Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
Expectativas, meu amor, nascem no espaço das palavras que jamais ousamos dizer; elas se escondem nos gestos que faltaram e nas histórias que ficaram sem pontuação. São sonhos que o coração escreve, mas que nunca foram lidos pelo outro. Entre o frio do cérebro e o calor do coração, reside o silêncio, onde mora a esperança de que alguém saiba, sem nunca termos contado.
Desgaste Emocional
O manipulador age de forma a frustrar as expectativas da vítima, seja se atrasando constantemente ou descumprindo pequenas promessas. Com o tempo, isso gera um desgaste emocional, pois a vítima se vê sempre decepcionada e começa a duvidar se seu tempo e energia têm valor para o outro.
Você é responsável pelas expectativas que você cria
Crie tudo, menos expectativas. Acho que todos sabemos disso, e é o que gosto de fazer para deixar a minha vida mais leve. Mas, recentemente, estava lendo um outro ponto de vista e lembrei de uma conversa antiga: também somos responsáveis pelas expectativas que geramos nas outras pessoas.
Uns anos atrás, minha psicóloga me disse que eu criava dependência afetiva nas pessoas e, depois, por não gostar dessa responsabilidade, cortava o vínculo. Na minha mente, eu tinha certeza de que a outra pessoa estava errada, mas, ao perceber que fazia isso com várias pessoas ao meu redor e que isso as prejudicava, mudei o meu comportamento.
Hoje, ao ler sobre o assunto, me inspirei para escrever esta reflexão. Acredito que muitas pessoas gostam de terceirizar a culpa – é normal –, mas pensar sobre isso pode ser muito importante para você.
Esse assunto é interessante por dois pontos de vista:
Ao entender que as pessoas criam, sim, expectativas nos outros – de propósito ou não –, você aprende a se proteger. Como tudo na psicologia, tirar algo do subconsciente e trazer para o consciente muda a forma de lidar com a situação.
Você pode fazer como eu fiz e parar de perder pessoas legais da sua vida.
Quando você percebe esse padrão, o próximo passo é agir. Não adianta só reconhecer o problema; é preciso mudar a forma como você se relaciona com as pessoas e com as expectativas que você gera.
E sabe o que é mais interessante? Quando você assume a responsabilidade pelas expectativas que cria, tanto em você quanto nos outros, as relações ficam mais leves e honestas. Isso não significa que você nunca mais vai errar, mas significa que vai errar menos e, principalmente, terá consciência para corrigir.
Então, reflita sobre o motivo por trás de gerar expectativas nos outros: Te gera dopamina? Você busca validação ou autoestima? Tem necessidade de controle? Carência emocional? Fuga da própria realidade? Busca por novidade e excitação?
Reflexões como essas mudam o jogo, e lembre, se o problema está em todos, na verdade o problema está em você.
Seja intencional com as suas atitudes e consciente com os seus vínculos. É assim que construímos relações mais saudáveis e evitamos o peso desnecessário de frustrações – tanto as nossas quanto as dos outros.
Todas as vezes que colocamos nossas expectativas em pessoas, nos frustramos e nos decepcionamos. Mas, quando depositamos nossa esperança no amor, na graça e na bondade de Deus, Ele renova nossas forças e nos torna plenos Nele.
"Pessoas verdadeiras encaram os fatos como eles são. Nem sempre correspondem às expectativas, mas enfrentar com honestidade é sempre a melhor escolha".
Começamos um ano cheio de expectativas, um ano novo,
E estamos vivendo alguns dias do seu mês segundo...
Que seus sonhos, suas metas, não sejam nunca um estorvo,
Sejam novas possibilidades, novas alegrias, no seu mundo...
Já há muitas pessoas vendendo falsas esperanças e adiando as expectativas e por sua vez assacinando a fé anulando a esperanças em muitos corações
Se vc realmente tem algo de bom e verdadeiro a oferecer,de de graça compartilhe seus dons e traga alívio a muitos coração reavivando assim a esperança!
Pensamentos de: (Anthony C Araujo)
Muito se fala na criação de expectativas dos pais em seus filhos ou de relações familiares tóxicas, mas pouco se fala na simbolização dos pais, na qual o filho vislumbra seus pais não como humanos, mas como símbolos e assim acabam por os exigir em demasia ou por não ver suas falhas como deve, beirando o fanatismo. Não há pior vida que aquela à base de ilusões.
Nem Jesus agradou a todos, por que você deveria? Seja justo, mas nunca refém das expectativas alheias.
Em meio ao turbilhão de responsabilidades e expectativas, muitas vezes me vejo perdido, esquecendo que a minha felicidade é tão importante quanto a de quem cuido. Cada gesto de atenção e cada sacrifício feito para agradar aos outros carrega em si uma história de amor e dedicação, mas também deixa marcas silenciosas de um sofrimento que insiste em me lembrar: estou deixando de viver a minha própria vida.
