Nao posso te Ajudar
"Realidade entre escolha e obrigação.
Nem tudo que quero, posso fazer.
Nem tudo que devo fazer, quero."
Soneto do desconhecido ...
E agora o que fiz de errado novamente?
Como posso pensar de um modo e agir de forma tão diferente do que desejei?!
Amo sentir teu abraço, teu cheiro, ouvir tua voz, ficaria eu por horas na tua
Companhia, só para telo por perto.
Mas quanto te vejo meu coração bate tão forte que chega doer, contrarie-o minhas vontades meus desejos, faço o que não quero, por saber que é seu querer, será isto amor?
Queria grita, expressar com palavras, atitudes, queria que você soubesse que eu te amo, que fosse palpável, que você perceba no tom da minha voz a dizer-te
EU AMO VOCÊ.
Sempre fui saturno até o dia em que conheci você ,que me faz derreter com seu sol de verão ,seu calor degelou minhas armaduras e assim fiquei vulnerável
Mas quem nasce saturno sempre terá nove lua para esfria-lo e lembrá-lo de quem ele realmente é.
Por mais que eu ame amar você ,sempre serei saturno...
Liberdade
Sonhar e meus sonhos realizar
Tudo posso onde anda o respeito
Quero pensar e poder compartilhar
Sem receio de absurdos retalhar
Viver o amor independente de quem
Apenas amor escolhendo alguém
A vida feliz como um quadro pintado
Cores misturam não existe um errado
Na luta a procura de uma verdade
Aquela encontrada em sua igualdade
Não me obrigue empurrando a desistir
Sou guerreiro não tentei oprimir
Nas mãos carrego a emoção
Escrevendo em seu coração
Cada qual vive sua realidade
No mundo perfeito ando em Liberdade
Renovação.
Cheguei.
Estando aqui nessa calçada, posso observar o mar de longe. Consigo olhar para frente e observar o fim.
Não do mundo, apesar de às vezes achar que sim.
O fim, o horizonte.
Olho para baixo: degrau.
Dou um pulo e caio naquela areia morna.
Sentindo ela passando pelos meus pés.
Caminho em direção à água.
Penso em como isso é lindo e como essa água fria vai molhar minha calça de linho branca.
Dobro as pernas da calça e continuo a andar.
Paro no meio da praia e olho para cima.
Sol, nuvem, um pôr seguido por um olá para o satélite.
Esse céu amarelado, com uma miscigenação de cores — o rosa, o azul-claro, o branco indo para o obscuro — me lembra você.
Por trás dessa obscura cor, escondem-se outras luzes.
Assim como Você o sol se foi, por força maior.
Levanto o braço esquerdo e tento pegar com minha mão você.
Sol.
Abaixo a cabeça e percebo esse mar.
Abro os olhos: enxergo não as cores, e sim os sentimentos.
Transmissão
Caminho e me molho, molho com intenção de lavar.
Levar tudo, trazer um novo eu. Submergir e voltar como eu.
Um novo eu, assim como ele fez.
Voltar com mais uma proteção, dada por quem você queira.
Mas eu sei que veio daqui.
Como esperado, não veio um pássaro branco, assim como na passagem.
Mas eu vi uma gaivota.
Voo para casa.
Acho que já conta.
@ondas.q.escrevem
Sinto,
Intensamente,
Tua presença mais perto,
Meu coração bate mais forte,
Quase posso sentir o seu a aproximar,
Anseio esse reencontro mais que tudo,
Te amo na frequência do absurdo,
Nunca cansei de te esperar.
Vem amor,
Vem deitar no meu peito,
Vamos viver a vida feliz,
De todo jeito,
Sem mais entorpecer,
Fugir ou
Endoidar,
Somente a beleza da natureza,
E o som do nosso amor entoar.
Ela pensou: posso te abraçar e ainda sentir falta do seu corpo. Ela pensou: posso te ouvir falar e ainda sentir falta do som de sua voz.
de todas a cores que se posso imaginar so tem uma que me faz vibrar minha pele de todas as cores . Vibrarem sua cor sinta sua verdade . meu coração em realidade!!
como posso me sentir assim, se já a muitos anos me abdiquei desse sentimento. Aí vc me suje como um anjo e me salva. Meu mundo se iluminou e o valor de tudo voltou. Amar vc, tbm renasceu o sentimento por mim própria.
