Nao me Pergunte quem sou
Sou um homem simples que ama a liberdade e a simplicidade e odeia a riqueza extrema...
Como é bom vivermos despreocupados em sermos ricos, as coisas mais belas desse mundo estão na simplicidade. De que vale todo dinheiro do mundo comparado a vida do Sr Dito que vive lá no sertão, em meio a natureza sem se preocupar com nada. De manhã levanta bem cedo e faz aquele cafezinho de pó torrado em casa, mistura com o leite da vaquinha que acabou de ordenhar, e é logico completa com a farinha de milho e degusta tranquilo sentado na porta da cozinha vendo os passarinhos que junto as galinhas se alimentam da canjiquinha espalhada no quintal. Isso sim é que vida boa, somado da simplicidade, do respeito com seus semelhantes, do jeito de ser puro e amar seu próximo...
Como eu amo e dou valor a tudo isso, e como eu desprezo aqueles que querem serem maiores que a simplicidade, com certeza serei um simples homem que vai morrer um dia e não irei levar comigo a ambição de ser mais daquilo o que sou...que meu Deus aumente a minha riqueza visionária com a maneira simples de viver, tudo o que tenho nessa vida eu tenho certeza que não levarei comigo, somente deixarei nessa terra para poucos que como eu amam o simples da vida, um conselho amem e somem cada vez mais com aqueles que como nós se satisfazem de ser felizes com o pouco que tem e agradecendo sempre a Deus que nunca nos abandonou...
Aos vorazes e dementes por dinheiro deixo aqui meus pêsames, se alimentem de egoismo ratos dementes escravos do dinheiro, de que vale todo seu dinheiro se não conhecem o simples da vida e nem contemplam tudo o que se passa ao seu redor, vermes que vegetam essa a terra em busca de sempre mais e nunca se satisfazem com o que tem...boa vida e aquilo que nunca tiveram e nunca terão, pois a única riqueza desse mundo tem aqueles que são simples de coração e vivem cada dia como se fosse o único, amando e respeitando tudo e todos ao seu redor...
nene policia
Eu sou o patinho feio de uma família cheia de lindos patinhos, saí toda descabelada, emaranhada, um desastrinho aberrativo.
Nunca tive um objetivo claro, nem pretendo.
Prefiro ter vários, no escuro.
No escuro é mais charmosa a vida à luz de velas.
Nunca tive pretensão de acumular milhões ainda mais depois que presenciei um sequestro no estacionamento de um banco e constatei que uma vida de pouca renda é mais segura, menos chamativa, e não é alvo de um aglomerado de olhares invejosos.
Materialistas sofrem muito, e nesse caso é ainda melhor ter pouco.
E quem disse que minha vida não segue uma lógica, geralmente é o tipo de pessoa que eu eu nunca invejaria. Porque considero insano.
Geralmente as pessoas que admiro são tão mulambas como eu em seu interior.
Porque ter um coração mulambo é ter liberdade pra se ser o que é em todos os lugares e com quaisquer companhias.
Que status a zelar? E o que eu tenho a perder?
Eu só quero é ser feliz.
Ser feliz é amar tudo que é passageiro com um gostinho de eternidade na boca.
Porque enquanto vc se lembrar aquele momento é eterno, e isso, é melhor que dinheiro.
Assim vivo no universo,
Cantando o amor de meu bem;
E sou feliz com meu verso,
Sem ser maior que ninguém!
Sou um poeta imperfeito,
Mas no meu sonho acredito;
E canto o amor de meu peito,
Sonhando ser infinito!...
UM JUNTADOR DE PALAVRAS
Sou juntador de palavras,
Sonhando um sonho bonito.
Sou como um pássaro sem asas
Voando pelo infinito!...
Sou juntador de palavras
Em tudo que tenho escrito;
E se me cortam as asas
Já não me importo com isto.
Pois nessa grande jornada
Em caminhar – sou perito;
Eu não desisto dos sonhos,
Sonhando eu inda persisto!
Sou juntador de palavras,
Popular... – não erudito;
Quando estou alegre – canto...
E quando estou triste – grito!
Quando estou alegre – canto,
Meu canto meio esquisito.
E quando estou triste – grito,
Meu grito grave e finito.
Mas nunca perco a esperança
Na vitória – eu admito;
Tenho fé no Deus que sirvo,
O meu Deus não é um mito.
Escrevo versos de paz
Porque a paz é meu rito;
Escrevo versos de amor
Porque no amor acredito.
