Nem Sabes Chegaste quando eu te Sonhava Poema
Eu, por exemplo, gosto de cheiros. Gosto de interromper sorrisos com beijos. Gosto de tatuar carícias na pele. Gosto inclusive, de você.
Eu só queria que todas aquelas palavras fossem ditas pra mim,eu queria receber aquelas mensagens de texto, receber o seu abraço o seu beijo. Eu só queria entender porque você me procura em outro corpo.
Eu trocaria todos os "Eu te amo" do mundo pela simples frase "Eu vejo você"! Porque o amor, diferente da paixão, é quem luta por ver o outro para além de nós mesmos.
Era só me pedir pra ficar, que eu ficaria. Baixinho em meu ouvido ou com gestos, escrito num papel de pão, gravado, desenhado, subentendido. Algumas pessoas pedem pra ficar com suspiros, e era só me pedir, assim, assado. Mas o silêncio protegeu aquele instante de qualquer estrago que as palavras pudessem causar
Eu queria que todos os meus amores fossem para sempre infantis. E que cada beijo parecesse sempre o primeiro. Cada instante fosse novidade e a felicidade fosse muito além da imaginação. Queria que algodão doce fosse pra sempre nuvem em minha mente. E nunca descobrir a farsa da mágica na vida.
Aqui estou novamente escrevendo (como sempre), desta vez estou no site "Pensador", eu e meu Notebook, estou meio gripada, não está frio e nem quente, eu não faço ideia do que escrever, só queria escrever alho que alguem lesse, estou sem inspiração, amanhã tenho aula cedo, então não posso dormir tarde, mais porque estou escrevendo isso? Garanto que a pessoa que está lendo desejava ler uma coisa bonita, talves um poema,não escrevo muito bem mais gosto de escrever, me sinto melhor quando falo o que sinto, bem, eu sinto, fome!!! Tchau e desculpa gastar o seu tempo! Eiii não é que eu escrevi um texto?
Minha querida, se você tem amnesia, eu não tenho nada com isso. A proposito, tenho "memoria de elefante", conviva com isso, quanto mais longe, menos sentirá o meu desprezo.
O mundo a minha volta pode estar corrompido, mas eu não deixarei de ter e honrar meus princípios por isso, pense o que quiser a meu respeito, mas quando o fizer não deixe de lembrar o que eu sempre fui pra você, e se achar algo ruim que eu tenha te feito aí sim terá motivos para duvidar de mim.
O céu estava ficando escuro novamente e eu via aqueles pontinhos luminosos aparecerem lá no alto. Aquilo me fazia tão bem, admirar a noite. Ela me encanta. Aliás, ela não, os seus mistérios, pois sou um louco investigador. Investigador daquilo que me leva a sonhar. Mas para falar a verdade, gosto mesmo é de um mistério que me desvende e a noite consegue isso. Ela me deixa livre e em seu ato mais tardio, ela consegue me inspecionar em um ato de cochilo. E é dormindo que mostro como sou: um sonhador.
O amor me consumiu um dia e eu desviei dele, deveria te ficado no caminho, melhor ser esmagada por algo que me fazia feliz do que ser destruída aos poucos pela sua falta.
A pessoa diz: Eu quero, eu posso e eu consigo...
Na verdade elas não querem, acham que não podem e acabam não conseguindo...
Eu enjoei de gente que não sabe sentir. E de quem só se queixa da vida e fica parado pensando que uma hora a festa vai ficar animada. A festa, muitas vezes, quem faz sou eu mesma. Tira o sapato e aproveita, dança sem música, canta sem letra, faz caras e bocas e orelhas na frente do espelho, dá um jeito qualquer, mas que seja engraçado e deixe a minha alma em paz. Nem sempre a festa precisa de gente, você gosta de figurantes? Odeio quem tá ali só pra constar. Esteja ali pra me amar. O resto a gente inventa.
Um dos motivos de eu não acreditar em inferno é o fato de eu duvidar que haja um lugar pior que este.
Os meus inimigos é que me tornam forte, pois através deles percebo quanto mais eu tenho que me aperfeiçoar no bem!!!
Eu adoro pessoas que deixam as portas do coração abertas. Adoro quem gosta de contar suas histórias, sejam elas tristes ou alegres.
Pessoas que sabem abraçar e transmitir, no abraço, os verdadeiros sentimentos.
Eu particularmente gosto do adverso e julgo irreal aquele tipo inflexível, personalidade única de “cara limpa”. A vida não é uma só, ela muda todo o tempo. O próprio ser humano domina múltiplas facetas simultaneamente; ao passo que é irascível, pode ser estranhamente pacífico, vangloria sua liberdade, mas deseja ardentemente um amor que o prenda, salda calorosamente o verão, em contrapartida anseia ansiosamente o friozinho agradável do inverno. O que é o ser humano senão um legítimo paradoxo?
Eu estava sendo arrastada por uma maré nostálgica, ondas furiosas vinham sobre mim querendo me afogar dentro de minhas próprias águas escuras, tentava a qualquer custo submergir-me de mim mesma, das margens que criei. Estava nadando contra a onda enorme de sentimentos sufocados que queriam engolir-me. Estava sendo indo cada vez mais fundo. Os braços já cansados, a vista já embaçada. Tentava alcançar a luz, e fugir dessa fúria que me pregava dores buscava insaciavelmente águas cristalinas e tranquilas. Tentava acalmar meus sentimentos, que assim como o mar estavam em fúria. Procurava fugir do desatino que me tornei. Deixei a maré me levar. Quis mergulhar e entregar-me aquelas ondas mortais que chamavam meu nome cada vez mais alto. As águas puras então lavaram minha alma, pegaram para si todas as minhas dores. Afogaram as minhas melancolias, levaram para o fundo do mar a solidão que me cercava. Comecei então a boiar de volta a terra firme. A leveza da brisa havia me carregado. Os ventos erraram de direção e me cochicharam coisas boas no ouvido, sussurrares rejuvenescedores que me trouxeram esperanças novinhas em folha. Essa brisa que o vento carrega me reacendeu o coração e levou consigo toda dor e desordem que me aplacavam, essa brisa boa me fez acreditar de novo. Submergi-me de meus medos e receios e do toda a escuridão que me agarrava às águas furiosas e me firmei em terra firme. Olho pro mar agora, e ele parece calmo, não, não digo o mar em si próprio, mas aquele que tenho dentro de mim. As ondas agora se formam em meu favor. A tempestade já não me faz tremer. Minhas lágrimas estão cravadas no fundo do mar. Ancoro-me na felicidade, e velejo em outras águas, águas que me levam ao meu melhor. Agora posso debruçar-me inteira no mar, porque não há raso, e se acaso eu me afogar, as águas iram me acolitar.
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