Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito
Não busco ser superior a ninguém; meu objectivo é deixar um legado significativo para a humanidade.
Verdade que não tenho nada, nem possui fortuna alguma, mas, me sinto satisfeito em ter você, meu amor imensurável e de um valor inestimável.
Tomara que a vontade de Deus coincida com o meu desejo. E se não coincidir, que eu saiba agradecer por essa bênção inesperada!
Bença
Bença meu pai
Bença mainha
Bença meu tio
E também minha vozinha
Tomo a bença
Não por educação
Mas por que sem as bençãos
Fica um buraco em meu coração.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Já fiz coisas que não me orgulho, pessoas que queriam meu bem, feri o coração delas e hoje estou sem ninguém…Mas ainda dá tempo eu aprendi a orar e pedi Deus minha história mudar!
Não errei ao rejeitar grandes oportunidades, pois decidi com base no meu conhecimento e no que acreditei ser o melhor para mim naquele momento. Entretanto, errei por não ter buscado sabedoria e discernimento para reconhecer essas grandes oportunidades quando elas se apresentaram para mim.
Passado
Meu passado passou embassado
não lembro se foi assim ou assado
eu repasso e repasso na minha mente
mas nada me vem amente.
Sinto um vazio no peito
sem meu passado sou estreito,
não tenho endentidade nem autoconhecimento
só a sensação de ressentimento
do esquecimento.
No túmulo frio do meu peito errante,
Sou zumbi que vagueia sem rumo certo.
Não sou vivo, nem morto, apenas distante,
Entre sombras escuras e lembranças de deserto.
Meus passos arrastados ecoam na solidão,
Entre ruas de concreto e almas sem cor.
Alimento-me de memórias, na escuridão,
De um passado que se desfez como pó.
Oh, como é amargo o sabor deste viver sem vida,
Onde meus olhos não veem, apenas fitam o vazio.
Meus dias são espinhos cravados na ferida,
De um coração que já não pulsa, apenas desafio.
À luz da lua, busco o alento dos sonhos perdidos,
Mas só encontro a névoa densa da desilusão.
Neste corpo frio e dormente, escondo meus gemidos,
De um tempo que se esvaiu na maré da ilusão.
Sou zumbi de mim mesmo, espectro de um naufrágio,
Afogado nas águas turvas da desesperança.
Onde tudo que resta é o eco do meu presságio,
De um destino traçado com tinta de lembrança.
Não me chame de vivo, pois sou apenas um eco,
De quem um dia respirou, mas perdeu a razão.
Zumbi de sentimentos, de amor desfeito em tropeço,
Sou o que restou de uma vida, perdida na escuridão.
Como os versos que escrevo, na penumbra do meu ser,
Sou a sombra que dança no muro do esquecimento.
Triste zumbi de mim, naufragado no meu próprio querer,
Busco em cada passo um alívio, um alento, um alimento.
Mas só encontro desespero, desamparo, solidão,
Neste mundo onde ser zumbi é a sina que me coube.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem redenção,
No labirinto sem fim de uma existência que me dobrou.
Ah, Menina, se soubesses do peso desta condição,
Da alma que vagueia sem destino, sem direção.
Talvez me entenderias, entre linhas de ilusão,
Como um zumbi que lê, que escreve, que clama por perdão.
No sepulcro gelado do meu ser desfeito,
Sou apenas o eco de um amor que se perdeu.
Não sou vivo, nem morto, apenas um sujeito,
Afogado em lembranças do que já se dissolveu.
Meus passos ressoam como suspiros ao vento,
Nas ruas vazias da despedida e da saudade.
Alimento-me de silêncios, lembranças de um lamento,
Onde sonhos desvanecem na cruel realidade.
Oh, como é amargo o gosto deste fim inevitável,
Onde meus olhos buscam somente o vazio.
Meus dias se esvaem na sombra indesejável,
De um coração que sabe que está sozinho neste rio.
À luz trêmula da lua, procuro um alívio breve,
Mas só encontro o frio da solidão que me assombra.
Neste corpo cansado e triste, um naufrágio leve,
Para a certeza amarga de que morrerei sem sombra.
Sou o espectro de um amor que já não arde,
Afundado nas águas profundas da desilusão.
Onde tudo se desfaz no adeus que não tarda,
De uma história que termina sem perdão.
Não me chame de vivo, pois já não sinto a vida,
Sou apenas um eco de um tempo que já foi.
Fragmentos de um amor que se despedida,
Sou o que resta de um sonho que já não ecoa mais em mim.
Como palavras escritas em um papel sem cor,
Sou a dor que caminha na estrada da solidão.
Um destino traçado pela dor do dissabor,
Busco em cada adeus um novo caminho, uma nova razão.
Mas só encontro o vazio, a certeza de um adeus,
Neste mundo onde ser é um fardo, uma sina.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem um novo adeus,
No labirinto do destino que insiste na dor que destina
DESISTO
Eu desisto de amar, pois meu coração já não aguenta mais abrir novas e velhas feridas o tempo todo. Acho que me lançaram uma maldição, onde jamais seria amada apesar da entrega, ou o meu melhor jamais seria suficiente aos olhos mesquinhos dos outros... estou cansada, frágil, só precisava de um pouco de colo, de ser amada, compreendida, de sentir meu coração aquecido
recebendo de volta o amor que ele vem abundantemente desperdiçando ao longo da minha jornada.
Se o amor existe, eu não fui feita pra ele!
Por muito tempo calei
para que outros não saísse como ruins
Ao meu redor, vi o sucesso dos meus
enquanto me perguntava o pq de tudo está desmoronando
mas ainda assim, eu ri
eu ri de desespero
ri de medo
ri de tanto chorar
e no final de tudo eu morri.
Um amor que não existe
Amor maior que o meu não existe
Pois não me deixa esquecer de você
Quando a noite chega fico triste
Pois você não existe.
E se a saudade bater forte
É o coração que se apaixonou
Me resta apenas a morte
Se você nunca me amou
Um amor louco, machuca!
Machuca, não apenas o corpo
Mas deixa a mente louca.
Constante fiel, és meu amor
Te quero, sem medida
Na minha vida, por favor.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Hora d'alba -
Não te esqueças, à hora d'alba, meu amor
quando me vires dormindo no silêncio da vida
que nunca vivi por mim mas por te amar
até àquele instante da nossa triste despedida.
E aqui, sem ti, não me resta nada mais,
mas se assim é, se assim vivi, agora,
todos vós que me assistis porque procurais
entre os vivos quem morre de hora a hora?!
A noite perdeu-se da madrugada
o dia reclinou amargamente frente á Lua,
ao fundo, já se vê o fim da estrada
e o movimento da casa continua ...
A hora d'alba vestiu de luto todo o corpo
ficou vida nas entrelinhas por viver
ergueu-se a solidão nos versos d'um poeta
e tudo o que ficou nas nossas bocas por dizer.
Queria um abraço seu quentinho,
Mas hoje isso não vou poder ter,
Seu abraço faria meu dia,
Mas só de falar com você me sinto em um abraço, iguais aqueles da TV.
criei um novo ditado que diz : Se não posso voltar ao meu passado para mudar o meu presente, não irei permitir que pessoas do meu passado façam parte do meu presente!
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