Negar algo

Cerca de 1314 frases e pensamentos: Negar algo

⁠- Negar Deus é negar-se!
Nós somos deuses.
Haredita Angel
07.05.2015

Inserida por HareditaAngel

⁠Ecos de uma guerra sem fim

Os mortos sabem o que os vivos insistem em negar: a guerra nunca termina. Ela se esconde nos becos e nas esquinas, na miséria que grita silenciosa e nos olhares vazios de quem perdeu tudo, menos o desespero. A farda que um dia vesti carregava o peso de um mundo que sangra, mesmo quando teima em se cobrir com um véu de paz ilusória. Cada dia de patrulha era uma batalha travada não apenas contra homens armados, mas contra as sombras que habitam o coração da sociedade.

Quem segura um fuzil aprende que a verdadeira guerra não está apenas nos disparos ou nas trincheiras; ela está nos ecos que esses sons deixam na alma. O som seco do gatilho não se cala. Ele reverbera nas noites de insônia, nos pesadelos que queimam a mente e nas lembranças que jamais se apagam. Deixar o front não é suficiente para calar esses ruídos. Uma década já se passou desde que me reformei, mas ainda carrego comigo os rostos dos que ficaram para trás e as histórias que nunca serão contadas.

Apenas os mortos encontram o fim da guerra, pois para os vivos, ela continua de formas diferentes. Cada dia longe do campo de batalha é uma nova luta contra os fantasmas que o dever deixou. Esses espectros habitam o silêncio, a solidão, a memória. A farda pode ter sido guardada, mas o espírito do guerreiro não descansa. Ele permanece, marcado pelas cicatrizes invisíveis de uma guerra que não se apaga, mas se transforma em um fardo que poucos conseguem compreender.

A paz, para quem já viveu a guerra, é um sonho distante, quase impossível. Ainda assim, é o que nos move, mesmo sabendo que ela talvez nunca se concretize. A ilusão de que a guerra tem fim é o que mantém muitos vivos. Mas eu sei, como sabem todos que enfrentaram o abismo, que a verdadeira batalha não se encerra no cessar-fogo. Ela continua, para sempre, nos corações daqueles que sobreviveram.

Inserida por italo0140

Se não há comida,
não há vida,
negar isso
é sadismo e hipocrisia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Quando estamos juntos, estamos bem. Não posso negar, se eu estou com você, tudo flui naturalmente, nossa parceria é fundamental.

Inserida por droplets

Não vou dizer que sem você a vida não tem graça nenhuma, mas não posso negar que quanto estamos juntos, os dias são mais coloridos, meus pensamentos são mais otimistas e a vida se torna mais fácil quando está aqui. Não é que eu não saiba viver sem você, mas te amar me faz encarar os dias com mais esperança e alegria. Só tenho a agradecer por ter encontrado você.

Inserida por droplets

⁠Não tem como negar
que está faltando
a gente se aproximar
num avancê poético
para o amor não faltar
e o melhor dele aproveitar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Irremediavelmente
não tem como
negar que venho
escrevendo os meus
Versos Intimistas
há pouco mais
de uma década e sem
nenhum tipo de segredo
assim poeticamente
tenho feito
à prova de qualquer
tipo de veneno
para ser o seu maior desejo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Renovar as juras de amor
com Versos Intimistas
com a própria terra
sem negar os dias
entre o inferno e o paraíso
sob o mais do que gentil
Ipê Roxo de Sete Folhas
sempre é preciso
para seguir continuando
na força do próprio destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não tem como não negar
que os nossos corações
são indomáveis e selvagens
como o Ipê-da-mata florescido
na magnífica Minas Gerais
do nosso inevitável destino,
Por isso todos os dias te devoto
os meus Versos Intimistas
plenos de amor e carinho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠ Quem quiser ser poeta que seja. Afastar o substantivo feminino pode mim é a mesma coisa que negar a musa o direito de ser musa, já que não sou musa de ninguém, me deixem ser poetisa. Obrigada, de nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Cuia de Inox
tem poesia e voz
de tudo o quê sinto,
Sem negar e deixar
por conta do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Cuca Goiana é
herdeira da Cuca Sulista,
Não há como negar
que da nossa mesa
também se espalha poesia
tal qual a nossa gaita
quando toca é só alegria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Partir para Acolher

Parti.
Não por negar o que me cercava,
Mas por honrar o que em mim clamava.
Foi preciso o silêncio,
o passo em outra estrada,
pra ouvir a alma que, há tempos, me chamava.

Deixei abraços pendurados no tempo,
promessas guardadas no vento,
mas não por desprezo ou esquecimento...
Parti porque não mais cabia onde eu me diminuía.

O amor verdadeiro não é prisão,
é fonte que busca expansão.
E eu era semente apertada na mão
pedindo terra, água e estação.

Fui,
mas levei comigo cada nome,
cada gesto que me fez ser quem sou.
Porque partir, às vezes, é o ato mais fiel
que alguém pode ofertar ao amor que ficou.

Longe, descobri que não se acolhe de verdade
se não se aprendeu a cuidar da própria vontade.
Que o abraço mais puro não vem do cansaço,
mas da alma inteira — de um novo espaço.

Voltarei, ou talvez não.
O agora não permite adivinhação.
O futuro não exige promessas,
mas contempla, sereno, minha direção.
Não volto por falta ou fraqueza,
mas, se voltar, será com firmeza:
na bagagem, a certeza aprendida,
de que o amor não acorrenta a vida,
mas se faz em presença inteira,
alma lúcida, em sua inteireza.

E agora, eu acolho...
Não com a urgência de salvar,
mas com a paz de quem aprendeu a amar.
Pois só transborda quem, antes,
se permitiu se encontrar.

Inserida por VegaLira

⁠Partir para Acolher

Parti.
Não por negar o que me cercava,
Mas por honrar o que em mim clamava.
Foi preciso o silêncio,
o passo em outra estrada,
pra ouvir a alma que, há tempos, me chamava.

Deixei abraços pendurados no tempo,
promessas guardadas no vento,
mas não por desprezo ou esquecimento...
Parti porque não mais cabia onde eu me diminuía.

O amor verdadeiro não é prisão,
é fonte que busca expansão.
E eu era semente apertada na mão
pedindo terra, água e estação.

Fui,
mas levei comigo cada nome,
cada gesto que me fez ser quem sou.
Porque partir, às vezes, é o ato mais fiel
que alguém pode ofertar ao amor que ficou.

Longe, descobri que não se acolhe de verdade
se não se aprendeu a cuidar da própria vontade.
Que o abraço mais puro não vem do cansaço,
mas da alma inteira — de um novo espaço.

Voltarei, ou talvez não.
O agora não permite adivinhação.
O futuro não exige promessas,
mas contempla, sereno, minha direção.
Não volto por falta ou fraqueza,
mas, se voltar, será com firmeza:
na bagagem, a certeza aprendida,
de que o amor não acorrenta a vida,
mas se faz em presença inteira,
alma lúcida, mão verdadeira.

E agora, eu acolho...
Não com a urgência de salvar,
mas com a paz de quem aprendeu a amar.
Pois só transborda quem, antes,
se permitiu se encontrar.

Vega Lira

Inserida por VegaLira