Nao me Peca pra te Esquecer
A maior oferta do Evangelho de Cristo não são riquezas ou prêmios, mas a Graça que dá vida aos que estão mortos em seus delitos e pecados.
Sobre a diferenciação do gesto e da ação: O gesto é uma ação periférica, superficial do corpo, não nasce no interior do corpo, mas na periferia. Já a ação é alguma coisa a mais, porque nasce no interior do corpo, parte do intelecto.
Harmonia é a arte de não se perder por dentro mesmo quando tudo por fora parece em guerra.
Quando o coração se mantém inteiro, nada do lado de fora tem poder de destruir a paz por dentro.
A opinião de quem realmente se importa pode não ser a que desejamos ouvir; mas, escuta-la, antes de tomar uma decisão baseado em nossas próprias convicções, pode poupar tempo, força e recursos.
A comunhão verdadeira não acontece quando nos reunimos apenas com o corpo, mas quando nos aproximamos com a alma despida, com a consciência desperta, com a vida aberta diante d’Aquele que tudo vê, e tudo perdoa.
A Ceia não é apenas símbolo, é realidade espiritual. É lugar de aliança renovada, de reconciliação restaurada, de pureza reencontrada.
Mas ninguém pode saborear esse pão com alegria, se antes não passou pelo amargo da verdade. Ninguém pode se assentar com paz, se antes não se levantou do orgulho.
A comunhão real não começa quando duas pessoas se sentam juntas, mas quando dois corações decidem não se esconder um do outro diante de Deus.
A confissão é o ponto onde o segredo cede lugar à luz, e o orgulho é substituído pela verdade. Não há comunhão sem confiança, e não há confiança onde há mentira sustentada.
A fé cristã não é um projeto de imagem pública. Ela é uma jornada de sinceridade diante do trono da graça e diante do corpo que comunga dessa graça.
O pecado não tratado se torna uma sombra sobre a mesa da comunhão. Ele apaga a alegria do pão e esvazia o sentido do cálice. Não por causa do pecado em si, mas por causa do orgulho que se recusa a trazê-lo à luz.
A comunhão verdadeira só é possível onde há luz. E a luz, quando chega, expõe, mas também cura.
Aquele que define seu voto por dinheiro ou vantagem pessoal, não pode reclamar quando for tratado como um produto descartável.
Não há cura onde ainda se insiste em controlar a narrativa. O Espírito Santo não cura o que o coração continua tentando esconder.
A purificação prometida em 1 João 1:9 não é automática, ela está condicionada à confissão.
Deus fiel perdoa. O Deus justo purifica. Mas o homem orgulhoso resiste, e permanece preso.
A Ceia exige mais que presença, exige discernimento. Não basta estar na mesa.
É necessário compreender o que essa mesa representa: o corpo de Cristo partido por amor, o sangue derramado para reconciliação, o convite para unidade no Espírito.
Não existe corpo unido quando os membros estão feridos e calados. A igreja é um só corpo, e quando um membro sofre, todos sofrem com ele.
A restauração começa quando um escolhe parar de fingir e abre o coração para o Deus que sara. E quando isso acontece, a graça não apenas alcança um, ela começa a restaurar todos ao redor.
Mesmo não sendo indígena, aprendi que posso — e devo — usar minha voz e minha escrita para partilhar tanto a beleza quanto as lutas enfrentadas pelos povos indígenas. Eles têm uma voz potente, uma voz ancestral que resiste e pulsa há séculos, ainda que tenha sido silenciada e invisibilizada por tanto tempo.
Essa voz brota de suas culturas, línguas, ritos, danças, cerâmicas, culinárias e memórias vivas. Ela ecoa nas resistências cotidianas contra o preconceito, a injustiça e o apagamento histórico.
Meu papel é escutar atentamente, criar espaços para que essas vozes sejam ouvidas e amplificadas, e contribuir para que o mundo reconheça e valorize essa riqueza cultural e histórica que permanece viva e atuante.
Jovem, não se acomode na juventude, capacite-se continuamente e se ajuste as necessidades do mercado.
Faça investimentos. Não tens dinheiro? Não é problema, use o seu conhecimento e atraia dinheiro.
Por que contemplar a minha imagem, se tudo que me move são as coisas que ainda não conheço sobre o universo?
Propósito não se acha... constrói-se. Não é um tesouro enterrado, é um caminho pavimentado com escolhas, erros, tentativas e recomeços. É moldado no silêncio das madrugadas, nas quedas que ensinam mais do que as vitórias. É quando você para de procurar sentido nas coisas e começa a dar sentido a elas. Propósito é ação com alma, não destino pronto.
Ás vezes as pessoas fingem que você é uma pessoa ruim para que elas não precisem sentir culpa pelo que fizeram contigo.
Ou a gente se prioriza desagradando alguns, ou a gente adoece buscando aprovação de todos. Isso não é egoísmo e sim autocuidado.
Então, desista de agradar a todo mundo, até porque todo mundo é muita gente. Amor próprio é tudo.
