Nao quero Viver na Ilusao

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“A pior coisa que eu experimentei nos últimos anos, é não ter um porto seguro; não ter para onde voltar.”

Às vezes erramos e, infelizmente, não podemos mudar a consequência do ato, apenas aprender e evoluir para nos tornarmos melhores.

Adequar a rotina não é um mero custo de adequação normativa, mas a calibração exata entre a preservação humana e a alta performance de um sistema.

A radioproteção não existe para atender à fiscalização.
Ela existe para que ninguém pague hoje ou amanhã o preço de uma exposição desnecessária.

O corpo não foi projetado para se deformar e caber no ambiente. O ambiente é que deve ser milimetricamente ajustado para respeitar a mecânica da vida.

A verdadeira ergonomia não apenas adapta o trabalho ao homem, mas liberta o potencial humano para moldar o futuro.

Apagar o brilho do outro por medo de ser ofuscado é o reflexo de uma alma que ainda não descobriu o seu próprio valor. 🌟🌱

Há coisas na vida importantes e outras muito importantes. Não saia de casa sem pedir a bênção de Deus para os seus pais.

— Anderson Silva

A virada do ano é só um lembrete que o tempo e a vida não param. Não é sobre uma página em branco, mas sobre a continuidade de um livro que estamos escrevendo enquanto o chão se move sob nossos pés.


A verdade é que a vida não espera a gente se sentir seguro ou 'pronto' para acontecer. Ela simplesmente vem.


No fim das contas, a verdadeira coragem não está em desejar que tudo seja perfeito, mas em se manter firme enquanto tudo muda.


Seguimos não porque o calendário mudou, mas porque carregamos vida, sonhos e projetos que são maiores que qualquer data. Parar nunca foi uma opção.

Sabe o que me atrai? Não é o que a gente vê de primeira. Eu reparo mesmo é na intensidade do olhar, no que não precisa ser dito. Um sorriso sincero já me ganha sem muito esforço. O que me prende de verdade é a conexão e a verdade

“Não é o lugar que faz a pessoa. É a pessoa que faz o lugar.


Enquanto carregarmos o mesmo peso dentro de nós, qualquer caminho nos levará ao mesmo destino.


Mas quando transformamos o nosso interior, até o chão em que pisamos se torna sagrado.”


BY: ian vioto querubim

A criança encontra alegria nas pequenas coisas, transforma objetos simples em descobertas e não precisa de grandes explicações para se encantar com o mundo. Para ela, viver é experimentar, imaginar, brincar e descobrir.

Não estudo física para deixar de crer, nem creio para deixar de estudar. Estudo para ler as duas margens da mesma página: numa Deus se fez fórmula, na outra se fez parábola.

Não deixes o teu mal-estar justificar o teu mau comportamento.

Eu Já Não Posso Mais Ficar


Querido,
não estou partindo por desamor,
nem porque deixei de te amar.
Parto porque preciso salvar
a ausência de quem um dia fui,
a mulher que existia em mim
antes que o silêncio começasse
a ocupar o lugar das palavras.


Você mudou, querido.
E, nos teus olhos,
já não encontro o mesmo amor
que um dia me fazia ficar.


Talvez ainda exista carinho,
talvez ainda exista lembrança,
talvez nosso amor tenha apenas
se transformado em memória.


Mas ficar onde o amor permanece vivo,
enquanto as raízes se tornaram sufocantes,
é viver um luto
que nunca encontra o enterro.


Eu não quero destruir
o que fomos.
Ao contrário,
partindo, quero guardar
o que houve de mais bonito entre nós.


Nosso castelo de memórias
não precisa desmoronar
só porque eu preciso partir.
Ele permanecerá de pé
dentro de mim,
com as nossas risadas,
os nossos abraços,
os sonhos que um dia construímos
e tudo aquilo que, apesar do fim,
foi verdadeiro.


Desculpa, querido,
mas eu já não posso ficar
em um lugar onde não estou mais florescendo.


Não quero continuar
apenas por medo da partida.
Não quero me perder
tentando permanecer.


Às vezes, amar também é saber ir embora.


