Nao me Pergunte quem sou
Talvez um dia eu possa ver
Um pouco mais de quem eu sou
Do que tentar ver um pouco mais de você
E não deixar de entender
O que o meu coração ta tentando me dizer
Eu juro que eu tentei
Eu gostaria de dizer
Eu amo você
Mas algo mudou meus planos
É porque sou quem sou
E como poderia ser algo bom
Se todas as vezes, me encontro
Assim, sem explicação
Apenas caído no chão
Controlado por uma emoção
Me desculpe por nada falar
É que eu não pude
É sério, palavras encontrar
Procurei centenas de vezes
Mas nada encontrei
Mas saiba de algo
Isso não quer dizer
... que eu nunca gostei de você
Hoje sou eu quem comanda esse jogo
Reparto as cartas e dito as regras
Espero que saiba brincar com fogo
Se quer mesmo jogar comigo
Jogue e tente quebrar a banca
Saiba que eu ainda possuo um trunfo
Posso ter a última carta na minha manga.
Quem sou eu? O eu é uma construção e você pode participar desse processo ou ser apenas o resultado acabado e polido por mãos alheias. Para onde vou? Tão importante quanto o destino é o caminho, e você pode escolher seu caminho e participar do seu destino. De onde vim? Do útero materno, e primordialmente, do projeto do Criador, Sustentador e Artífice do universo.
Quem me dera esbravejar-se diante de tudo em que vivi, sendo que de tudo que vivi, sou eu hoje, configurado para combater o que ainda não vivi.
no dilema sou apenas um pensador solitário ...
entre detalhes do resquício quem dera amar....
pois nunca amei tanto até deixar de viver.
embora seja parte de uma crônica repito cada sonho desejando voce.
parecendo um prólogo de paixão denoto cada entrelinha na minha vida.
sendo embrematico o senso de te amar...
deseje o encanto passageira dessa vida.
no descanso eterno tento achar os pedaços que deixei para trás e compreendo sempre vou te amar.
Sou flor
mas tenho espinhos
sou dor
mas mereço carinho
quem me toca com amor
poderá usufruir de minhas pétalas
quem me toca com furor
com certeza seus dedos espetam
tenho o perfume do amor
mas também veneno
se levemente me cheiras,
exalo doce odor
se me apanhas bruscamente
exalo fétido odor
é uma questão
de ação e reação
estou pronta para o amor
mas não me venha arrancar minhas pétalas
por que também sairás ferido
deixarei seu coração destruído
já fui despetalada
sofri calada
mas aprendi, sorrir,
e novamente floresci.
Tirem-me este peso do peito e entregá-lo-ei a quem o merecer. Provavelmente, esse alguém sou eu, mas não o eu de agora… o eu mais velho, submisso às amarguras da vida que deixou que se apoderassem de si mesmo. Tenho medo desse eu. Tenho medo de ceder. Medo de ser azeda.
Quem me vê, quem me viu, quem me sentiu, quem me seguiu, sabe que caminho sem rumo neste traçado estranhamente bem desenhado. Oh, infame condenação que carrega! Só eu vejo as silvas à sua volta? De que serve uma estrada se tudo nela se estranha, e a viagem é feia? Prefiro abrir caminho por entre campos de flores. Sentir o cheiro, a liberdade, a dança do vento e o peso da chuva. Não tenho medo de dias cinzentos. Servem para nos lembrar porque gostamos tanto do sol: ele significa liberdade, alguma calamidade, bastante serenidade, não fosse a antítese o que nos move, como se de combustível tratasse. É uma estranha corrente de convecção: sobe, desce, roda e rola, alavanca submersa na água que nos percorre, e assim dou por mim em paz enquanto me ocorre, na mente, esta linda paisagem que me cinjo a idealizar somente. Pois as silvas cá continuam, e digo-vos como elas são feias… Os picos magoam quando nelas calcas.
