Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas
Mãe atípica
Normalmente quem nós julgar , com certeza não aguentaria um dia de nossa rotina e desafio diário.
já cheguei a um ponto, de me sentir rei em trono que não era meu, hoje reconheço que sou apenas viajante, nem oque penso ter, eu tenho, oque possuo não possuo, na verdade nada é meu .
A democracia não é algo dado, doado ou herdado, mas um direito conquistado, um valor que deve ser preservado.
Ninguém em sã consciência quer viver ou reviver guerras covardes porque governos não se entendem conversando.
O terror está para os inocentes e aos bons.
“A paz é o caminho”
#bysissym
O "eu" é uma construção, uma suposição, uma ficção funcional — mas isso não elimina a existência do sujeito.
CÂNTICO ÁRIDO NO CERRADO (soneto)
Já não mais os agridoces cheiros
Vindos dos ventos dos silvados
Não ressoam cânticos brejeiros
Que concebiam versos alados
Onde estão os frescores cordeiros
Cheios de sessamentos afiados
Pelos dias amenos e tão inteiros
Cá no cerrado, tão pavonados?
Secura, aridez, rolando ao léu
Onde foste azul, cinza é o céu
E, que hoje vimos mais e mais
Tem poeira no horizonte, urge
No fim da vereda a sede surge
- Estia o chão e os mananciais!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/06/2025, 10’39” – Araguari, MG
Sobre a diferenciação do gesto e da ação: O gesto é uma ação periférica, superficial do corpo, não nasce no interior do corpo, mas na periferia. Já a ação é alguma coisa a mais, porque nasce no interior do corpo, parte do intelecto.
Harmonia é a arte de não se perder por dentro mesmo quando tudo por fora parece em guerra.
Quando o coração se mantém inteiro, nada do lado de fora tem poder de destruir a paz por dentro.
A opinião de quem realmente se importa pode não ser a que desejamos ouvir; mas, escuta-la, antes de tomar uma decisão baseado em nossas próprias convicções, pode poupar tempo, força e recursos.
A comunhão verdadeira não acontece quando nos reunimos apenas com o corpo, mas quando nos aproximamos com a alma despida, com a consciência desperta, com a vida aberta diante d’Aquele que tudo vê, e tudo perdoa.
A Ceia não é apenas símbolo, é realidade espiritual. É lugar de aliança renovada, de reconciliação restaurada, de pureza reencontrada.
Mas ninguém pode saborear esse pão com alegria, se antes não passou pelo amargo da verdade. Ninguém pode se assentar com paz, se antes não se levantou do orgulho.
A comunhão real não começa quando duas pessoas se sentam juntas, mas quando dois corações decidem não se esconder um do outro diante de Deus.
A confissão é o ponto onde o segredo cede lugar à luz, e o orgulho é substituído pela verdade. Não há comunhão sem confiança, e não há confiança onde há mentira sustentada.
A fé cristã não é um projeto de imagem pública. Ela é uma jornada de sinceridade diante do trono da graça e diante do corpo que comunga dessa graça.
O pecado não tratado se torna uma sombra sobre a mesa da comunhão. Ele apaga a alegria do pão e esvazia o sentido do cálice. Não por causa do pecado em si, mas por causa do orgulho que se recusa a trazê-lo à luz.
A comunhão verdadeira só é possível onde há luz. E a luz, quando chega, expõe, mas também cura.
Aquele que define seu voto por dinheiro ou vantagem pessoal, não pode reclamar quando for tratado como um produto descartável.
Não há cura onde ainda se insiste em controlar a narrativa. O Espírito Santo não cura o que o coração continua tentando esconder.
A purificação prometida em 1 João 1:9 não é automática, ela está condicionada à confissão.
Deus fiel perdoa. O Deus justo purifica. Mas o homem orgulhoso resiste, e permanece preso.
A Ceia exige mais que presença, exige discernimento. Não basta estar na mesa.
É necessário compreender o que essa mesa representa: o corpo de Cristo partido por amor, o sangue derramado para reconciliação, o convite para unidade no Espírito.
