Necessário
A coisa mais difícil de fazer é enterrar um sentimento de amor, mas torna-se necessário em casos de sobrevivência do amor próprio. Precisei fazer isso algumas vezes, da primeira vez, doeu muito e a dor se arrastou por tempos, da segunda vez eu quase morri também e da terceira vez ( e espero que seja a última) será preciso matar, enterrar não só o sentimento, mas a carência e o vício de buscar em pessoas o que só encontro em Deus.
INSISTIR
Insistir e um ato de coragem, mas as vezes desistir é necessário.
Certas batalhas não valem o esforço.
Re Pinheiro
É necessário muita maturidade e grandeza para se alegrar com a conquista do outro. Por isso, não espere muito dos medíocres. A inveja é tudo o que podem oferecer.
Sei que deveria me afastar de você manter apenas o contato necessário mas não consigo e não quero ficar longe
Você tem o jeito mais rude mas ao mesmo tempo mais sincero, atraente e gostoso de estar por perto
Não te conheço tão bem assim mas como gostaria de te conhecer mais e melhor, saber tudo que te agrada e te faz bem e tudo que não suporta e que te deixa triste..
Tudo é tão louco. Peço a Deus discernimento das coisas... como sinto sua falta
Você é meu tormento mas minha paz quando vejo teu sorriso
Minha paixão impossível mas meu bater no peito mais intenso e verdadeiro
Apenas uma amiga mas a pessoa mais forte e maravilhosa que conheci
Vejo em você uma mulher incrível onde quero explorar cada espaço pra conhecer esse "mundo" tão diferente e surpreendente que surgiu na minha vida...
Para viver bem no meio das pessoas e necessário que concorde em tudo é não discorde de nada, pois por você pensar diferente atraí muitos maldizentes.....
Muitas das vezes para que uma mudança ocorra, é necessário renunciar a diversos prazeres da vida humana.
Eu estou nesse processo evolutivo.
Dos amores e desamores que me visitaram
O primeiro — não foi bem-amado, mas necessário.
No segundo, tropecei às escuras, e ali me perdi.
O terceiro? Fagulha e incêndio. Do prazer ao desprazer, uma dança entre brasas.
O quarto, suor e paredes. Instinto sem enredo.
O quinto, breve ilusão com perfume de engano.
Do sexto, um pacto: conveniência, desejo e sedução mascarada.
O sétimo... ah, o sétimo. Teus olhos, a chave. Teus cabelos ao vento, tuas mãos — santo ofício do infinito.
O oitavo, desértico. Sem sal, sem açúcar. Um barco à deriva, explorado sem destino.
No nono, alquimia e êxtase. Fórmulas soltas no ar, afagos que me dissolviam no teu luminar astral. Ali, fui inteira.
O décimo, a queda. A conquista amarga, tua alma em desalinho — própria ao caos, imprópria à divindade.
Então veio ele — o que nunca se fez número, mas foi tempestade. Breve e explosivo, intempestivo e tempestivo. Nunca me esqueceste, pois era o que procuravas: tua chave do bem e do mal, tua colheita. O indígena dos teus olhos foi a única coisa que me fascinava. E mesmo não sendo eterno, foste ritual.
O décimo primeiro, aventuras secas. Mas vieram as águas. Yemanjá, tua onda me trouxe até aqui.
O décimo segundo? Distante, mas pontual — como um cometa.
E o décimo terceiro... será que virá? Teus olhos azuis e pequeninos me encantam. Mas há loucura nisso. E sei — és proibido para mim.
Às vezes é necessário permitir que nossa tristeza nos penetre para enxergarmos o que realmente sentimos ou queremos em favor de nós mesmos.
o mundo fica cada vez mais invertido que vai ser muito necessário ser inverso diante de tantos espelhos para distinguir o eu verdadeiro.
Os anseios e os medos fazem parte da vida, mas é necessário transformá-los em fé. Acreditar em algo maior, ter confiança no processo e entender que cada desafio é uma oportunidade de crescimento nos ajuda a superar os obstáculos e enfrentar as adversidades. Quando permitimos que Deus atue em nossas vidas, ele nos surpreende de formas inimagináveis, trazendo bençãos e realizando nossos sonhos mais profundos.
- Edna Andrade
A vida é feita de ciclos, e cada fase tem seu propósito. Às vezes, é necessário passar por momentos difíceis para que possamos valorizar ainda mais as bênçãos que estão por vir. Assim como o arco-íris surge no céu após uma tempestade, trazendo consigo cores vibrantes e esperança, a vida também nos reserva momentos de alegria e realização, mesmo que ainda não os vejamos.
Então, mesmo nos momentos em que as coisas parecem difíceis e a escuridão parece não ter fim, não desista. Mantenha a bondade em seu coração, acredite que o melhor está por vir e continue espalhando sorrisos pelo caminho. Lembre-se de que cada chuva intensa é seguida por um arco-íris, e o seu também está a caminho.*
Edna Andrade
O que é necessário para vivermos bem?
Dinheiro, status social, reconhecimento?
Saúde, felicidade, amizades?
Ora, viver bem, é estar em harmonia consigo mesmo. E, para estar em harmonia, você tem que fazer algo que se sinta bem e lhe traga paz e conforto espiritual.
Seria hipocrisia dizer que os quitutes da vida não agradam, é lógico que quanto mais condições você tem, mais facilidades você terá na realização de alguns desejos compráveis.
Como somos bombardeados pela necessidade do consumismo, o ter condições, favorece esta tênue felicidade momentânea.