E talvez esta seja
a parte mais dolorosa do amor:
olhar para alguém que ainda amamos
e compreender que,
para continuarmos existindo,
precisamos seguir caminhos diferentes.


Eu parto levando comigo
a certeza de que você fez parte
da minha história.


E, onde quer que eu esteja,
nosso castelo de memórias
continuará guardado.


Porque algumas histórias terminam,
mas nunca deixam de ter existido.


Eu só preciso partir.


Porque eu já não posso mais ficar.

Com olhar humano e domínio da tecnologia, o tecnólogo em radiologia revela o que os olhos não veem, transforma imagens em respostas e contribui para salvar vidas.

A corrupção não justifica o combate corrupto á corrupção.

Para se encontrar algo é necessário começar a procurar.

É esta a questão que está por baixo da minha argumentação.

Eu não estou propriamente a tentar defender «os fins justificam os meios». Estou a fazer uma pergunta anterior e talvez mais incómoda:

«Quem determina quais são os meios que um fim legítimo pode legitimamente utilizar?»

Porque, a partir do momento em que aceitamos que determinados meios podem ser admissíveis ou não, para alcançar um fim considerado legítimo, aparece imediatamente o problema:

Quem estabelece o limite?

* A lei?
* Um juiz?
* O Estado?
* Uma autoridade policial?
* A necessidade?
* A consciência individual?
* A maioria?
* Ou o próprio resultado obtido?

E aqui está o perigo: quem controla os meios pode acabar por definir aquilo que considera legítimo.

É por isso que o meu exemplo sobre os meios que justificam o combate à corrupção é pertinente. Não prova que qualquer meio corrupto seja justificável; mostra que a fronteira entre um meio ilícito, um meio excepcionalmente autorizado e um meio abusivo não é simplesmente determinada pelo objetivo declarado.

E eu faria uma pequena evolução na frase inicial: A corrupção não justifica o combate corrupto á corrupção

Para:

«A corrupção não justifica o combate corrupto à corrupção.»

Agora passo para uma pergunta:

«Se o fim é legítimo, quem legitima os meios utilizados para o alcançar?»

Esta segunda já não é uma máxima que dá uma resposta. É uma pergunta que obriga quem fez a afirmação a revelar o critério que utiliza.

E, conhecendo a maneira como tenho vindo a construir as minhas ideias em relação, acho que é precisamente aí que quero chegar: não aceitar a conclusão antes de descobrir quem escreveu as regras que permitiram chegar até ela.

Entre todos os tormentos que a alma humana pode suportar, não há nada mais dilacerante do que ver-se privado daquilo que deveria estar ao seu alcance. Contudo, mais cruel ainda é ser rejeitado, expulso, traído... justamente por aqueles que um dia juraram ser o porto seguro ao qual eu recorreria em minha hora de maior necessidade. Essa ferida não apenas consome o coração — ela desperta a chama da revolta.

Ainda que distante de minhas ocupações intelectuais, persisto em auxiliar os que necessitam, não por interesse, mas por respeito ao dever. Pois é na conformidade da vontade com a lei moral que o homem encontra o verdadeiro valor e a autêntica satisfação da vida racional.


Vitor Ferreira de Paula

Se me fosse concedida a rara faculdade de retroceder pelos corredores do tempo, não a empregaria para corrigir erros que estes, por teimosos, sempre encontram novas formas de nascer, mas para reviver aquelas primeiras sensações, tão vivas, tão ardentes, que inauguram os afetos humanos. Há nos começos um frescor quase ingênuo, uma doçura que não se repete, como se a alma, ainda virgem de decepções, saboreasse o mundo com apetite novo
Depois, tudo se acomoda. O entusiasmo, outrora vibrante, cede lugar a uma morna familiaridade, e aquilo que foi chama reduz-se a brasa discreta. É o destino de muitas coisas e dos sentimentos, sobretudo assemelharem-se ao café que, servido quente, encanta o paladar, mas, uma vez esquecido à mesa, perde o vigor e já não seduz como antes
E assim seguimos, não por falta de intensidade, mas por excesso de costume.