Desafios!
Para que a pressa? Se agora posso contemplar o (des)conforto da vida.
De que me adianta o medo?
Se a existência é indubitavelmente um desafio que nos assombra continuamente.
Seu abraço é um abrigo sempre seguro e fiel, um refúgio onde posso me sentir em paz.
Oh, quão terna é tua voz que acalenta,
e me faz sentir que estou em casa.
Nosso amor é eterno, uma cumplicidade de irmãos que se fortalece a cada novo nascer do sol.
Ilumina-me tal como um farol à escuridão
numa noite de tempestade turbulenta.
Sou Poesia
Posso ser o poeta
Ou então, o Poema em si.
A diferença está apenas nos meios,
O que importa, é o fim.
Sou alma presente,
Chamada Poesia.
Sou do poeta, o dente
E do poema, melancolia.
Com a palavra,
Alice Coragem.
"Se eu amasse um amigo apenas pelos benefícios que ele me proporciona ou pelo que posso obter dele, meu amor não seria pelo amigo, mas por mim mesmo.
O verdadeiro amor por um amigo nasce da admiração por sua essência, suas virtudes e tudo o que ele é em si.
Somente quando amo meu amigo por quem ele é, sem interesses ou segundas intenções, posso dizer que o amo de verdade."
A dor me escapa e se esconde para além de mim mesma. Liberta da opressão, posso expressar com lirismo todos os sentidos ofuscados. Sou calma e a calma é o meu jeito de estar no mundo. Prezo passos mansos, mãos delicadas e palavras sussuradas. Nada que desperte a natureza, tão coerente em seu ritmo. Posso ser um pássaro, uma flor, um fruto. Posso ser um ser integral em comunhão com tudo que me cerca. Admiro a paciência das árvores, crescendo lentamente. Não quero ferir o silêncio. Por isso meus dedos são suaves e não fazem alarde.
Cansada do eu, dispo-me do ego e me entrego nas palavras subconscientes. Posso ser uma pedra preciosa, bela e inquebrável. Mas essa imagem bonita diz pouco quando escurece e a noite traz sons do universo. O dia foi longo como um trem rasgando a estrada. E se escrevo é porque transbordo do eu farto de mim. E me entrego a imagens. A flor é bela e delicada, mas além de seu aroma não sinto mais nada. Depositei em você sonhos de unificação, mas o amor resultou inútil. E me sinto uma pedra, que não simboliza nada. A pedra pode ser o instrumento de uma força descomunal que busco em mim. Uma rocha imutável, sujeita aos ventos, ao sol, E a chuva. O que fazer para aliviar esse desaninimo que me exaure? Talvez pintar um quadro, mas a pintura resultou inútil, se a olho e nada sinto. Esse é uma prosa poética que fala sobre energia, aliás, a falta dela dela. Então como palavras repetidas, imagens gastas e você que é ilusão. Se pelo menos o amor batesse a porta com suas mil promessas. Eu acreditaria, pois tenho fome de ideais. Mas na poltrona de minha sala só encontro vazios e um cansaço de existir. Se ao menos o tarot falasse a verdade, mas sou de touro, e isso não diz nada. Quero promessas, materializações. Eu farta de inventar motivos, significados. Eu não me basto. É como dizer para o universo 'por que tantas estrelas se não posso tocá-las e nem compreendê-las. Noite escura, vento que sopra. E nada me diz.
Posso me adaptar sem aceitar, estar de acordo sem aprovar: um corpo que se molda, uma mente que se recusa,
um gesto que obedece, um íntimo que sussurra.
Posso vestir a forma sem vestir a alma, ceder no corpo, dobrar a vida, mas manter a chama.
A mente que aceita nem sempre se curva, o gesto que adapta nem sempre concorda, o ato que obedece nem sempre abraça.
O incompreendivel mar
Que será que vai se acabar
Será que o fim eu vou achar
Será que eu posso me gabar
Ou me ódiar
De um dia encontrar e se perder em alto mar
