Nem sei quem sou
Eu não sei quem sou.
Eu não sei quem sou!
Quem fui?
Um príncipe?
Um barão?
Ou um simples plebeu?
Teria sido um rei sem reinado?
Talvez; um presidente sem país?
Mais provável um louco sem loucura
Então quem sou ??
Maluco?
Extravagante?
Fora da realidade?
Não sei!
Tche Guevara, Castro Alves ?
Um Augusto dos Anjos ?
Quem sabe Fidel Castro?
Não!
Não sou eu!
Personalidade difícil ?
Temperamento irregular ?
Praticante da utopia ?
Será ?
Não!
Não concordo!
Me considero uma pessoa comum
Com sonhos e ideais
Problemas como todos
Amando mais do que nunca
Normal, sensato.
Ah! Esse sou eu
Eu sei Qê quem sofre Hoje sou eu!
Eu sei que seu amor não e mais meu!
É Que Tudo se-acabo eo culpado Foi eu!
Quem sou ainda não sei
Estou a procura do meu saber
Para aonde ir
Sem saber aonde chegar
Estarei pronto
Quando chegar minha hora
Enquanto isso vivo feliz
Quem eu amo está comigo
Minha felicidade
São as coisas mais simples
Que a vida dá.
Eu sei quem eu sou, os outros? Apenas me imaginam!
Hoje acordei e tomei um decisão importante:
ia tirar férias de mim!
Férias do meu jeito de viver, do meu jeito de pensar e do meu jeito de ser.
Pelo menos por hoje,ia tentar não reclamar de nada,
não criticar o que vejo, não brigar
ou ficar lamentando porque minha vida é muito dificil.
Hoje acordei decidida:
ia , pura e simplismente tirar férias de mim !
Ia passar todo o dia que tinha pela frente
de uma nova maneira,
como se pudesse me reinventar, Agora,
ia criar um programa
em que apenas a felicidade existisse.
E ia esperar até o fim do dia
para ver o resultado dessa simples decisão.
DECIDI QUE A PARTIR DE HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!!!
De fato quem sou,
já não sei
Sou tantos de mim
que me perco
Tento aniquilar-me
E percebo que
lá no fundo,
bem no fundo,
Consigo ver a luz
cujas circunstâncias
histórico-atuais ignora
E se enxerga em si mesma
A essência do ser:
eu
NOSSO PRÓPRIO
Não sei p'ra onde vou, nem seu quem sou...
N'essas horas de recordações e silencio
absolto no tempo, perdido entre quatro
paredes... Cavalgo, nas minhas lembranças
e ao remexer na juventude, despenco
dessa sela mágica estatelando
n'um passado, que teima em esta presente,
cosendo, sonhos tão congruentes.
Em remelexo nesse quarto, mexo gaveta
acomodada da cômoda e me deparo
com o registro das prismas 'diafragmas '
do passado, em foco neles, quintal com pé
de limão, pilão sob oitão, corda de pular...
E a peteca para de estapear sobre o ar.
Ali na porteira um cavalo com cabresto
amarrado, do outro lado, um cachorro
magro um frango para ensopado...
Galinhas botadeiras e um pequeno pasto
com alguma cabeça de gados.
Tudo se foi, tudo ficou sobre o papel
fotografado, registrado para olhares
vindouro. Agora, tudo serve para nos
mostrar como estamos indo de
encontro ao nosso próprio matadouro.
Antonio Montes
Sou aquilo que sou
Também, sou o que não sou
Como posso ser eu, se nem eu sei quem sou?
Sou tão grande e pequeno
Sou tão amor
Sou um amante da poesia
Sou infinito
Sou quem sou...
Poeta!
O tempo voa
Nao sei quem sou
Era feliz, estou triste
Meu amor me abandonou
O tempo voa
Onde estou?
Estava na escola
Em casa, na festa
E mesmo assim
O mundo parou
Desde que voce
foi embora
Nada mudou
Meu sentimento
Minha dor
Meu amor
Sempre esteve aqui
Sinto muito se eu nao pude
Te fazer feliz
Espero algum dia
Pode te encontrar
Sonho, tenho esperança
De algum dia
Voce me trazer uma aliança
Creio que isso nao foi em vão
Se nao for amor
Creio que vou me conforma
E aprender a liçao
Eu sinto que não pertenço a este lugar
Sou uma máquina de jogar coisa fora, não sei ao certo quem eu sou, vivo numa sensação incomoda de vulnerabilidade, é a cultura do instantâneo, a relação poderia ser chamada de amizade, mas não era.