Sou juntador de palavras
E sinto orgulho por isto;
Com minhas simples mensagens
Eu louvo ao meu Jesus Cristo.
Sou juntador de palavras
Não nego aqui nem além;
Qu’escrevendo dou risadas
E verto lágrimas também.
Eu sou um poeta imperfeito,
Mas meu cantar é bendito;
Com todo amor de meu peito
Por minha musa que fito!...
Sou juntador de palavras
Que dá somente o que tem;
Poemas sentimentais
Pra quando vais, quando vens.
Assim vivo no universo
Cantando o amor de meu bem;
E sou feliz com meu verso,
Sem ser maior que ninguém!
"MAMÃE-LIMÃO"
"Eu sou amiga de poucos, mas muito bons. Isto é uma coisa que vai nos ocorrendo com o passar do tempo. Quando se é mais jovem, a quantidade parece ser algo indispensável, pois, só assim, temos a prova de que somos realmente queridos e felizes. Tolice.
O mais interessante é que amigos nos trazem novas famílias. Sim. Porque a gente não é só amigo de Luiza... mas, de sua mãe, seu pai, seus irmãos, daquela prima dela, que vem para a nossa cidade nas férias de fim de ano, e por aí vai. Quando a gente se dá conta, termina por achar que é mais ‘da família’ que aquele tio que só aparece nas festas de aniversário. Enfim...
Foi nessa de quase ser ‘da família’, que conheci tia Dulce - mãe de uma das minhas melhores amigas, a Camila. Desde o primeiro dia, Mila me disse: ‘essa é minha mãe, a ‘mamãe-limão’. Eu achei engraçado, sorri com ela, mas não cheguei a perguntar o porquê daquele apelido.
Seguimos pro quarto... músicas, histórias, fotos. Aquela velha rotina de sábado e, sem dar conta, já chegava lá chamando a tia Dulce de ‘mamãe-limão’. Era tão natural, que, às vezes, tinha que me esforçar para lembrar o seu nome verdadeiro.
Os anos passaram. Certa noite, já adulta e com a cabeça cheia de pendências a resolver, liguei para Mila, mas quem atendeu foi sua mãe. Sabe quando a gente está tão ‘inflado’ com os problemas do dia a dia, que só quer um pedacinho de atenção e se esborrar num ombro que se mostre amigo? O dia era esse. Mas, contive a agonia e perguntei por Mila. Ao notar a minha pequena decepção por saber que ela havia saído e esquecido o celular em casa, tia Dulce perguntou se podia me ajudar em algo.
Essas coisas são feito manteiga no pão quente: deslizam.
Então, acabei por desabafar toda a angústia que me tomava naquele momento. Falei do quanto estava frustrada, cansada e desapontada, com a vida, comigo mesma, com o tempo, com as pessoas. Ela foi ouvindo tudo, quietinha, sem nada dizer. Eu chorei, engoli o choro, chorei de novo. Só silêncio. Mas, aquele silêncio que soa compreensivo, sabe? Então, finalmente, ela se pronunciou: “querida, permita-me dizer algo. Se eu pudesse lhe trazer para dentro de mim, dentro do que sou hoje, seria a melhor fórmula para lhe mostrar o quanto esta aflição que sente é passageira. Como, infelizmente, isto não é possível, cabe, a mim, apenas dizer que tenha calma. Há coisas na vida pela qual temos que passar. Ainda que pareçam, de certa forma, injustas, são necessárias. Ao fim, seremos produto de todas as nossas experiências. Mas, é preciso saber pelo que sofrer. Lembre-se de que há sofrimentos inevitáveis. A gente se acostuma com as complicações da vida de uma forma tão cega, que nem sempre percebe que cria ciclos de autossofrimento. Mas, tudo bem. É tudo humano. Acalente seu coração. Respire e deixe que as coisas aconteçam no tempo que têm de acontecer. Lá na frente, tudo será história para contar. Tudo se resolve, de uma forma ou de outra’.
Senti, naquelas palavras, um calor tão grande. Elas tomaram meu corpo, fazendo as lágrimas secarem e o coração acalmar. Tomaram meu espírito, e senti paz e leveza. Agradeci e desliguei.
