Nao me Peca pra te Esquecer
O espetáculo às vezes não é aquilo que imaginamos porque às vezes não sabemos o que se passa nos bastidores
Fala
Numa janela cheia de janelas
Há quem toma um café olhando para elas,
Há quem não resista, então entra e sai por cada uma delas,
Há quem entra e fica na que julgou ser a mais bela.
(...)
Janelas, janelas, janelas
Há as que se se abrem,
Há as que se fecham,
Há as que emperram,
Há as que se quebram.
A vida é ela,
Uma janela cheia de janelas.
Qualquer que seja a escolha,
A vida é ela,
Tu é quem faz dela.
Janelas, janelas, janelas
Por ela vejo o sol nascer
Por ela vejo o sol se pôr
Janelas... Janelas... Janelas
Por ela passou meu amor
Por ela vejo a minha dor.
Assisto a esse espetáculo
E entendo que nada acabou
Preciso abrir a janela
E contemplar de novo a cor
Janelas, janelas, janelas
Lá vem de novo o amor.
Sou muito fechado, não consigo dividir minha dor com ninguém.
Prefiro guardo tudo, e esperar passar. Ou apenas diminuir a dor.
A gente sempre é bom com o outro, mas quando se trata de nós.
O medo fala mais alto.
É a poesia que[...]
É a poesia que não se encontra em livros, ou em guardanapos de bares. Nem em cartas anônimas. Não vai ser o tipo de poesia que você pesquisa na internet, para colocar nos status. Também não é o tipo de poesia que se escreve a pressas em uma folha de papel amassada, que é dobrada de qualquer jeito, e colocada em uma garrafa vazia de whisky, para ser arremessada no mar, não não.
Ela é a poesia que pode ser encontrada em um ponto de ônibus, mexendo distraída em teu celular. Do tipo que acorda com cabelo bagunçado, e mesmo assim continua encantadora. É a poesia viva, que sente cólica todo mês, mas é tão forte, que não deixa de negar teu sorriso gentil. Ela é poesia que pode ser encontrada sentada no cantinho do ônibus, perto da janela, com seus fones de ouvidos. Ela é a poesia que a cada fio de teu cabelo, é como se fosse os versos mais bem escritos. Ela é tão poesia, que ficaria grande demais para ser poema. Ela é a poesia que […]
— Shandy Crispim
O q pode não ter preço pra nós e agradar a Deus ; seria perdoar uns aos outros e nunca julgar,assim n aumentamos pecado
O percurso da natureza pode nos ensinar a perceber que tudo só acontece quando chega o tempo, não adianta forçar a barra.
Não se aprofunde tanto nas coisas da terra,não se agarre tanto a nada porque um dia vamos ter que separar de tudo.
Por não ser confiável o que o homem poderia fazer se soubessem sobre o futuro,é que Deus não permitiu ninguém saber.
Estudar e descobrir os abalos sismicos ou algum fenômeno ligado a natureza,não significa saber do futuro.
Fragilidade,falta de sabedoria ou fé,é se apegar demais as coisas de um mundo em que um dia não mais existirá.
Vida ou morte?
Em alguns momentos, pode haver confusão;
Não saber ao certo
Se continua ou desiste ?
Questões frequentes que confundem a mente,
Hora razão, hora emoção!
Tentar ser real, é sentir;
Porque, se a escolha for viver,
Ganha um bônus de dor
Em alguns momentos um leve alívio
Do vazio, cheio de prazer
Caminhando...
As vezes dia , as vezes noite
De mãos dadas com o barulho e o silêncio
Ou...
Deixar partes pelo caminho
Partes de quem você é!
e aos poucos tomado pelo sistema
Sem nem perceber, aliais, só estava seguindo seu sonho;
Aí, você olha no espelho e ver seu corpo robótico
Meros zumbis inconscientes se achando conscientes, esperando o vírus que já neles vivem.
Vida ou morte?
Eudênia Ferreira
Jhepherson Ferreira
Eu me dei por completo, não exitei em momento algum, pulei de cabeça, só não imaginava que você era uma pessoa rasa demais para mim.
Eu estava vazio, mas o vento me preencheu. Fazia frio e a solidão me aqueceu.
Tive medo, mas não saí correndo, tive dúvidas e me mantive calada, coração palpitava, deitei naquela rua vazia e ainda sonhei.
Eu não prometeria muita coisa, talvez nos dias frios eu pudesse te aquecer com meu calor, te aconchegar no meu colo, acariciar teus cabelos, mas eu também poderia não ser nada, assim como não sou, e sumir, sumir pra sempre.
