Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Me custava muito entender a beleza do nome de Jesus. Todas as vezes que eu escutava quando alguém falava: "Que nome lindo!", me fazia falta a explicação disso, no entanto, acabava por nunca questionar, talvez porque é algo tão dito que me vi ignorante no saber em algo que parecia tão comum e que por obrigação, eu deveria entender.
Por fim, tenho minha própria interpretação disso:
- Sabe quando você é conhecido por seu nome ou sobrenome? Especialmente os mais antigos, quando perguntam se você é o fulano, filho do ciclano, neto do beltrano?
Você chega em algum lugar e se apresenta, e então, quando fala seu nome, automaticamente as pessoas te associam a honra (ou desonra) de seu nome. Remete á herança e honra.
Nunca foi tão claro para mim a beleza do nome de Jesus, ser reconhecida por SER e PERTENCER a Ele diz respeito de toda a honra que Ele nos deixou para sempre.
Carregar essa herança de honra comigo é muito mais que lindo, é MAGNÍFICO.
Oh! Quão lindo esse nome foi, É e sempre será.
- Vida Erin Zurich
Quando eu agir contigo; não pense,
apenas sinta; deixe que eu te fale
te fazendo sentir; se der saudades,
volte pelo mesmo caminho, sem
precisar fazer ninho.
Astúcia
Ela chegou sorrateira
De repente, eu sofri
E quando pensou
Que havia vencido
Eu a peguei...
Dei-lhe um beijo
Ela sorriu...
E o que era tristeza
Passarinho virou.
" saudades de quando eu era seu amor.
Eu era seu porto seguro, sua melhor amiga. Saudades dos seus beijos doces e sua voz cantando para mim.
Aaahhh sua voz..... Não há coisa mais gostosa de se ouvir.
Ela me arrepia, me embala e me faz ficar bem.
Nunca entendi esse poder que você tem de só com uma palavra me fazer sentir um turbilhão de sentimentos. Apesar das inúmeras inseguranças, eu sempre acreditei que você sempre me amaria. Saudades de quando tudo era verdade."
Sabe o que eu vejo quando tento dormir?
Eu vejo um barco solitário em uma mar negro e sujo.
Por que isso me tira o sono?
Eu não sei nadar.
Em ti eu confiarei, Senhor
Só Tu és digno do meu louvor
Quando preciso é só chamar
Que Ele está pronto pra me ajudar
Eu sei que é difícil acreditar quando o vento é contrário,
Quando tudo passa a dar errado,
Quando não se vê mais solução e o barco perde a direção
Quando eu soube que era amor
Aprendi o que era viver
Viver um grande amor
Que estava adormecido em você.
Daniel B. Souza
Eu: É que a sua risada tem efeitos.
Ela: Que efeitos?
Eu: Sabe quando o mar tá revolto e as ondas lapidam as rochas ? Bom, sua risada é como esse mar e o meu peito é como essa rocha. Que me lapida o amor.
Tu es ma personne, por Castro
Eu...quando nada tenho"
Sabe quando você não tem nada e que deste "nada" você tem que tirar o seu tudo"?
Ele já não é mais meu.
E eu, não sou dele. Nem minha.
Me perdi de mim quando encaixei meu olhar naqueles olhos verdes. Fui esquecendo gradativamente de me pertencer quando sentia as mãos dele em mim e deixava que tomasse minha boca. Me entreguei totalmente a ele, pois acreditei que era o que ele queria. Estava errada.
Lembro de todas as vezes que ele testava minha ansiedade ao dar um beijo lento segundos antes do sinal abrir. Lembro das vezes que a sua mão abandonava o volante, o celular ou o prato para dialogar sem pressa com a pele da minha coxa ou do meu pescoço. Lembro de pedir mais dele, mesmo estando exausta. Lembro de não querer ir embora, pois parecia que o tempo passava rápido demais e que não tínhamos aproveitado o suficiente. Realmente não aproveitamos.
Não foi uma escolha minha, foi dele. Eu me desmontei e desmanchei para que pudesse caber com perfeição nos espaços que ele me oferecia. Me esforcei para que não sobrassem vazios e para que o encaixe dele em mim fosse confortável. Mas não foi o suficiente.