No outro dia, Mila me ligou. Tia Dulce não chegou a comentar sobre o conteúdo da nossa conversa; apenas, deu o recado sobre a minha ligação. Desta vez, não quis deixar passar a oportunidade. Perguntei o motivo do apelido. Ela riu, e disse: ‘achou que é porque mamãe é ‘azeda’, chata ou coisa parecida?’. Eu disse: ‘até pensei isto, por anos, mas não sei se estou certa. Ontem mesmo, ela me falou coisas tão incríveis ao telefone. Aí, lembrei de como a chama. Fiquei confusa’.
Então, ela concluiu: ‘mamãe-limão é uma espécie de incentivo diário, que ela mesma criou. Nunca lhe disse; você nunca havia perguntado... mas, minha mãe tem sérios problemas de saúde... luta contra um câncer há anos, que insiste em ir e vir. São dores e medos que batem à porta dela todos os dias. Ela faz tratamentos e mais tratamentos, que nem sempre surtem o efeito que se pretende, mas, no fim, acaba reagindo bem. Nem sempre é fácil. Há dias em que a tristeza bate, que a dor aumenta, e ela não pode fazer nada com isto, a não ser ter paciência e mais paciência. Acabou, então, criando um hábito, que mais parece um ritual mesmo: em dias assim, levanta da cama, com muito esforço, vai até a cozinha, corta uns limões e faz uma limonada. Ela acredita que, enquanto tiver forças para fazer de um limão, que é tão azedo e quase intragável, uma limonada, tudo poderá. Assim, renova as suas forças e acredita, com mais fé, no dia seguinte’.
O silêncio tomou conta.
Mila me perguntou, tentando me distrair: ‘mas, me fala, o que houve ontem?’. Eu respondi: ‘hum... posso ligar daqui a pouquinho para você?’. Ela: ‘claro, espero!’.
Desliguei.
E fui fazer a minha limonada”.
ARGILA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Faço, d"argila de que sou feito
Boneco tão parecido comigo
O ar quente que exalo
Endurece o que antes era maleável
Se o barro faz alguém
Sou essa argila da terra moldada
Produto criado, cozido e temperado
E esse boneco sou eu, ou argila?
ISBN: 978-85-7893-519-1
Se ser feliz é encomodar,então Sou com todo prazer insuportavel porque procurei o amor, fui tentar ser feliz e descobri que sempre tive a felecidade a meu lado esse tempo todo.Theozanda
Sou Acacio Mossivensa, natural d Terra onde curva o vento perto do mar vermelho do District de Murrupula.
Sendo professor de profissao, gostaria que o mundo recuasse pra o passado.
Eu sempre gostei de amizades fiticias e montadas.
B I O G R A F I A
Sou Acacio Armando Mossivensa Natural de Murrupula provincia de Nampula.
Em 1990 fui nascido num local que ate agora ninquem conhece, a minha chama-se Joana Caetato filha duma familia pobre do Distrito de Murrupula.
Em 1996 sai de Nampula para vir habitar em Namaita Distrito de Rapale, la fui enfrentar uma vida tao dificil e em 1997 saimos para vir viver no Distrito de Murrupupula.
Em 1999 entro pela primeira vez na escola na Escola Primaria de Murrupula,
em 2004 falece minha mae era quando estava na 6a classe.
Em 2005 concluo o ensino primario entro na escola secundaria onde fui concluir o ensino secundario em 2010.
por tentativas, fiz a primeira concorrencia no IFP-NAMPULA em 2012 onde acabei por chumbar com nota 10!
Em 2013 continuei consequi com nota 14 e fiz a formacao concluido no dia 13 de Dezembro de 2013!
Em 2014 comeco a trabalhar no Distrito de Nacaroa numa escola primaria do primeiro grau de Camaculo...
"SER HOMEM DE VERDADE EH TER UMA HISTORIA CONTADA E NARADA"eu j contei a minha e voce?
Éramos três partes: eu, o amor e você. Hoje eu sou apenas eu, você somente você, e o amor saiu voando por ai em busca de duas novas partes.
Alguns tem medo do escuro, eu sinto receio da luz que cega, engana e trai… Sou a ausência da noite, flácida, pálida e só.. Verdadeiramente só. Diante da aurora preguiçosa e fingida, torno-me irredutível e fatal.
Sou um poeta de poesias livres, livre de pessoas insignificantes, livre de maldade, livre de rancor e livre de amor.
Preciso da sua lucidez para viver minha loucura. No entanto, se você for louca, como eu sou. Então, seremos os dois contra o mundo.
Liberdade
Sou livre pra pensar, mas nem sempre
para descrever o pensamento, pois
posso ofender e ser ofendido.
José Eduardo
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