escolhi crescer do caco,
renascer fora da forma.
Fui traído? Sim. Subestimado? Também.
Mas nunca fui vencido,
porque aprendi com o desdém
a caminhar mais protegido.
Hoje, quem vê o brilho em meu passo
não imagina o que já suportei.
Mas cada lágrima guardada
é tijolo no que conquistei.
A glória não veio do acaso.
Veio da dor que não me matou.
Veio do “não” que me fechou portas,
mas me forçou a criar o meu valor.
Então, se um dia a vida te quebrar,
não te desesperes na queda.
Pois há vitórias que só nascem
quando a alma já se enreda.
A decepção é só o início,
não é ponto, é reticência.
A glória? Ah… ela é destino
de quem fez da dor: resistência.
Do cair ao vôo mais alto
Caí.
Não foi tropeço leve —
foi queda funda,
daquelas que fazem a alma se perguntar
se um dia foi feita pra voar.
Silêncio.
Poeira.
Cicatriz.
Mas ali,
entre os estilhaços do que fui,
uma brasa acendeu,
quieta, tímida,
mas viva.
Não era o fim.
Era o chão firme onde nascem asas.
Era o ponto exato onde a dor
vira lição,
e o medo aprende a ser coragem.
Levantei.
Não porque tudo estava certo,
mas porque dentro do caos
eu descobri um novo rumo,
um novo ritmo,
um novo “eu”.
E onde muitos viram queda,
Deus viu impulso.
Onde o mundo julgou fracasso,
o céu soprou recomeço.
Hoje, voo.
Não com asas de ilusão,
mas com força de quem já caiu.
Com fé de quem já rastejou.
Com brilho de quem acendeu sua própria luz
na noite mais escura.
E se eu cair de novo?
Ah, eu sei:
há sempre um voo mais alto
esperando quem não desiste de levantar.
Há um lugar onde o disfarce cai, onde o som da própria consciência fala mais alto do que os cânticos, onde o que está escondido se torna impossível de ignorar. Esse lugar não é um tribunal. É uma mesa.
O tempo passa
A noite cai
E ela olhando me atrae
Muita vontade de beija-la
Ahh se essa vontade que não passa
E assim dia a pós dia
Continuando...
Infelizmente, é mais uma batalha onde a chuva cai sobre mim, pois meu coração está mergulhado na tristeza e na derrota. O que me resta é aceitar que eu perdi. Nem todas as batalhas, ainda que eu lute, nem sempre vencerei.
Não é o tempo que cura nossas magoas amorosas, ou a saudade, é que com o passar do tempo, eles cai no esquecimento da nossa memoria. Pois quem tem aminésia sofrerás de amor hoje, e esquecerá tudo amanhã.
Quero ser como a chuva que cai
Molhando teu corpo.
O assovio do vento na madrugada.
A lágrima tímida a beijar teus lábios.
A mais suave canção de amor
A embalar teu sono.
O teu sorriso mais espontâneo.
Teus segredos mais ocultos.
Teus “Ais” na arte de amar
O tremor do teu corpo a tocar minha pele
Tua partida, tua chegada.
Ser única, ser tua... Simplesmente
O teu amor.
"Assim como a chuva cai sobre todos, o silêncio diante de lashon hará é uma bênção para toda a comunidade."
Amarrei meu poema de baixo de um texto imaginário; escuta ele comendo as palavras que cai na estrofe
Algumas vezes a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
“O mundo aplaude quem aparentemente não cai, mas raramente questiona o que custou manter-se de pé."
(Jasc)
"Não acredito mais em seus ritos amorosos.
Uma pessoa inteligente só caí uma vez em um erro, se cair de novo no mesmo erro daí já é teimosia".
