Necessidades
Por vezes, focamos demais nos outros e acabamos negligenciando nossas próprias necessidades, não dando a exclusiva atenção às nossas devidas carências.
Deus não sente necessidades, portanto, não está mendigando adoração.
Deus não é solitário, portanto, Ele não implora pela nossa atenção.
Deus não aceita nada forçado, pressionado, involuntário, mau intencionado ou qualquer coisa que se assemelhe a estas.
Quando fizeres algo para Deus lembre-se; Não é mérito seu quando fazes um ato de bondade é A Graça de Deus que te conduz a praticar boas obras"
"Há riqueza bastante no mundo para as necessidades do homem, mas não para a sua ambição." "Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida." Mahatma Gandhi (líder pacifista indiano - 1.869 a 1.948), morreu assassinado. "Só com amor se vence o ódio".
O mundo ficou devendo o Prêmio Nobel da Paz a este grande cidadão.
A necessidade intensa de superar os obstáculos na vida, carece de obstaculizar as necessidades desviantes dos objectivos preconizados.
Quando a família não supre as necessidades socioafetivas dos indivíduos, estes sentem-se impelidos a buscar outros círculos sociais para saciarem suas carências, sejam de autoestima, suporte ou afeto. A partir daí surgem os grupos de todos os tipos, as amizades e a busca constante por reciprocidade de outros seres.
O ser humano é naturalmente dependente da sensação de pertencimento e de segurança transmitida pelas tribos sociais.
Estar feliz é ter suas necessidades básicas satisfeitas e sentir o prazer da conquista de algo que almejou.
O que motiva as pessoas são as necessidades humanas, e não os fatores que satisfazem essas necessidades.
Os homens sentem necessidades de serem governados pela sua própria espécie "homo sapiens"
A partir desta exigência nasceu a ciência do Direito, como forma de regular as relações humanas e muita das vezes ditando o que é errado, a exemplo do Código Penal
Afinal, não seria esse o objetivo da lei? punir e ressocializar cidadãos que cometeram condutas consideradas erradas?
Lastimavelmente, as leis não cumprem com o seu objetivo final. Todo o seu ciclo gira em torno do homem, desde a sua criação, até a sua aplicabilidade, muitas vezes com falhas.
Tais falhas nos fazem refletir: até que ponto uma lei é útil? De qual maneira poderiamos combater a injustiça? E se todo o poder decisório fosse submetido a opinião popular?
Ademais, milhares de mentes pensando simultaneamente, podem ser capazes de gerar decisões justas e não conflitantes?
Não há nenhum método 100% eficaz, sendo a nossa única certeza, que o Brasil precisa de uma revolução no seu cenário legalista, social e político, levando em consideração a opinião popular, todas as vezes que estivermos diante de um projeto de lei
Sendo assim, teriamos a seguinte estrutura para a aprovação de uma P.L:
a) A exigência de 60% de aprovação pelo povo brasileiro, a ser votado em urnas eletrônicas, com a comprovação impressa de seu voto;
b) Após aprovação e rejeição, o encaminhamento para publicação.
Ou seja, nossos representantes apenas estariam condicionados na elaboração de um projeto de lei, mas o poder decisório de por em vigor no mundo jurídico, caberia ao povo brasileiro.
"Muitas necessidades dos clientes estão no subconsciente
(área da consciência que não está ativamente na
percepção focal)."
Nossa construção social é amplamente influenciada por necessidades biológicas, e não o contrário. Somos seres sociais por essas demandas.
A prontidão e disposição dos pais em cuidar e atender às necessidades de seus filhos superam cansaços e preguiças; no entanto, o contrário nem sempre é recíproco.
Uma vida bem vivida passa pela satisfação das necessidades básicas para sobrevivência, realização pessoal, profissional, emocional e uma boa convivência social.
Apenas você é capaz de reconhecer suas necessidades.
Atividade prática: saia para um lugar distante de influências e estímulos, após isso reflita sobre o que realmente é importante para você, fique pelo tempo que for mas conheça a si mesmo.
A publicidade, ao longo do tempo, expandiu seu escopo, ultrapassando necessidades e utilidades para abarcar felicidade, vaidade, rivalidade, futilidade, juventude, vontade, ansiedade, subjetividade, identidade, liberdade, diversidade...
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