Nao me Peca pra te Esquecer
Quer um conselho? Não peça ou escute conselhos!
Quer uma dica? Não escute ou aceite dicas!
Quer escutar a real? Viva a vida, não tente aprendê-la através dos outros!
Não fui fabricado para ser falso, devo ser uma peça fora de linha e hoje todas as peças tem que ser recicladas. Mofarei
na prateleira?
Não me peça desculpas pelo o seu erro... desculpas não apaga o que já foi feito, não cicatriza aquilo que já foi ferido.
“Nunca deixe o ciúmes surgir por qualquer coisa...Caso ele apareça,se arrependa e peça perdão.Não deixe o orgulho te dominar.Pois quem deve comandar seu coração é o amor.”
Palavras são insuficientes, atitudes são manipuláveis, então não me peça para provar que te amo, apenas acredite no que você sente por mim.
O bispo...
Não é a peça mais importante deste tabuleiro, nem o pretende.
Um bispo amargo, que se mantem em seu local apenas a observar.
Se sente frustrado, já não joga mais pelo seu proprio lado.
Imponente mas de coração fraco.
Enquanto o peão adversário, sabe das fraquezas do bispo e sabe que ele jamais o atacaria.
Ele faz o que quiser com o bispo,
fazendo com que ele desobedeça as ordens do rei e o deixe desprotegido.
O bispo alia-se a adversários apenas por causa desse peão.
Adversários que são tão bons, que se saem melhores que seus proprios aliados.
Então o bispo passa a ter sentimentos bons para com eles.
O bispo tem inveja das torres e de seu movimento direto,
ou da versatilidade da rainha que chega onde quiser e derruba seus adversários.
Com seus movimentos em diagonal o bispo tenta chegar onde quer.
O peão com passos curtos, mais ageís, esconde seu jogo.
Tem várias peças perigosas a sua defesa.
O bispo tem aliados importantes, mas as vezes estes atrapalham.
Ele não escuta seus amigos dizerem: Termine logo com isso!
E outros que o derrubam psicológicamente, dizendo: Esse peão quer derrubar você.
Mas o bispo não deseja escutar isso, mas acaba acreditando e quando finalmente resolve desistir.
O peão sempre faz algo, para que o bispo não deixe de se interessar.
O bispo sofre e tenta odia-lo, mas infelizmente não pode.
E o bispo passa o jogo inteiro tentando chegar nesse peão tão protegido por varias peças ao seu redor.
Esse peão nunca precisa fazer absolutamente nada, apenas esperar.
O bispo um eclesiastico, mas sem fé, castigado e por muitos odiado.
Esse peão tem tudo que o bispo jamais poderia ter, a inveja o corroi,
e outros sentimentos que o bispo não sabe definir quais são.
Seus aliados dizem: Ser obssesão
Seus aliados também lhe dizem: O dia que você ganhar esse jogo, não terá mais graça,
porque você apenas se interessa pelo que não pode ter.
O peão leva o bispo que é tão imponente pra o chão.
E de que serve poderes? Se esses caem com tanta facilidade.
Fora de controle, e ele precisa se curar, tem medo, paixão,
milhares de coisas passam na cabeça desse nobre de coração podre.
Se sente sujo por trair seus ideiais e querer o inimaginável.
Esse ser imponente soberbo que se curva perante seus sentimentos. castigo!
O peão não é culpado a culpa é apenas do bispo, que se excedeu.
Mas o peão é como Narciso. e gosta de admiração.
Ah peão malvado, apenas um olhar e você mataria esse ser tão poderoso.
Que já perdeu o jogo pra você!
Não se desespere nos momentos conflituosos e problemáticos, simplesmente ajoelhe e peça ajuda a Deus, ele tudo pode.
"Quando não mais poder lutar, peça ajuda, e nesse momento poderá ver a importância de LUTAR, para a este ajudar quando também precisar".
Não seja peça de joguinhos femininos. Certifique-se de que valha apena; e se cair, vença. Seja homem e não um dado.
Só peça desculpas se realmente errou, e não porque sua consciência pediu, palavras não são remédio para aliviar a dor
Não pergunte minha opinião
Não me peça para mentir
E depois, pedir perdão por fazer você chorar
Porque eu sou apenas humano, afinal
Não coloque sua culpa em mim
Vida
Agora eu sou platéia .
No circo ou no grande teatro.
Bato palmas na grande peça.
E não me importo de ver,
Sentada quieta em meu canto,
O discorrer de toda trama.
Observo.
Não quero mais participar,
Do desfecho de Shakespeare.
Ou da historia de cada fada.
Faço minha peça,
Só e nem um pouco infeliz.
Olhando mansa,
O resto de toda vida.
A Coxia
Palco vazio.
Atores na coxia.
Começa a peça,
Donde antes não havia.
Primeira cena. Na ribalta se exibiam.
Atores interpretando. Plateia, aplaudia.
Sonhos. Queremos sonhos. E por peça isso acontecia.
Fecham-se as cortinas. Todos juntos na coxia.
Uma apertava o vestido. Outro, o script relia.
abrisse e as cortinas. E no palco subiam.
A plateia fascinada. Nenhum barulho faziam.
E a peça prosseguia. Quando o cair da lona.
Toda berlinda aparecia.
Se o que era caixa. Ribalta. Não se sabia.
Misturava-se tudo coxia, araras, atores roupas e bijuterias.
E o povo nada entendia.
Sonhos , precisamos de sonhos. Era o que queriam.
E o canastra. Que sempre queria aparecer.
Improvisou um texto. Para a peça socorrer.
E chamava também a plateia, para o teatro vir fazer.
Se subia no palco, tanta gente. Como nunca se viu.
Em certo momento? Não sabia. O que era coxia,
Caixa, plateia ou rouparia.
Todo mundo falando, todo mundo reclamando , todo mundo improvisando.
E ninguém mais se ouvia.
E da plateia se ouvia. Os sonhos, cadê os sonhos?
E pouca coisa de bom se fazia.
Fecham-se as cortinas.
E os atores saiam. A plateia não via.
E teatro esvaziou.
Era muita realidade encenar. E repetidos fatos para sonhar.
E a peça, divida. Só duas partes encenou.
A parte por detrás da coxia. E a parte, onde toda a plateia via.
Não entendendo nada. Foram o teatro esvaziando.
E o sonhos. Queremos sonhar.
O teatro estava fechado, para nova coxia arrumar.
Marcos fereS
