Nao me Peca pra te Esquecer
A vida é um Jogo de quebra cabeça,
onde da maneira em que tudo ocorre
E cada peça se encaixa..
É quando começamos á compreender
de forma clara como realmente funciona
"Seus desejos e crenças são apenas pensamentos: Peça e será atendido. Você pede através da sua atenção, do seu querer, do seu desejo - isso é pedir. Você é quem pede que seu desejo aconteça ou não."
malditos verbos nojentos,na sua boca é como uma peça de roupa que deixou d ser branca,poxa lave sua boca,Vanish, confie no rosa.
“Estava andando distraída e criei uma peça que falava: até no zombar da filosofia nos aprendemos a filosofar, até porque filosofia significa amor a sabedoria e para adquirirmos a sabedoria temos que ter a humildade de saber ouvir a todos aqueles que tem sempre algo a falar, que venha a ser útil na escola da vida. Falei peça porque a vida consiste num errar humano, para se tornar uma belíssima apresentação”.
a vida é uma peça de teatro, onde nós somos actores, actuamos sem ensaios. choramos, amamos, sorrimos, mas principalmente vivemos sem poder nenhum erro, para no final, sermos relembrados.
A vida é como uma peça de teatro ,as vezes deixa a gente triste mais tem vez que deixa a gente feliz mais muitas vezes você acaba se arrependendo.
Se tiver errado, peça desculpas. Se alguém estiver "pisando na bola", levante a cabeça e diga: "isto está errado e eu não vou engolir". É bom ser enérgico de vez em quando. Mas pegue leve.
Jamais peça a alguém a explicação do porquê da sua tanta felicidade, já que pelo que se sabe a felicidade é um sentimento inexplicável como muitos sentimentos que além de serem muitas vezes inexplicáveis, são também o real motivo de tantas atitudes incompreensivelmente, como assassinar alguém por excessivo sentimento de ódio, excessivo sentimento de ciúmes ou por excessivo sentimento de inveja, como se sabe, estes e muitos outros sentimentos além de serem inexplicáveis são também as consequências dos nossos modos de vida, muitas das vezes de excessiva austeridade, exageradamente disciplinado e muitas vezes exageradamente exigente, mas que fique bem claro, não por culpa nossa ou da nossa sociedade em que vivemos, mas por nascer e se desenvolver neste mesmo meio de vida, e por assim dizer, um meio de vida que é competitivo, seletivo e exigente. Não estou de forma nenhuma criticando, justificando ou desmoralizando qualquer tipo de sistema ou forma de vida, apenas estou relatando a minha opinião, não sou adepto nenhuma seita, clero ou religião, sou um dos milhares integrantes deste vasto universo sem fim e desta forma com uma opinião própria e uma maneira de ver, viver e tentar explicar tantos fatos e tantas objeções muitas das vezes incompreensíveis, mas muitas das vezes justificada.
Peça
Somos atores de uma peça com um único ato.
Cabe a nós a saber dirigir, interpretar,
vivê-la.
No final desse ato único,um crítico,
apenas um, nos julgará.
Caberá a ele a palavra final a ser dita,
e dela depende o nosso futuro.
Pode ser que não seja mais preciso voltar para
a interpretar.
Se no entanto voltarmos ao palco, sinal será que nós
fracassamos.
E essa volta é uma nova chance de a representarmos
Saibamos agora interpretá-la melhor, entendendo mais
os atos da vida, façamos da melhor maneira posível
o nosso papel.
Tomara o consigamos, sem que mais seja preciso uma
nova volta, uma novo desempenho.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
REFLEXÕES
São coisas que acontecem
E nós deixam pensativo
A vida nos prega cada peça
Que as vezes saímos do eixo da normalidade
São horas que paramos e encontramos razão no erro e erro no acerto
Mas sempre na busca da felicidade
Dentro da concepção particular
Às vezes caímos no contraditório
E encontramos no caminho torto
Dentro das reflexões
Agora nada de certezas
Pensando aqui com meus botões.
NANÁ, UM ORIXÁ
Na fé ou no axé
Deposite sua crença
Peça proteção, pede a benção
A ligação na terra
As vibrações espirituais
Pode ser ar, fogo ou mar
Apoie na sabedoria e magia
De Naná, um orixá
Peça-me uma estrela,
Que te darei uma constelação...
