Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

Cerca de 706735 frases e pensamentos: Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

Não tenho todas as respostas, mas talvez eu saiba fazer as perguntas certas.

Inserida por F5

Tenho raiva de não ser perfeita para poder finalmente esquecer-te de uma vez.

Inserida por MariaAlmeida

Tenho os pensamentos completamente baralhados.
Não me sinto.

Inserida por MariaAlmeida

Tem pessoas que acham que minha vida é um mar de rosas.
Mas não é bem assim, eu tenho problemas como todo mundo.
Pois minha vida não é fácil quanto parece ser, só eu sei o que eu passo e luto para conseguir amenizar minhas dores. Porque se eu pareço feliz, é porque estou destinada a felicidade... por isso eu me reenvento
a cada dia.

Inserida por EdivaniaSantos670

Não tenho medo de envelhecer. Tenho medo de perder a meninice, pois é nela que guardo o brilho, a magia e o encantamento do meu olhar de criança.

Inserida por ednafrigato

Tão meu

Tento não lembrar, mas não quero esquecer,
Penso em te encontrar, mas tenho medo de me perder.

Novamente perco a batalha: lembro sem perceber
Dos meus longos cabelos castanhos enroscados na sua negra barba.
Novamente não pude conter
Me perco nos seus flamejantes lábios querendo meu juízo e boca morder.

Sem motivo rio sozinha, não consigo esconder,
Por mais tempo queria ficar, isso já deves saber.

Volto ao trabalho, mas minha mente voa,
Já não posso interromper
Então para sossegar o coração, começo a escrever,
Talvez para te imortalizar em verso,
Já que aqui, para sempre poderá viver.

Se é certo ou errado, não posso escolher
Só sei que foi tão bom e foi tão breve,
Exatamente como tinha que ser.

Suas mãos me puxando para perto,
Seu sussurro e seu gemido, pude sentir e pude ver
Enfim a maior parte possível de você comigo pude ter.

Então naquela noite, fui tão sua e você tão meu,
Que de inveja por um instante, até a lua se escondeu.

Inserida por LenitaMelo

Eu sei que não estou no verão......
E tenhomuito frio, tenho muito sono
Tenho fmuita fome olho e não tenho pão
Passo o dia com fome, mas não temnho nada. não como
Mais uma noite que chega, e onde durmo?
Pego mais uma vez no meu cartão e lá vou eu
Procurando um sitiomais aconchegado e menos imundo
Para poder ter um cantinho só meu
Trabalhei desde criança para ajudar os pais
Construí uma família, éramos felizes, pensava eu…..
Veio a crise, o desemprego, trabalho não tive mais
A família abandonou-me, estou na miséria, nada é meu…
O estado não se preocupa só quer saber do seu próprio bem
Não fora estes grupos generosos que à noite nos dão uma sopa
Morreríamos muitos mais, e os jornais não falariam, par quê? nem fica bem
Não somos altas figuras, para quê falar de nós? É trabalho que se poupa.
A maioria das pessoas, esquece-se,
Que a vida é como a terra, vai girando, vai girando
Hoje, está-se bem, e que se vive num mundo que engrandece
Mas o amanhã gira diferente e o mundo que engrandece.... vai parando.

M.C.Duque

Inserida por sao_duque

" Tenho pena do silêncio ; pena , porque ele não pode falar. "

Inserida por ReginaCoeli

Tenho problema de memória
Eu não esqueço as coisas.

Inserida por Leticia3Cordeiro

Tenho a chave pra ir e voltar quando quiser
Não há cena de filme me esperando na esquina
"Paisagem paradisíaca"
Contendo lágrimas aquarrágicas sem colher e química

Inserida por marianamussi

Não sei por onde começar mais tenho que te fala!! De qualquer jeito a hora ia chegar, foi por você moça que esse rapaz veio a se apaixonar. Eu lembro do dia que vi esse sorriso dá cor do mar. Morena não consigo explicar mais esse seu jeito de "quero mais um pouco" me faz pirar, e por cada gesto seu eu consigo te afirmar, é por você que eu estou apaixonado, te amando de uma maneira que não pra controlar, sei que pode parecer bobo ou até precipitado mas entenda que são palavras de um homem apaixonado, completamente vidrado nesse seu jeito retardado. Qualquer dia eu te chamo pra sair e a gente vai andar por ai, parar na esquina e tomar um refri, pra ti um dogão, (só tem á cara de anjo mas come igual um leão) depois de um sorvete te levo pra casa, com um beijo na boca meu coração até dispara. Minha princesa de contos antigos e beijos singelos.

