Nao quero Viver na Ilusao

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É difícil amar aqueles que não estimamos, mas é mais difícil ainda amar aqueles que estimamos mais do que a nós mesmos.

Uma fé que não duvida, é uma fé morta.

Sim, irmão, o dinheiro não é tudo. Mas o que é que é tudo?

O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a funcionar assim que você se levanta da cama e não pára até você chegar ao escritório.

A água turva não mostra os peixes ou conchas embaixo; o mesmo faz a mente nublada.

A franqueza não consiste em dizer tudo o que se pensa, mas em pensar em tudo o que se diz.

A riqueza não é daquele que a tem, mas daquele que a goza.

Não se é líder batendo na cabeça das pessoas - isso é ataque, não é liderança.

Qualquer pessoa pode errar; mas ninguém que não seja tolo persiste no erro.

# 288

Não sou Ninguém! Quem és?
És tu - Ninguém - também?
Há, pois, um par de nós?
Não fales! Não vão eles - contar!
Que horror - o ser - Alguém!
Que vulgar - como Rã -
Passar o Junho todo - a anunciar o nome
A charco de pasmar!

tua covardia
não é minha
teu riso, outra ironia

Nunca se conseguirá ser sábio se primeiro não se foi traquinas.

Já é vender a alma não saber contentá-la.

O dinheiro não é necessário para comprar uma única necessidade da alma.

Henry David Thoreau
Walden ou A vida nos bosques (1854).

Há pessoas que a gente gostaria muito de largar, mas por quem não gostaria de ser largado.

Onde não estamos é que estamos bem. Já não estamos no passado, e então ele parece-nos belíssimo.

O difícil não é estar com os amigos quando têm razão, mas quando estão errados.

O drama do homem é o de ser limitado nos meios e infinito nos desejos; assim, não pode ser plenamente feliz.

O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.

Paul Valéry

Nota: A citação também pode ser atribuída aos poetas Laura Riding e Robert Graves, encontrada no artigo From a Private Correspondence on Reality, publicado em 1937 no jornal "Epilogue". O poeta francês Paul Valéry também escreveu a expressão em 1937.

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Um dos maiores travões aos delitos não é a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade (...) A certeza de um castigo, mesmo moderado, causará sempre impressão mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado à esperança de impunidade.