Negar algo
“A sobrevivência em épocas insólitas não está em negar o mundo, mas em absorvê-lo com discernimento, preservando o que em nós é núcleo e não ruído.”
“Os verdadeiros milagres pertencem à ciência, então por que negar a verdade? Se a ciência demonstrou isso eu tenho que acreditar. Não por ser cristão. Temos que distinguir, se é um fenômeno que apenas faz parte de uma doutrina ou se ele se baseia em fatos de verdade? Se for em fatos, isso é ciência e é nisso que acredito.”
Em pleno século XXI, infelizmente não podemos negar que grande parte da "casa grande" ainda pertence aos povos de pele branca. Mas aos poucos a escravidão explícita e gritante existente no mundo contemporâneo está sendo destruída.
"O coronavírus é real, negar sua existência perante as consequências que estamos vivenciando é tolice, agora, politizar sua existência em beneficio próprio ou político é falta de caráter e amor ao próximo".
"[...] Não posso negar o fato que já fui uma incógnita iludida em um
universo banal, refugiando-se sempre no seu mundo complexo [...]."
“Ao negar Jesus por três vezes no ápice da angústia, Pedro provou ser humano, falível e passível de erros. Mesmo assim, Jesus, em sua infinita misericórdia, confiou-lhe a missão de continuar a sua obra.
E você? Confiaria novamente em alguém que o traiu?”
(ver Mateus 26:34 e Mateus 16:18-19)
A morte de Cristo me salvou, não posso negar o sacrifício que ele fez por mim, vivendo uma vida que não o glorifica.
(ver Romanos 5:8, 1 Pedro 2:24 e 2 Coríntios 5:17)
"Negar-se a si mesmo por Cristo é negar a mediocridade, abraçar a grandeza e desbravar o caminho da santidade."
Meio dia o sol está a pino!
" Negar os fatos não é suficiente numa argumentação! É necessário provar que tais não são fatos. "
Negar a existência de Deus é ignorar o fato de que Ele é o Ser absoluto, sem o qual nada existiria.
CAPÍTULO I
APRENDER A FECHAR AS PORTAS DA ALMA.
Filtrar os acontecimentos não é negar o mundo. É restabelecer hierarquia interior. O que tudo invade é porque tudo recebeu o mesmo peso. A alma, quando não seleciona, adoece por excesso de realidade.
O primeiro filtro é o discernimento do que merece permanência. Nem tudo que acontece fora exige hospedagem interior. Há fatos que devem ser reconhecidos e depois deixados seguir. A tradição sempre ensinou que a sabedoria começa quando se aprende a distinguir o essencial do ruidoso.
O segundo filtro é o ritmo. A vida moderna impõe simultaneidade. Antigamente, as dores vinham uma a uma. Hoje chegam em bloco. Recuperar o ritmo humano é reduzir a exposição. Escolher quando ouvir. Quando ler. Quando silenciar. O excesso de informação desorganiza a sensibilidade e dissolve as defesas naturais do espírito.
O terceiro filtro é o recolhimento consciente. Não se trata de fugir do mundo, mas de retornar a si. Momentos de solidão escolhida restauram limites internos. A interioridade sempre foi o lugar onde o ser humano reorganiza o sentido antes de voltar ao convívio.
O quarto filtro é a linguagem interior. Aquilo que não se consegue nomear tende a invadir de forma difusa. Dar nome ao que afeta é conter. Pensar é organizar. Escrever é delimitar. O que ganha forma perde poder invasivo.
Por fim, há o filtro ético. Nem toda dor alheia é incumbência pessoal. A compaixão verdadeira não se confunde com absorção. Ajudar não é carregar. É sustentar sem se perder.
Filtrar os acontecimentos é um exercício antigo. Sempre foi assim. O mundo nunca foi leve. Leve precisa ser o olhar que aprende a escolher o que entra. Porque quem não fecha as portas da alma acaba transformando a própria sensibilidade em campo de batalha.
Eis exemplos claros, ancorados na experiência humana tradicional, sem romantização do excesso moderno.
ANTIGAMENTE, AS DORES VINHAM UMA A UMA. HOJE CHEGAM EM BLOCO.
Antigamente, a dor tinha rosto e tempo. Um luto era vivido até o fim antes que outro começasse. A escassez de notícias fazia com que o sofrimento fosse localizado. Morria alguém da aldeia. Havia o velório. O silêncio. O luto compartilhado. Depois, a vida retomava seu compasso. A dor era profunda, mas circunscrita.