Eu estava disposta a me adaptar. Mas ele não.
Talvez eu tenha errado ao aceitar tudo fácil demais. Talvez não doeria tanto se eu tivesse sido menos intensa. Talvez eu deveria ter esperado ele andar comigo e não ter puxado a frente.
Mas eu sentia demais. Eu queria demais. E ele, não.
Eu ofereci minha intensidade à alguém que não soube lidar com ela. Não soube porque não quis e nem tentou.
Agora me resta recolher os cacos e me reconstruir. Voltar a me pertencer para que no próximo amor eu possa me doar por inteiro novamente.
Silêncio...
Hora morta...
Desfolhada...
Quando ouvi de seus lábios que eu não sou nada...
Hora inútil e sombria de abandono...
Um punhal em minhas costas...
A certeza cruel...
Do meu engano...
Sem rumo para os meus passos...
De que me serviram seus abraços?
Desiludido ainda me iludo...
Diante cruel mundo...
A quem devo dizer o contratempo...
Do solavanco desse destino...
Sandro Paschoal Nogueira
Eu achava poético quando ouvia histórias e canções sobre amores( Platônicos ) os ditos amores quase impossíveis de acontecer, mas felizmente eu cresci e o mundo não é mais tão colorido, e entendi a definição de
Amores Platônicos
( É um sentimento unilateral presente em uma relação ) Porém apenas uma parte que se entrega, que sofre e que ama sozinho, e o trágico é saber que nem em mil vidas a outra parte ira corresponder a essa paixão sofrida, pois está destinada a nunca te amar. Então abominei o conceito e compreendi que a vida é curta de mais para esperar um alguém que nao vem
Quem ri, vive melhô!
Eu choro rindo,
e rindo eu choro,
quando choro rindo, saio sorrindo,
E quando quando rindo eu choro, morro.
A risada é minha companheira,
além disso, afasta a ira.
O choro é a liberdade de sentir,
mesmo que ferir.
E esse é o dia-a-dia de uma pessoa "normal"
que na verdade é anormal.
Chorar machuca, isso que chorar faz ...
E também chorar e não rir, faz você perder a paz...
nem adianta eu ser sincera
quando, na real, eu quero
é machucar…
palavras doem
corroem a alma
às vezes um tapa
pode ser menos vulgar…
nem adianta eu começar...
ALHEIO
Quando eu apaixonava, ó dissona poesia
Tu que a perturbação a atirava ao vento
Que ainda agora me vem ao pensamento
Em ousadia, trazendo, suspiro e fantasia
Frenético e excedente se faz o momento
Numa sensação de desconforto e agonia
Ah! Emoção! Minha conviva, agora tão fria
A tua prosa poética toda sem sentimento
Parceira devota das calmas noites infindas
Confidente fiel da solidão e do meu anseio
Ó poesia! emudeceste as divagações lindas
E, com o tal silêncio, numa carência vagueio
Enleio, coração na berlinda, sem boas-vindas
Sem os abraços, os beijos, os olhares, alheio!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/08/2023, 21’29” – Araguari, MG
QUANDO EU ME PERDI?
Eu me perdi quando te encontrei, quando meus olhos enxergaram os teus, quando os meus dedos tocaram seu corpo, quando meu coração conectado com o seu batia tão forte feito uma bala atravessando nossas cabeças.
Eu me perdi quando inocente me entreguei para você, quando mesmo depois de ter me machucado eu me permiti te amar, quando mesmo sabendo que o nós não seria pra sempre, me deitei em teus ombros e falei de amor contigo mesmo sabendo que essa palavra você desconhece.
Quando eu me perdi? Acho que foi quando te dediquei aquela música, ou quando todos os meus poemas eram sobre você, acho que foi aí que eu me perdi. Uma pena mesmo foi eu só ter percebido que havia me perdido quando já não tinha mais tempo de me encontrar.
Quando um dia baterem à minha porta
e eu não responder
saibam que apenas me evadi,
mergulhei na Luz e no silêncio!
Não chorem ...
Mulambo, confio, jejuo e choro
De quando em quando eu me olho, me ouço, me toco
Medido, desisto, insisto e faço
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