Às vezes tento esquecer-me de que elas cá estão. Esqueço-me das peripécias desoladoras, das pedras aguçadas e da frieza com que o som ecoa. Um passo de balanço para a esquerda, outro para a direita, ora para a esquerda, ora para a direita. E assim danço, excluída da realidade. Ressoa na minha mente uma melodia em fá maior que faz mover este corpo dormente, quente, doente. E ressoa, e ressoa, e ressoa… cada vez mais baixo, cada vez mais longe. Se bem que, de repente, se aproxima… e zás! M*rda, calquei um espinho. Afinal a melodia mais nada passava de um pretexto: a caminhada que nos leva, ambiguamente, ao que desejamos (paz!) só para depois nos abandonar sorrateiramente. Trata-se de uma história triste, mas não fiquemos por aqui: juro e prometo continuar a ser boa gente. Pelo menos gosto de pensar que o sou, embora até nisso tenha as minhas dúvidas.
Se às flores não lhes ponho a vista, de onde vem esse quadro hipnotizante? Provavelmente de cá dentro, desta cabeça pensante…exausta mente pensante… descansa por momentos que esta utopia não te faz bem. Vá, não te enganes mais e entrega-te àquilo para que Ele te criou, como sua semelhante: sofre por dor e por amor, traz ódio e honra, menosprezo e aguardente à situação que vives perpetuamente. Respeita essa condição de que não podes dizer “adeus”, nem por momentos, e muito menos de rompante. Vê: tudo muda, tudo cresce…. Desvanece-se. Aproveita a caminha porque o cinzento vai te preparar para um sol raiante.
Os melhores dias são os que nunca reservamos. Para ninguém, nem sequer para nós mesmos. Preciso de Ajuda urgentemente.
Quem sou eu ?
Procuro por coisas que ressignifique quem eu sou
Procuro citações, canções, fotografias
Procuro em todos os lugares
Procuro um lugar onde eu possa me encontrar.
No fim da noite as pessoas só esperam ter um lar
No fim da noite as pessoas só procuram se encontrar.
Procuro encontrar aconchego nos meus braços
Procuro olhar as artes abstratas
Daquelas que a gente não entende
Mas que trazem um significado,
Talvez seja assim que eu me enxergue.
Procurando por lugares, por bares e igrejas
Procurando por aí
Tentando achar
Quem eu sou ?
Onde eu fui parar ?
Qual é o meu lugar ?
Como eu chego lá ?
Na angústia de ser
Me torno quem sou
Sem ao menos saber
Enxergando a arte abstrata que é ser você .
“Antes, eu sofria se alguém me criticasse ou me ofendesse.
Hoje, sei o meu valor e sei quem sou.
E quando isso ocorre, entendo que não é sobre mim e sim sobre o que falta no outro.”
Só vou julgar quem julga e criticar quem critica. Sei que sou hipócrita neste sentido, e por isso não sou. Tenho orgulho disso. Sim, este é meu ego.
Quem eu sou
Todas as manhãs acordo dopado e me olho no espelho
Me perguntando: Quem eu sou?
Desisti de querer saber e parei.
Mas a minha mente insiste em perguntar,
Quem eu sou?
As palavras não se encaixam mais
Nas linhas dos cartazes que já levantei.
Quem levantou não existe mais,
Pelo menos foi o que pensei.
Pois hoje eu me perguntei,
Quem eu sou?
E pensei que posso ser um fugitivo,
Pensei em perdido, mas não sou.
Eu simplesmente desisti de querer desistir,
Parei de querer parar,
E tive a conclusão de que sou um contraditor do sistema.
No fundo eu só queria ser quem eu era,
Mas quem eu era morreu asfixiado,
Tentei lutar contra isso,
Mas não sabia que já estava morto.
A culpa eu dou a exclusão
Que me fez se encontrar em outro lugar
A culpa também dou ao povão
Que insiste em só falar e não praticar.
Eu?
Eu estou longe de quem é longe da realidade,
A minha identidade é oculta da sua marginalidade.
Só a minha sombra sabe quem eu era de verdade
E agora quer saber o que restou?
Olhe para mim e me julgue pelo o que sou, assim não julgarás a si mesmo.
Me deixa ser eu
Me deixa te mostrar quem sou
Queira conhecer minha essência
Me perdi e me achei em seu olhar
Me refiz no seu abraço
Mas também ser abraçar
Me deixa ser eu...junto com você.
Flávia Abib
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