Muitas pessoas que faziam parte do meu convívio social passaram a evitar, a palavra mãe trouxe à tona emoções amargas de abandono, não dava para mudar o início da vida que foi cheio de informações desconexas.
Sou um ser espiritual, estou desapontada e chateada, não consigo imaginar outra pessoa sentindo da forma como me sinto, estou doente sem recuperação rápida, me sinto tão humana, embora o mundo não acredite.
Foi difícil obter a serenidade, nem percebi o poço profundo que eu estava, por um momento tive a calma que eu precisava, não quero parecer mal-educada, mas isso é só uma confusão das ideias.
A melhor maneira de saber o que queremos de verdade é nos livrarmos do que não queremos. Decidi morar sozinha, assim tinha chance de ser bem-sucedida “nas relações”, uma atitude nada nobre.
Nunca fui o lado feminino da humanidade, nunca aprendi a renunciar, sempre fui de fazer as coisas quando posso e na hora que posso, por uma época me incentivaram a explorar a veia literária que pulsa em mim.
O meu sonho era ter quarto igual de hotel, achava que quanto menos entulho em casa, menos entulho na cabeça e na alma, vivia quebrando barreiras difíceis, não conseguia me impor como indivíduo e se raramente conseguia, era uma vitória.
Por anos todas as escolhas que fiz não eram minhas, eram ordens disfarçadas de escolhas, por muitas vezes me sentia a criança aprendendo a educação formal, com medo de falar com franqueza, com medo de ser julgada.
Foi difícil ignorar meus sentimentos por tanto tempo, minha mente nunca parava quieta, esse é um dos riscos mais maravilhosos da vida a progressão da nossa mente, se uma mentira recebe atenção suficiente, ela pode crescer e ferrar a sua vida. Abracei o presente e decidi pela felicidade.
Quem sou eu??
Apenas uma sementinha de Deus.
Você? eu não sei.
Mas, talvez...seja meu vizinho nesta fazenda universal.
Quem sou eu?
Eu definitivamente não sei. Me pergunto isso todos os dias e não acho a resposta, não consigo nem ao menos vê-la.
Muitos me dizem, "Ah, você é tão linda e alegre", é isso o que sou? Resumida a beleza e sorriso?? Não! As pessoas, todo mundo cada um de nós, o ser o humano é complicado, não tem como resumí-lo a nada, nem mesmo a uma criatura feita de carne, somos muito mais do que isso e também somos diferentes dos outros animais. Se eu for me explicar aqui, esta folha de papel não será suficiente, por que aí eu teria que explicar como eu eu me comporto com quem moro; com pai, mãe e irmão; tios, primos, avós; amigos de trabalho; amigos de faculdade; amigos de escola; desconhecidos; e principalmente, como eu me comporto comigo mesma.
As vezes penso que me entendo, mas na verdade mal eu sei quem sou.
As vezes penso em melhorar,
as vezes penso em parar,
as vezes penso em não pensar e continuo pensando.
Acho que seria melhor eu parar um pouco de pensar.
Decocção de areia
Não sei o que sou, só sei quem sou
Pulo em um mar, navego
Seco o mar esta e dentro dele uma planta morta tem
Para o fundo da areia a planta vai
Aquece e se torna uma rocha
Que com o tempo se desgasta e vira pó
Em meio aos pós há um brilho
Se desfaz feito fogo ateado na folha
E o pó com um vento se desfaz como cinzas da folha
O mar seco com areia se torna rochoso
Tudo o que tinha de vivo morreu
No céu não tem nem azul nem nuvens
No céu que reflete o mar vejo meu reflexo
Em um piscar de olhos desapareceu, junto com o sol que se esfria e cai
Suas cinzas desaparecem nas rochas que já foram água
Já sei o que sou, não sei quem sou.
Um passante me olha,
retorno a visão
e de repente já não sei aonde estou
quem sou ou quem fui.
Sei de tudo, e sei também que nada sei
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