Nao me Peca pra te Esquecer
A verdade e que é impossível esquecer aquele amor, a gente só segue em frente mesmo com aquele buraco.
Naquele momento eu só queria que o mundo lá fora me deixasse e que eu conseguisse esquecer todas as palavras que me machucaram aquele dia
A vida te proporciona momentos inesquecíveis, mas sempre existirá algo que queríamos esquecer pelo resto da vida.
Nessa história que tivemos linda,você só esqueceu de me ensinar a te esquecer,quando você decidiu me dizer adeus.
Quantas e quantas vezes eu quis fugir de mim.. esquecer, apagar , deletar .. tantas coisas , tantos sonhos , pensamentos ,tanto amor que te dei ..que senti .. tem dias que sufocam ..que machucam ..que doem mais .. tem dias que a saudade aperta tanto que queima por dentro feito fogo .. eu fico sem chão, eu fico sem ar, eu fico sem fôlego..eu canso , desisto de lutar.. tem dias assim que sou fraca mesmo .. choro , choro até cansar , até pegar no sono .. vc me ensinou a te amar ... mas o problema não foi esse não.. vc me fez acostumar com vc.. amar vc ..vc só se esqueceu de uma coisa .. de me ensinar a te esquecer..
Se esquecer fosse difícil, até seria razoável, mas a verdade é que em todos os dias e em cada segundo, e são quase todos, nos quais eu me lembro, me dou conta de que não é apenas difícil, mas é impossível. E eu também nem sei se eu quero me esquecer e acabo me autossabotando, não quero, não quero mesmo me esquecer do amor da minha vida...
Viver é crescer,
amar e sofrer,
sorrir e chorar.
Viver é errar
e pensar,
esquecer
e perdoar.
Viver é receber
e doar,
é entender
é plantar
e colher.
Os historiadores mais tradicionais nos seus modos de escrever a história costumam se esquecer de que, ao elaborar o seu texto, eles mesmos são ou deveriam ser os ‘senhores do tempo’ – isto é, do seu ‘tempo narrativo’ – e de que não precisam se prender à linearidade cronológica e à fixidez progressiva ao ocuparem o lugar de narradores de uma história ou ao se converterem naqueles que descrevem um processo histórico. Se o texto historiográfico é como que um mundo regido pelo historiador, por que não investir no domínio de novas formas de dizer o tempo? Por que tratar o tempo sempre da mesma maneira, banal e estereotipada, como se estivéssemos tão presos a este tempo quanto os próprios personagens da trama histórica que descrevemos, ou como se fôssemos mais as vítimas do discurso do que os seus próprios criadores? Indagações como estas, naturalmente, implicam em considerar que a feitura do texto historiográfico se inscreve em um ato criativo destinado a produzir novas leituras do mundo, e não em um ato burocrático destinado a produzir um relatório padronizado que pretensamente descreveria uma realidade objetiva independente do autor do texto e de seus leitores.
O moderno romance do século XX em diante, na sua incessante busca por novos modos de expressão e de apresentação do texto literário, e também o Cinema desde os seus primórdios, já acenaram há muito com uma riqueza de possibilidades narrativas que não parecem ter sido assimiladas por uma historiografia que, pelo menos neste aspecto, é ainda demasiado tradicional. Acompanhar este movimento iniciado no âmbito da literatura do último século, mas também no campo do cinema e das artes em geral – e podemos lembrar aqui, adicionalmente, as experiências cubistas de representação de diversos momentos de uma mesma figura na simultaneidade de um único quadro – poderia contribuir para enriquecer significativamente o discurso historiográfico, ajudando-o a romper os tabus e as restrições que têm limitado a historiografia profissional enquanto uma disciplina que acaba reproduzindo os mesmos padrões, mesmo que nem sempre adequados aos novos objetos e abordagens já conquistados pelos historiadores.
Romper os padrões habituais de representação do tempo, como ousaram fazer os grandes romancistas, artistas e cineastas modernos, implicaria em inventar novos recursos discursivos no que se refere ao tratamento da temporalidade no âmbito da historiografia, com possibilidades regressivas, alternâncias diversas, descrições simultâneas, avanços e recuos, tempos psicológicos a partir dos vários agentes – ou o que quer que permita novas maneiras de representar o passado, mais ou menos na mesma linha de ousadias e novidades que os romancistas modernos encontraram para pôr em enredo as suas estórias de uma maneira mais rica e criativa.
[extraído de 'O Tempo dos Historiadores'. Petrópolis: Editora Vozes, 2012, p.250-251].
Queria so um par de luvas igual a de windersom Nunes e um luta com Popó, pra esquecer ums problemas!!!
Olhei para as estrelas,
Lembrei-me de você,
Fechei os olhos e tentei novamente te esquecer,
Vários flashes de nosso passado eu vi,
Não consegui segurar
E lágrimas vieram a cair.
Por muito tempo gostei de você,
Mas o destino nos afastou,
Você não lembra mas de mim,
E em nossa belíssima amizade foi posto um fim.
As vezes quando olho pro céu,
Minha vaga e lhe imagino novamente junto a mim.
Não sei que caminho o destino nos reservou,
Mas enquanto não descubro continuo a seguir,
E quem sabe um dia
Juntos vagaremos por aí.
As prisões mais implacáveis são aquelas que nós mesmos as construímos, e acabamos por esquecer qual a porta de saída, talvez pelo costume de tanto tempo nela vivermos e com isso acabamos por não perceber que a liberdade ainda é possível..