Inserida por Loveofcrazy

Relaxa, amor. Eu não tenho pressa! Meu coração sabe que é você e a gente vai acontecer na hora certa.

Inserida por stephanieluz

Você pode ter tudo o que eu não tenho, mas nunca será melhor que eu; pois simplicidade, humildade e simpatia, não se encontra em lixo!

Inserida por TainaraCarvalho

Até tenho algumas duvidas. Mas eu não duvido da Vida. Ela age implacavelmente na sua Lei do Retorno.

Inserida por Cleliareino

Recomeço

Eu sei que ultimamente não tenho estado muito presente
É que aconteceu tanta coisa entre a gente,
que perto de você eu me sentia meio diferente.

Não sei se te mereço,
mas, que tal tentarmos um recomeço?

Inserida por theeusl4k

Não tenho medo de demonstrar esses sentimentos, mas tenho medo de que alguém também os sinta.

Inserida por dennis_lino

Olha, eu tenho um segredo, mas como é segredo, não posso contar.

Inserida por SolSorte

oi, sou eu de novo.
São 02:42 e ainda estou acordada
não tenho sono, não quero dormir,
a unica coisa que eu quero é chorar,gritar em silencio,desabafar,morrer...
No meio dessa escuridão eu fico pensando no meu passado
e em como ele era escuro
Não sei oque estou fazendo aqui
eu fui um erro
não deveria ter existido
A sociedade me odeia
E eu também.

Inserida por Aestranha

Tenho sede mais do que a fome, tenho para com o amor mais do que o apego, sou cego para o que não merece visão, descarto a dor pois desvenero o rancor, prefiro as duvidas que se tiram as certezas e tenho a esperança, de que um dia não haja vingança.

Inserida por AzoLife

Maggie e Trudie

Devo dizer, antes de tudo, que não tenho uma relação estável com cachorro algum. Não posso me responsabilizar por dar comida a um cão, oferecer-lhe um lugar para dormir, cuidar dele, encontrar um canil para deixá-lo quando for viajar, catar suas pulgas ou providenciar que algum de seus órgãos internos seja extirpado quando a presença dele começar a me incomodar. Não sou, em suma, dono de um cachorro.

Por outro lado, tenho uma espécie de relação furtiva e ilícita com uma cadela, ou melhor, com duas cadelas. E, consequentemente, acho que sei um pouco como é ser amante de alguém.

Elas não são minhas vizinhas de porta. Não vivem sequer na mesma… bem, eu ia dizer rua para provocar um pouco você, mas vamos deixar de enrolação. Elas vivem em Santa Fé, no Novo México, que é um excelente lugar para um cachorro, ou para qualquer pessoa, viver. Se você nunca visitou ou passou algum tempo lá, deixe-me dizer o seguinte: você é um completo idiota. Eu próprio era um completo idiota até cerca de um ano atrás, quando uma combinação de circunstâncias que não quero explicar agora me levou a ficar hospedado na casa de um amigo nos confins do deserto ao norte de Santa Fé para escrever um roteiro. Para você ter uma ideia do tipo de lugar sobre o qual estou falando, eu poderia citar à exaustão o deserto, a altitude, a luminosidade e as joias de prata e turquesa, mas o melhor que posso fazer é simplesmente mencionar uma placa de trânsito na autoestrada de Albuquerque. Ela diz, em letras garrafais, VENTOS FORTES e, em letras menores, PODEM OCORRER.