Desde cedo aprendi que o cuidado com o próximo era uma virtude, algo a ser celebrado e colocado acima de mim mesmo. No entanto, essa nobre missão, quando praticada sem limites, pode se transformar em um fardo. A constante busca por agradar, por ser o porto seguro de tantos, acaba por silenciar a voz interior que clama por momentos de paz, por espaço para respirar e se reencontrar. Cada sorriso que ofereço aos outros, quando forçado, se torna um lembrete do quanto estou abrindo mão da minha própria essência.
Sinto a tensão diária entre o desejo de ser útil e a necessidade urgente de cuidar de mim. Essa divisão interior gera uma dor sutil, mas persistente: a tristeza de não viver a vida que me faz bem, a angústia de me perder em meio às demandas alheias e a sensação de que, ao priorizar o bem-estar dos outros, estou relegando o meu próprio ao silêncio. O peso das expectativas, muitas vezes, se sobrepõe à leveza de ser, e o cuidado com o outro se transforma num espelho que reflete o que falta dentro de mim.
Entretanto, é na aceitação dessa dualidade que encontro a possibilidade de transformação. Cuidar dos outros é um ato de amor, mas cuidar de mim mesmo é um ato de sobrevivência e respeito. Permitir-me vivenciar momentos de alegria, de autoconhecimento e de liberdade não diminui o carinho e a dedicação que ofereço; pelo contrário, fortalece a minha capacidade de ser genuinamente presente para quem amo. Reconhecer essa necessidade é dar um passo importante rumo à reconstrução de uma vida mais equilibrada, onde a felicidade não seja privilégio de poucos momentos, mas um direito contínuo e essencial.
Hoje, ao olhar para dentro, escolho valorizar minha própria essência. Cada decisão de me colocar em primeiro lugar é um resgate da minha identidade, um lembrete de que minha felicidade é tão vital quanto o cuidado que ofereço aos outros. Que esse processo de redescoberta me permita, gradualmente, transformar o sofrimento em força e a dor em um impulso para viver de forma plena, honrando tanto a minha história quanto o meu direito de ser feliz.
Eu sinto que as normas da sociedade, as expectativas de gênero e até a simples biologia, me obrigaram a me tornar uma pessoa que eu não reconheço, e estou irritada o tempo todo.
As expectativas relacionadas ao que esperamos mudar em nossa vida, são mais complexas do que imaginamos. Achamos que dependo de cada situação, algo que é importante no momento, pode ser esquecido. Porém, independente do lugar, das situações que a vida entrega, o que tem no coração continua ali.
Para os Serafins, a beleza é quase um assombro, uma epifania divina que transcende as expectativas. Não espere aprovação deles; busque a beleza que eleva a alma ao divino.
Tenho baixissímas expectativas sobre tal projeto, mas minha alma velha, meu corpo jovem, uma preguiça iminente e um ego enorme, me trás aqui.
Então, senhoras e senhores. Senhoritas e cavalheiros. Sejam muito bem vindos a minha linha de pensamento.
Decepção é o preço que se paga por se elevar as expectativas em relação as pessoas.
Ninguém é obrigado a nada, você não pode esperar que as pessoas se guiem por uma régua que pertence só a você.
No final, o que resta é você consigo mesmo, e o apreendizado, pra quem não é masoquista.
Espaço interior
No espaço interior do silêncio estamos livres das pessoas, das expectativas, das opiniões, dos desejos e das exigências. Quando estamos no espaço interior do silêncio não precisamos nos preocupar com o que pensam de nós.
Quando vivemos assim, ficamos sufocados porque nos preocupamos com o que veem em nós e não o que Deus vê lá dentro do nosso ser. Olho para a fala de Davi no Salmo 132.4-5 e vejo que a preocupação do seu coração, é achar um lugar no interior do seu coração para contemplar Deus. Um lugar para ter o espaço sagrado que o libera de girar em torno dos acontecimentos humanos.
Davi quer um lugar interior de contemplação e silencio para ser liberto das pressões exercidas pelas suas guerras e conflitos diversos. Ele não sossega seu interior enquanto não acha um lugar sagrado para o Eterno Deus. Porque nesse espaço do coração, na presença do seu Deus, ele encontra a paz, o sagrado e o contemplativo.
Nesse espaço do coração, na presença do seu Deus, ele acaba com seu esgotamento fisico e emocional. Ele tira o medo das lutas e tribulações. No espaço interior Davi cultiva a doce comunhão com o Eterno e descansa com a paz divina no coração.
Acredito que precisamos cultivar esse espaço no coração diante do Eterno.
Precisamos achar um lugar para o Todo Poderoso, uma morada para o Majestoso. Para que desfrutemos de momentos preciosos de comunhão, rendição e dependência do Deus da nossa vida! (Alcindo Almeida)