Peça-me uma frase,
Que te farei uma canção...
Peça-me um lugar pra ficar,
Que te oferecerei meu coração...
Peça-me pra fazer o impossível,
Que o farei sem hesitação...
Peça-me para ficar com você,
Que nunca direi não...
Peça-me para amar você,
Que o farei do mais fundo do meu coração...
Peça-me uma flor,
Que te darei um buquê...
Peça-me com amor,
Que farei um jardim pra você...
Peça-me algum carinho,
Que irei te beijar...
Peça-me com jeitinho,
Que irei te amar...
Peça-me para ficar com você,
Que nunca direi não...
Peça-me para amar você,
Que o farei do mais fundo do meu coração...
DEUS AMA INCONDICIONALMENTE''
O homem peca, erra,
Sai do caminho,
Viola leis humanas e divinas,
Ele sofre rejeição, abandono,
É preso, pisoteado, vira um flagelado,
Todos o olham de lado,
Mas um dia,
Ele encontra-se com DEUS,
A ele pede o perdão,
Segue o seu caminho,
Muda a sua vida, renova-se
Porque, DEUS O AMA INCONDICIONALMENTE...
pois é meus amados, Deus não faz acepção de pessoas, aquele que for a ele arrependido, renovar-se-a, será água da fonte viva, vem conosco beber desta fonte chamada Jesus.
Francisco Júnior Da Silva Fernandes
A propósito de “Três pontos ex... citados”, peça de Carlos Alberto Sousa
Acabei de ler (reler, para ser exato) “Três pontos ex... citados”, texto de Carlos Alberto Sousa, em que ele apresenta uma peça de tese ou conceitual.
Eu gostei à primeira leitura do texto, que já vou chamar de literário, porque se revela desprovido dos elementos cênicos, como palco, música, luz e figurinos. O teatro, propriamente dito, remete ao espetáculo, à representação no palco. A rigor, teríamos o texto (literatura) e sua apresentação no palco (espetáculo). Segundo Aristóteles.
Mas, voltando à peça, o autor coloca em discussão algumas questões há muito conhecidas de nós, quais sejam, o fideísmo, o ateísmo e a luta de classes. Ele inclui também, com muita competência, elementos pop – o tráfico, o rock, o sincretismo religioso – e elementos metateatrais – o fazer artístico em debate.
Numa peça breve, composta por oito atos brevíssimos, Carlos Alberto narra uma história bastante interessante, em que os personagens são dirigidos por um diretor manipulador e ávido de messianismo. Enfim, um Brecht às direitas.
A trama – envolvendo o elenco (os “bíblicos” Paulo, Davi e Sara, especialmente) e o diretor – trata de uma tragédia (com a presença dos elementos clássicos, inclusive o recurso do chamado “deus ex machina”, consubstanciado pela presença da Bailarina). Isso fortalece o argumento de que estamos diante de um texto literário que, ainda segundo Aristóteles, precede e se sobrepõe à montagem teatral, ao espetáculo. (Por isso, o cinema nunca será literário!)
Já tive a oportunidade de assistir, no Teatro Municipal de Cabo Frio, a uma performance de autoria de Carlos Alberto, a qual me deixou muito impressionado com o talento com que ele havia conduzido o texto e dosado a densidade temática. Com “Três pontos ex... citados”, não é diferente.
Aliás, mesmo quando faz versos, meu confrade e amigo Carlos Alberto deixa transparecer seu lado dramaturgo. Isso – em vez de restrição – é um elogio. Aristóteles, de novo, não me deixa mentir.
Mais que impressionado com a peça filosófica “Três pontos ex... citados” que acabo de reler, já me vejo torcendo pela montagem dela. Gostaria muito de ver (o verbo apropriado é “interagir”) Paulo, Sara e Davi no palco. Pois, ao contrário do filósofo grego, tenho certeza de que será unir o útil ao agradável. Com perdão do lugar-comum.
Hoje só peça a Deus que te dê paciência. Pois ela te dará fôlego e sabedoria para esperar e trabalhar pelo melhor.