Nunca conheci meus vizinhos. Eles viviam a cerca de um quilômetro, no topo da duna seguinte, mas assim que comecei a sair para minha corrida/jogging/leve caminhada matinal conheci suas cadelas, que ficaram tão instantânea e delirantemente felizes em me ver que me perguntei se já não teríamos nos conhecido em vidas passadas. (Shirley MacLaine também morava lá perto e elas talvez tivessem assimilado essas ideias esquisitas só por conta da proximidade.)

Elas se chamavam Maggie e Trudie. Trudie tinha uma aparência estúpida, era um poodle francês grande e preto que se movia como se tivesse sido desenhado por Walt Disney: saltitando de uma maneira que era enfatizada por suas orelhas enormes e caídas e seu rabo curto que parecia uma planta ornamental. Sua pelagem consistia em uma manta de cachos pretos compactos, que aumentavam ainda mais o efeito Disney por darem a impressão de que ela era totalmente desprovida de qualquer tipo de perversidade. Sua maneira de mostrar, todas as manhãs, que estava delirantemente feliz em me ver era fazer algo que sempre achei que se chamasse “firula”, quando na verdade se chama “festinha”. (Somente há pouco descobri o meu engano, e terei que repassar em minha mente cenas inteiras da minha vida para ver que confusões posso ter causado ou que gafes posso ter cometido.) “Fazer festinha” significa pular para cima com as quatro patas ao mesmo tempo. Um conselho: não morra antes de ver um grande poodle preto fazendo isso na neve.

Maggie, por sua vez, tinha outra maneira de transmitir, todas as manhãs, que estava delirantemente feliz em me ver: ela mordia o pescoço de Trudie. Essa também era sua maneira de transmitir que estava delirantemente feliz com a perspectiva de sair para passear e de mostrar que estava adorando o passeio. Era sua maneira de transmitir que queria entrar em casa e que queria sair de casa. Morder o pescoço de forma contínua e brincalhona era, em suma, o que Trudie fazia da vida.

Maggie era uma cadela bonita. Não era um poodle, mas sim de uma raça que estava sempre na ponta da minha língua. Não sou muito bom com raças de cães, mas Maggie era uma daquelas mais clássicas e óbvias: de pelo liso, preto e castanho, mais para cão de caça, tipo um beagle grande. Como se chama mesmo? Labrador? Spaniel? Elkhound? Samoieda? Decidi perguntar ao meu amigo Michael, produtor de cinema, assim que achei que já o conhecia bem o suficiente para admitir que não conseguia descobrir qual era a raça de Maggie, por mais óbvia que fosse.

– Maggie – disse ele, com seu sotaque texano arrastado e sério – é uma vira-lata.

Então, todas as manhãs nós três saíamos juntos: eu, o escritor inglês grandalhão; Trudie, a poodle; e Maggie, a vira-lata. Eu saía para minha corrida/jogging/leve caminhada pela ampla trilha de terra batida que atravessava as dunas vermelhas e secas; Trudy saltitava alegremente pelo caminho, pra lá e pra cá, batendo as orelhas; e Maggie a seguia de perto, mordendo o pescoço dela. Era incrível como Trudie levava isso na esportiva e com toda a resignação, mas de vez em quando, sem o menor aviso, ficava monumentalmente farta. Nessas horas, executava uma repentina pirueta no ar e aterrissava com as quatro patas no chão, encarando Maggie com um olhar fulminante. Maggie então se sentava na mesma hora e começava a mordiscar a própria pata traseira direita, como se já estivesse de saco cheio de Trudie.

Então começavam tudo de novo e saíam correndo, rolando e dando cambalhotas, perseguindo e mordendo uma à outra pelas dunas afora, pela grama e pelos arbustos rasteiros. De vez em quando paravam de forma inexplicável, como se as duas tivessem ficado ao mesmo tempo sem saber o que fazer. Em seguida, olhavam para algum ponto indefinido por alguns instantes, constrangidas, antes de recomeçar a brincadeira.

Douglas Adams
O salmão da dúvida. São Paulo: Arqueiro, 2014.
Inserida por naiady_correa