Hoje, em um único dia, o indivíduo é exposto a uma tragédia distante pela manhã, a uma violência simbólica ao meio dia, a um conflito social à tarde, a uma crise econômica à noite e a uma dor íntima antes de dormir. Nada se encerra. Tudo permanece aberto. O espírito não encontra fechamento.
Antes, o sofrimento vinha pela experiência direta. Hoje vem pela exposição contínua. Não é vivido. É absorvido.
RECUPERAR O RITMO HUMANO É REDUZIR A EXPOSIÇÃO.
Escolher quando ouvir. Antigamente, escutava se quando alguém batia à porta ou quando a comunidade se reunia. Hoje, escuta se o tempo todo, mesmo sem consentimento. Recuperar o ritmo é desligar o fluxo. Não atender a todas as vozes. Não se sentir moralmente obrigado a reagir a tudo.
Escolher quando ler. A leitura era um ato deliberado. Um livro. Um texto. Um tempo reservado. Hoje, lê se fragmentos incessantes. Manchetes. Opiniões. Julgamentos. Reduzir a exposição é resgatar a leitura lenta e profunda e recusar o consumo contínuo de conteúdo que apenas excita a angústia.
Escolher quando silenciar. O silêncio era parte da vida cotidiana. Caminhadas. Noites sem estímulo. Trabalho manual. Hoje, o silêncio causa desconforto porque revela o cansaço oculto. Recuperar o ritmo humano é reaprender a ficar sem ruído, sem resposta imediata, sem explicação.
O TERCEIRO FILTRO. O RECOLHIMENTO CONSCIENTE.
Antigamente, o recolhimento era natural. A noite encerrava o dia. O inverno recolhia a vida. A velhice diminuía o ritmo. Hoje, recolher se é visto como fraqueza ou improdutividade.
O recolhimento consciente é escolher sair de circulação por um tempo. Não responder imediatamente. Não opinar sobre tudo. Não se expor quando o interior pede abrigo. É a pausa deliberada que impede o colapso silencioso.
Exemplo concreto. A pessoa que sente o mundo invadir não precisa explicar se. Ela precisa se recolher. Caminhar sem destino. Escrever sem publicar. Pensar sem compartilhar. Orar sem espetáculo. Esse recolhimento não é fuga. É higiene da alma.
Porque o espírito humano nunca foi feito para carregar o mundo inteiro ao mesmo tempo. Ele precisa de intervalo. De fronteira. De retorno ao seu ritmo ancestral. E quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir.
COVARDIA.
"Negar o reconhecimento de quem já nasceu sabendo constitui uma das formas mais profundas de covardia contra a própria consciência."
O tempo é o bem mais precioso que temos, e desperdiçá-lo com preocupações inúteis é negar sua verdadeira essência. Viva o presente com sabedoria, faça o seu melhor em cada momento. O passado já se foi, o futuro é incerto, mas o agora é seu para ser aproveitado.
Não nego
Não vou negar que está sendo difícil
Nem que será muito difícil sempre
Afinal, você está aqui, em mim... sempre
Afinal, esta não é a primeira tentativa
De tantas vezes que tentei não mais te querer
Percebi que não é assim que se acaba um amor
Com um simples querer...
O amor vai embora aos poucos, esvaindo-se
Até chegar ao ponto do vazio ser ser a única coisa que resta
Então, o amor vai-se para sempre ...
Por que então este aqui não foi? Não se sabe ao certo
Mas como disse, continuarei tentando
Talvez eu descubra que não seja amor
Seja apenas a minha loucura, minha insanidade
Porém, muitas vezes fiz esta descoberta
Descobri o quão louca eu era em relação a este sentimento
Talvez o amor seja isso...
Uma dose de loucura, que nos rouba, nos tira a paz,
Para depois devolvê-la nos braços do amor.
Amo tanto, tanto !
nem posso mais negar,
amo como se lua fosse
ofertando à noite seu luar
Amo tanto, tanto !
tenho em você minha alegria,
te amo como se fosse sol
ofertando seu calor ao dia
A Cuca Goiana é
herdeira da Cuca Sulista,
Não há como negar
que da nossa mesa
também se espalha poesia
tal qual a nossa gaita
quando toca é só alegria.