Porém, o dinheiro não é determinante, pode ser um facilitador para algumas coisas, e como são coisas, objetos, logo, são trocáveis, e serão.
A felicidade que lhe trará paz e conforto é construída todos os dias. Ela é construída de pequenos gestos, que com o passar do tempo lhe farão diferença no seu ser. Sorrir, ser educado com as pessoas, dizer palavras de agrado, tratar bem seu semelhante, são condições necessárias para você construir sua própria felicidade.
É muito bom cercar-se de pessoas agradáveis. Se gosta disto, pratique.
Liberte-se das amarras que você coloca em si. Seja a mudança positiva na vida das pessoas, e seja a mudança necessária em você mesmo.
Lembre-se que para acumular felicidade, é necessário que joguemos fora os sentimentos ruins. Felicidade, muitos dizem e, acredito, é um estado de espírito. Se assim for, se teu espírito estiver em paz, ele encontrará a felicidade.
Não há paz no conflito. Não há felicidade no desespero.
Você pode viver em paz ou em guerras. Você determina seu caminho, você faz suas escolhas. Você pode sorrir ou chorar, isto só depende de você.
Ilumine seu dia.
Tenha dias de paz.
Pense. Reflita.
O FUTURO DO TRABALHO, EMPREGO E DA LEGISLAÇÃO SOCIAL
Para analisar o futuro é necessário compreender o passado. É preciso entender a história para não termos um ataque histérico com a realidade.
Podemos assim dizer que, etimologicamente, o trabalho vem do latim tripalium. Um instrumento de tortura com três paus que pesava sobre os animais ou escravos forçando-os trabalhar.
Em poucas palavras, a organização do trabalho se divide em três aspectos; o trabalho escravo que o trabalhador é considerado como um “objeto” passível de ser negociado, ou até mesmo morto. Surge, logo após, a servidão onde o prestador de serviço já era reconhecido como pessoa, desde que seja submisso ao seu senhor feudal. Logo advém a corporação de ofícios, compostas pelos mestres, detentor do conhecimento do ofício, pelos companheiros, auxiliares do mestre e pelos aprendizes que eram jovens com intuito de aprender o oficio. Assim são os primórdios do trabalho assalariado.
Os trabalhadores eram submetidos as mais bárbaras condições de trabalho. Um serviço desumano de se notar e vergonhoso de se examinar, eram considerados “instrumentos” de lucros, estimulado na proporção de seus esforços.
De um lado temos os empregadores que detém o capital e a oportunidade de ofício, de outro lado temos os empregados capazes de satisfazer as necessidades dos empregadores com o trabalho.
A forma de trabalho foi evoluindo de tal maneira que, havia muitas injustiças e abusos dos empregadores perante os empregados. Entretanto depois de séculos de lutas insaciáveis contra injustiças, hoje temos outra realidade, onde o Estado tomou para si a resolução desses conflitos tentando amenizar cada vez mais a violenta desproporção entre o capital e o trabalho. Pena que, alguns tenham atitudes que retroagem tal evolução do trabalho. Havendo hoje em dia é uma grande inversão de valores no que tange a força do capital perante o oprimido trabalho.
Para poucos empregadores, medíocres e burocratas, o que interessa é o lucro. Advindo de arrochos salariais, explorações de empregados, assediando-os de tal forma que usufrui todas as maneiras possíveis, esgotando-os propriamente ditos. Esquecem que a empresa é na realidade grande instituição social.
É claro que, de uma certa forma, tem que haver rigidez, ou seriedade necessária, pois senão os empregados deturpam essa liberdade de ser conduzidos e surgem consequentemente determinadas incertezas.
Se todos empresários “empregadores” pensassem no real propósito da importância social que detém, a relação de emprego estaria melhor. Antes de tudo, os empregadores têm que olhar nas almas de seus empregados e trata-lo como colaboradores, sua linha de frente da empresa. Em vez de considerar como apenas funcionários subordinados. Logo os lucros virão por consequência. E sua lucratividade terá de ser sustentável perante a decorrência da não exploração do “mais-valia” de seus empregados.
É adequado ver a realidade de cada empregado, preponderando às condições financeiras, culturais, religiosas (sem interferir nas suas opções), o envolvimento com a família e, muito mais.
Assim nossa legislação tem que acompanhar tal desenvolvimento, uma vez que leis sem bem estar significa problemas sociais. As Leis Trabalhistas, numa metáfora, trata-se de uma árvore gigantesca cheia de galhos e frutos caindo pelo chão sendo desperdiçados. Ao passo que a REAL REFORMA TRABALHISTA, é o corte desses galhos danificados com o tempo e o recolhimento desses frutos podres para não contaminar os sadios. Levando em consideração que deixe o tronco e os galhos mais resistente para que a árvore cresça forte e sadia, aonde consideramos o Emprego, os Direitos e Garantias Fundamentais conquistados através de muitas lutas.
É imprescindível fazer uma lapidação nas letras mortas da lei, deixando inerte a lei que tange os Direitos Sociais adquiridos sustentado o Emprego. Nem que para isso a Sociedade seja consultada.
Que possamos superar o contratempo, (porém necessário isolamento) e que a gente não perca a esperança que nutre, o riso que alimenta, que mesmo a distancia mantenhamos o desejo do abraço afetuoso, a palavra que acalenta e salva. “O meu mandamento é este: Amem-se uns aos outros como eu os amei”. João 15: 12.
Enfim, que a gente não perca o olhar singelo, diante da simplicidade que é a vida.
